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Wilson Santos apresenta diagnóstico sobre o rio Cuiabá após expedição de 900 km

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A comitiva da expedição teve o envolvimento de cerca de 25 profissionais que realizaram a fiscalização ao longo da bacia hidrográfica

A comitiva da expedição teve o envolvimento de cerca de 25 profissionais que realizaram a fiscalização ao longo da bacia hidrográfica

Foto: Samantha dos Anjos

A Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) convida os profissionais da imprensa para a coletiva de apresentação do Diagnóstico Ambiental e Social da 3ª Expedição Fluvial pelo Rio Cuiabá, liderada pelo deputado Wilson Santos (PSD), realizada entre os dias 9 e 13 de março, com percurso de cerca de 900 km – do Rio Manso ao Pantanal.

Ao longo da bacia hidrográfica do rio, a comitiva – que teve o envolvimento de cerca de 25 profissionais – identificou pontos críticos, como: poluição do rio, descarte irregular de lixo nas margens, lançamento de esgoto sem tratamento, falta de saneamento básico, impactos da Lei da Pesca e da implantação da barragem da Usina Hidrelétrica de Manso e as dificuldades enfrentadas pelos pescadores profissionais da região. Também será apresentado o Plano da Bacia Hidrográfica do Rio Cuiabá, estudo em elaboração e finalização por pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

A coletiva terá a presença de representantes da Marinha do Brasil, do Batalhão da Polícia Militar de Proteção Ambiental, da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), da Associação de Segmento de Pesca de Mato Grosso (ASP) e do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Cuiabá – sendo que todas as instituições integraram a expedição.

Durante o encontro com a imprensa, será realizada uma apresentação com os principais registros da expedição, incluindo fotografias e vídeos feitos ao longo do percurso, que também ficarão disponíveis para utilização pelos veículos de comunicação interessados.

Data: 17 de março de 2026 (Terça-Feira)

Horário: 14h30

Local: Auditório Milton Figueiredo – Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Confirmação de presença e Informações: Samantha dos Anjos – 065 99639 9715 (Assessoria de Imprensa)

Fonte: ALMT – MT

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Política

Pedro Taques afirma que denúncia à PGR deu origem à investigação da PF sobre acordo de R$ 308 milhões entre Governo de MT e Oi

Ex-governador diz que representação criminal do seu escritório originou a Operação Heritage. Mauro Mendes nega irregularidades e fala em disputa política

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Foto: Reprodução

A investigação da Polícia Federal sobre o acordo de aproximadamente *R$ 308 milhões* firmado entre o Governo de Mato Grosso e a Oi S.A. voltou ao centro do debate político nesta quinta-feira, (6-8)

Em coletiva de imprensa acompanhada pela equipe do *Espia News*, o pré-candidato ao Senado da República *Pedro Taques*, afirmou que a representação criminal apresentada por seu escritório à Procuradoria-Geral da República (PGR) foi o ponto de partida para a apuração que culminou na deflagração da *Operação Heritage*.

Segundo Taques, a denúncia foi construída a partir da análise de documentos que, na avaliação dele, apontam possíveis irregularidades na celebração do acordo entre o Estado e a operadora de telefonia.

*Como surgiu o caso*
O acordo investigado envolve uma disputa tributária entre o Governo de Mato Grosso e a Oi S.A., encerrada por meio de um acordo administrativo que movimentou cerca de R$ 308 milhões.

Na coletiva, Pedro Taques afirmou que o Estado possuía decisões judiciais favoráveis e que, por isso, não haveria fundamento jurídico para a celebração do acordo da forma como ocorreu. Segundo ele, a legislação estadual que criou a Câmara de Resolução Consensual de Conflitos, a *Consenso-MT*, não autorizaria esse tipo de negociação envolvendo créditos tributários.

O ex-governador também disse que sua equipe identificou movimentações financeiras consideradas suspeitas envolvendo fundos de investimento ligados aos valores pagos no acordo. As informações foram reunidas em uma representação encaminhada à PGR, que posteriormente resultou na abertura das investigações pela Polícia Federal.

*O que disse Pedro Taques*
Durante a coletiva, Taques fez duras críticas ao acordo firmado pelo Governo do Estado e afirmou que:
– *A investigação da PF teve origem* na representação criminal apresentada por seu escritório;
– *O acordo com a Oi foi ilegal*, em sua avaliação;
– *Houve falhas nos critérios* utilizados para definir os valores envolvidos;
– *O fluxo dos recursos públicos precisa ser esclarecido* pelas autoridades responsáveis.

O ex-governador destacou ainda que as medidas cautelares da Operação Heritage foram autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal após manifestação da Procuradoria-Geral da República.

*O que investiga a Polícia Federal*
A Operação Heritage apura se houve irregularidades na negociação envolvendo recursos públicos destinados ao acordo com a Oi.

Entre os crimes investigados estão: *organização criminosa, peculato, lavagem de dinheiro, crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e uso de informação privilegiada*.

Até o momento, a investigação segue em andamento e não há condenação de qualquer investigado.

*O que diz Mauro Mendes*
*Mauro Mendes nega todas as acusações.*

Em manifestações públicas, o ex-governador afirma que o acordo foi celebrado dentro da legalidade, com respaldo técnico e jurídico, e sustenta que a investigação esclarecerá a regularidade dos atos praticados durante sua gestão. Mendes também atribui as acusações ao ambiente de disputa política.

*Investigação continua*
A Polícia Federal prossegue com a coleta de provas e a análise dos documentos apreendidos durante a Operação Heritage.

A existência da investigação não representa condenação, e todos os investigados têm assegurados os direitos ao contraditório, à ampla defesa e à presunção de inocência.

O *Espia News* continuará acompanhando o andamento do caso e trará novas informações à medida que houver manifestações oficiais das autoridades e das partes envolvidas.

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