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Saúde

Cursos fortalecem geração de renda e o empreendedorismo em Várzea Grande

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Saúde

Qualificação profissional certificou alunas dos cursos de unha em gel e patchwork. Ação despertou habilidades, incentivou novos começos e abriu perspectivas para que dezenas de alunas invistam no próprio futuro

A Prefeitura de Várzea Grande concluiu mais uma etapa do programa Capacita Mulher com a certificação das participantes dos cursos gratuitos de unha em gel e patchwork realizados no bairro Jardim Maringá. A iniciativa transformou o talento manual em oportunidade de renda e autonomia para mulheres várzea-grandenses.

Voltada à qualificação profissional e ao incentivo ao empreendedorismo feminino, a ação despertou habilidades, incentivou novos começos e abriu perspectivas para que dezenas de alunas invistam no próprio futuro.

Ao longo das aulas, as participantes tiveram acesso a todos os equipamentos necessários, além de suporte completo para o aprendizado, incluindo lanche durante os dias de formação.

O projeto é resultado de uma parceria entre a Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), a Assembleia Legislativa de Mato Grosso, o Instituto Elevart e conta com emenda parlamentar do deputado estadual Wilson Santos (PSD).

Ao todo, o Capacita Mulher prevê a formação de cerca de 200 mulheres nesta etapa, com turmas compostas, em média, por 18 alunas e carga horária distribuída ao longo de duas semanas.

A próxima fase do programa já está em planejamento e será realizada simultaneamente em 11 bairros de Várzea Grande, com novas inscrições a serem abertas em breve. A expectativa é ampliar ainda mais o alcance da iniciativa, fortalecendo políticas públicas voltadas à geração de renda, qualificação profissional e independência financeira feminina.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde

SP descarta segundo caso suspeito de ebola

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O governo de São Paulo descartou o segundo caso suspeito de ebola, que estava sob investigação na capital paulista.

Internada na quarta-feira (10), a paciente, uma brasileira de 31 anos, era acompanhada no Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Os exames que afastaram a suspeita foram realizados pelo Instituto Adolfo Lutz.

A paciente está em tratamento para gastroenterocolite aguda. Ela havia viajado recentemente para a República Democrática do Congo (RDC), permanece internada e teve evolução clínica favorável. 

“Um resultado negativo em amostra coletada antes de 72 horas do início dos sintomas não é suficiente para afastar a infecção. Nessa situação, o protocolo prevê uma nova coleta após esse período. As duas amostras apresentaram resultado negativo, atendendo ao critério laboratorial para o descarte do caso”, explicou Adriana Bugno, diretora-geral do Instituto Adolfo Lutz, em nota à imprensa.

O primeiro caso suspeito, de um homem de 37 anos que também viajou para a RDC, foi descartado no dia 1º de junho.

Durante o acompanhamento de ambos, o Centro de Vigilância Epidemiológica “Prof. Alexandre Vranjac” (CVE-SP) iniciou a investigação após os pacientes atenderem aos critérios clínicos e epidemiológicos para a classificação como casos suspeitos, considerando o histórico recente de viagem a áreas com transmissão ativa e os sintomas apresentados, além de notificar o Ministério da Saúde.

“Casos suspeitos precisam ser identificados e investigados com rapidez, mesmo quando o risco de introdução da doença é muito baixo. Isso permite adotar as medidas de assistência e biossegurança desde o primeiro atendimento e concluir o diagnóstico de forma segura”, afirmou à imprensa Regiane de Paula, coordenadora em Saúde da Coordenadoria de Controle de Doenças da Secretaria Estadual de Saúde.

Surto 

A República Democrática do Congo enfrenta um surto de ebola. O número de casos confirmados da doença já passa de 689, com registro de 139 mortes.

De acordo com informações da agência de notícias Reuters, 17 novos casos foram notificados nas últimas 24 horas, todos na província de Ituri, onde os primeiros casos foram registrados.

* Com informações da Reuters

Fonte: EBC Saúde

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