Saúde
Anvisa proíbe venda de remédios da Needs e da Bwell
Saúde
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu nesta terça-feira (23) o comércio e a propaganda de todos os medicamentos das marcas Bwell e Needs, controladas pelo grupo RD Saúde, mesma controladora das drograrias Raia e Drogasil.

Os produtos não podem ser vendidos nas lojas, nos sites e nem por terceiros.
De acordo com a agência reguladora, a empresa não tem autorização para produzir medicamentos.
A determinação da Anvisa vale apenas para remédios. As marcas produzem outros itens, como de higiene e beleza. Estes continuam sendo comercializados normalmente.
Em nota enviada ao site Poder360, a RD Saúde informou que “não é indústria e não produz medicamentos”, e vai recorrer da decisão.
“Os medicamentos das marcas Bwell e Needs são produzidos por indústrias farmacêuticas devidamente licenciadas e autorizadas pela Anvisa, seguindo rigorosamente as normas regulatórias aplicáveis. Os produtos das duas marcas estão devidamente registrados na agência reguladora. A empresa vai detalhar seus procedimentos em recurso administrativo a ser apresentado à Anvisa”, afirma….
Saúde
Maioria dos pacientes que importam remédios canábicos faz musculação
Uma pesquisa inédita da Blis Data 2026, a maior base de dados sobre pacientes canábicos da América Latina, aponta a musculação como a principal atividade praticada por quem faz esse tipo de tratamento com produtos importados. Ela aparece no topo da lista das modalidades mais populares, com 44%.

Levantar peso para trabalhar os músculos fica em primeiro lugar com forte predominância, já que a segunda colocada, a caminhada, soma apenas 9%. Corrida e pilates respondem, respectivamente, por 8,4% e 8%.
Na quinta colocação fica o ciclismo (6%). Em uma relação mais longa, de 10 posições, o futebol figura em penúltimo, isto é, 9º lugar.
A maioria (54%) dos participantes se exercita de três a cinco vezes por semana. Um quinto (20%) mantém-se ativo diariamente.
A Blis Data 2026 revela ainda as queixas mais comumente relatadas pelos pacientes canábicos. São elas: perda de foco (1°), sono ruim (2°) e estresse matinal (3°).
Outro dado importante diz respeito à utilização casada do medicamento canábico com outros, convencionais. Nesse caso, a parcela é de mais de 54%.
A plataforma elaborou o levantamento após filtrar mais de 75 mil cadastros seus, limitando-se a analisar somente os hábitos do grupo não sedentário, majoritário e que totaliza mais de 47 mil pessoas. Os cadastros são feitos voluntariamente e incluem questões sobre aspectos emocionais concernentes ao uso de medicamentos à base de cannabis sativa.
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