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Saúde

Força-tarefa da Prefeitura intensifica limpeza urbana e mobiliza bairros de Várzea Grande com o VG em Ação

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A Prefeitura de Várzea Grande realizou, nesta quinta-feira (16), mais uma edição do programa VG em Ação, promovendo uma ampla mobilização de serviços urbanos em diferentes regiões do município.

Coordenada pela Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, a força-tarefa atuou ao longo de todo o dia com a execução de serviços essenciais, com predominância de ações de varrição e limpeza. Também foram realizados trabalhos de retirada de resíduos e entulhos, poda de árvores, capinação e roçagem.

A iniciativa reforça o compromisso da gestão municipal com a conservação dos espaços públicos, a prevenção de problemas ambientais e a melhoria da qualidade de vida da população.

O VG em Ação integra um cronograma permanente de manutenção urbana, executado de forma planejada, com foco nas demandas mais urgentes e na promoção de melhorias diretas no cotidiano dos moradores.

Regiões atendidas (ordem alfabética)

  • Avenida 31 de Março
  • Avenida Ary Paes Barreto
  • Avenida Filinto Muller
  • Avenida Leôncio Lopes
  • Bairro Canelas
  • Bairro Cristo Rei
  • Bairro Dom Orlando Chaves
  • Bairro Gonçalo Botelho
  • Bairro Ikarai
  • Bairro Ipase – Campo de Paz
  • Bairro Novo Horizonte
  • Comunidade Porto Santana
  • Distrito Praia Grande
  • Parque Tanque do Fancho

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde

Mutirões do SUS farão 13 mil atendimentos em terras indígenas em junho

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O Programa Agora Tem Especialistas fará, neste mês de junho, mais de 13 mil atendimentos entre consultas, exames e cirurgias em territórios indígenas dos estados do Ceará, Pernambuco, Amapá e Pará. Os procedimentos serão executadas pela Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS).

Para a secretária de Saúde Indígena do Ministério da Saúde (Sesai), Lucinha Tremembé, ampliar o acesso dos povos indígenas à atenção especializada é um compromisso do SUS com a equidade.

“O que estamos fazendo é aproximar o Sistema Único de Saúde (SUS) desses territórios, reduzindo desigualdades e ampliando a capacidade de resposta da rede de saúde indígena.”

A programação inclui consultas, exames diagnósticos, procedimentos especializados e cirurgias oftalmológicas em áreas como pediatria, ginecologia e obstetrícia, cardiologia, clínica médica, dermatologia e cirurgia geral.

As ações contam com a parceria de instituições com experiência em territórios indígenas e regiões remotas, como o projeto Aldeia em Foco, a Associação Médicos da Floresta, o Hospital Einstein Israelita e a Organização não governamental Zoé.

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Desde o início da estratégia, em agosto de 2025, já foram realizados 14 mutirões em diferentes regiões do país. Para o diretor-presidente da AgSUS, André Longo, a iniciativa amplia o acesso dos povos indígenas à atenção especializada.

“Essa estratégia reduz barreiras de acesso, diminui o tempo de espera por atendimento e fortalece a integralidade do cuidado, respeitando as especificidades culturais e as realidades de cada povo indígena.”

Mutirões nos territórios indígenas

No território Xukuru do Ororubá, atendido pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) Pernambuco, o mutirão de oftalmologia ocorrerá até 20 de junho, com atendimento a mais de 30 aldeias. Nos dias 1º e 2 de julho, serão feitas cirurgias de catarata e pterígio em pacientes já cadastrados.

A ação contemplará os polos-base Anacé, Potyrô Tapeba, Aquiraz e Maracanaú, no Ceará.

No Amapá e norte do Pará, a Casa de Saúde Indígena (Casai) de Macapá concentrará atendimentos especializados em ginecologia e obstetrícia, pediatria, cardiologia, anestesiologia e ultrassonografia. No território indígena Tumucumaque, os polos-base Bona e Missão Tiriyó receberão equipes de oftalmologia, pediatria, ginecologia e obstetrícia, clínica médica e odontologia.

A Terra Indígena Zo’é, em Tocantins, receberá atendimento especializado em 20 e 21 de junho. Serão ofertadas consultas, exames de imagem e cirurgias, com o apoio de um profissional fluente na língua Zo’é para garantir a mediação cultural e facilitar a comunicação com a comunidade.

Fonte: EBC Saúde

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