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Saúde

Entrega da obra de reestruturação Unidade de Saúde do Capão Grande será realizada no dia 31 de março

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A Prefeitura de Várzea Grande realiza, no próximo dia 31 de março (terça-feira), às 18h30, a cerimônia de entrega da Unidade de Saúde da Família “Maria José Pedrosa”, localizada no bairro Capão Grande.

A solenidade contará com a presença da prefeita Flávia Moretti, do deputado estadual Wilson Santos, da secretária municipal de Saúde Deisi Bocalon, vereadores e lideranças comunitárias.

A obra de reestruturação da unidade teve investimento total de R$ 700 mil e foi executada em cerca de 150 dias. Os recursos são provenientes de uma emenda parlamentar de R$ 500 mil, destinada pelo deputado Wilson Santos, articulada pelo vereador Charles da Educação, somados à contrapartida de R$ 200 mil da Prefeitura Municipal.

A unidade passou por uma readequação completa, incluindo ampliação e melhorias estruturais, com troca de telhado, reparos em infiltrações, substituição de pisos e revestimentos, troca de portas e janelas, reconstrução dos banheiros, pintura geral e implantação de acessibilidade.

Com as adequações, o espaço — que atende cerca de 8 mil moradores do Capão Grande e comunidades vizinhas — passa a oferecer um ambiente moderno, humanizado e funcional, contando ainda com consultório odontológico e serviço de coleta de exames clínicos.

A revitalização também atende a uma demanda antiga, uma vez que a unidade estava vinculada a uma ação civil pública há anos, sendo agora entregue em conformidade com as exigências legais e normas da Vigilância Sanitária.

A nova estrutura garante mais qualidade no atendimento e melhores condições de trabalho para as equipes de saúde, reforçando o compromisso da gestão municipal com a ampliação e qualificação da rede pública.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde

SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele

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Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.

Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).

O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.

A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde. 

“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.

O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.

“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde,  Fabiano Geraldo Pimenta Junior.

Fonte: EBC Saúde

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