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Saúde

Município entrega 25 novos pontos de ônibus e avança na reestruturação da mobilidade urbana

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Saúde

Avenida Júlio Campos concentra a maior parte das estruturas já instaladas, com melhorias que garantem mais conforto e segurança aos usuários do transporte coletivo.

A Prefeitura de Várzea Grande avançou na modernização da infraestrutura do transporte público com a entrega de 25 novos pontos de ônibus, distribuídos entre a Avenida Júlio Campos e bairros do município. A iniciativa integra o programa de reestruturação das estruturas físicas dos pontos e coberturas, voltado à melhoria da mobilidade urbana e da qualidade de vida da população.

Somente na Avenida Júlio Campos, um dos principais corredores de tráfego da cidade, foram instalados 18 novos pontos de ônibus ao longo de praticamente toda a via. Outros seis bairros também foram contemplados nesta etapa, ampliando o alcance das melhorias e garantindo mais dignidade para quem depende do transporte coletivo no dia a dia.

Além da instalação das novas estruturas, o programa também prevê a recuperação e adequação de pontos já existentes, com foco em oferecer proteção contra sol e chuva, mais segurança e melhores condições de espera aos usuários.

De acordo com o coordenador de Mobilidade Urbana, Cidomar Arruda, a ação representa um avanço importante na organização do sistema de transporte.

“Estamos priorizando locais com maior fluxo de passageiros e garantindo estruturas mais adequadas para atender a população. É um trabalho que traz mais conforto e melhora diretamente a experiência de quem utiliza o transporte público todos os dias”, destacou.

O secretário de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Gerson Scarton, reforçou que o programa terá continuidade nos próximos meses.

“Esse é um compromisso da gestão com a mobilidade urbana. Já iniciamos essa etapa com resultados concretos e temos a previsão de ampliar esse atendimento para cerca de 40 bairros até o meio do ano, levando melhorias para diversas regiões da cidade”,expectativa.

A expectativa é que novas etapas do programa avancem gradativamente, contemplando principalmente regiões centrais e bairros com maior demanda, consolidando um sistema de transporte mais estruturado, acessível e eficiente para toda a população.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde

Goiás tem 42% dos casos de síndrome respiratória até 2 anos de idade

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O estado de Goiás decretou, nesta semana, situação de emergência de saúde pública em razão do avanço da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Em dados divulgados até o início da tarde deste domingo (19), pelo menos 42% dos casos estão relacionados a bebês (até dois anos de idade)

Segundo os números do painel, nessa faixa etária são 1.139 casos do total de 2.671 registrados.

Outra faixa etária que requer atenção especial é de pessoas acima de 60 anos de idade, com 482 casos (18% do total).

Emergência

Ao todo, já foram registradas 115 mortes no estado em vista da SRAG. Quando a Secretaria de Saúde decretou emergência, na quinta-feira (16), eram 2.560 casos. A medida estadual, estipulada em 180 dias, demandou, por exemplo, a instalação de um centro de operações para o monitoramento e a gestão da situação. 

Segundo o painel, 148 casos estariam relacionados à circulação do vírus da Influenza e 1.080 relacionados a outros vírus. Há alerta em relação à circulação da variante K do Influenza.

Outras ações do governo local foram a aquisição especial de insumos e materiais e contratação de serviços estritamente necessários ao atendimento da situação com dispensa de licitação.

“Nesse período, a administração pública estadual deverá providenciar o regular processo de licitação”.

O decreto ainda autoriza a contratação de pessoal por tempo determinado, com a finalidade de combate à epidemia.

“Tramitarão em regime de urgência e prioridade, em todos os órgãos e entidades da administração pública estadual, os processos referentes a assuntos vinculados ao decreto”.

Distrito Federal

Vizinho a Goiás, o Distrito Federal também monitora a situação. No entanto, a Secretaria de Saúde local informou que a variante K da Influenza já é predominante na América do Sul neste ano.

“Mas, até o momento, não há evidências de aumento da gravidade dos casos nem de perda de eficácia das vacinas disponíveis”, escreveu o secretário de Saúde Juracy Cavalcante.  

De acordo com informações da vigilância epidemiológica, até agora, foram registrados 67 casos de SRAG por influenza, incluindo um óbito.

“Apesar do cenário de 2026 sugerir, até o momento, a ocorrência dentro do padrão sazonal esperado de influenza, a dinâmica reforça a importância do monitoramento contínuo diante da possibilidade de aumento de casos nas próximas semanas. Seguimos com monitoramento permanente, e a população pode permanecer tranquila, mantendo a vacinação em dia”, disse o secretário do DF.

Em alta 

Nesta semana, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) havia divulgado, em boletim, que havia aumento de casos de SRAG em crianças menores de 2 anos em quatro das cinco regiões do país (Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste).

“A análise aponta que o crescimento das hospitalizações pelo vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal fator de elevação dos casos nessa faixa etária”.

Esses casos que afetam bebês, segundo o boletim, aumentaram em todo o Centro-Oeste (Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal), Sudeste (São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo), e em estados do Norte.

Outra informação do boletim é que os casos graves por covid-19 seguem em baixa no Brasil.

Vacinação 

O Ministério da Saúde mantém campanha nacional de vacinação contra a influenza em todo o Brasil, com prioridade para crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos e gestantes, mais suscetíveis a desenvolver quadros graves. 

A vacina contra a covid-19 deve ser tomada por todos os bebês, aos 6 meses de idade.

Reforços periódicos são recomendados para idosos, gestantes, pessoas com deficiência e comorbidade ou imunosuprimidas e outros grupos vulneráveis. 

No ano passado, o Ministério da Saúde passou a oferecer também a vacina contra o vírus sincicial respiratório para grávidas, com o objetivo de proteger os bebês pequenos, principais alvos do vírus, que causa a bronquiolite.

Fonte: EBC Saúde

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