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Deputado Thiago Silva propõe aulas de robótica em todas as escolas de Mato Grosso

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Política

O presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, deputado Thiago Silva (MDB), defende durante entrevista em rádio 87,9FM (26) que a Secretaria estadual de Educação (Seduc) amplie o Programa de Robótica Educacional para todas as escolas e municípios do estado.

Thiago Silva tem pautado na Assembleia Legislativa de Mato grosso (ALMT) desde o início do seu mandato, o tema “Robótica” nas escolas. Ele destacou o avanço da política pública criada pelo Estado, que tem sido bem aceita por toda a comunidade escolar.

“Parabenizo o governador Mauro Mendes (União) e servidores da Secretaria Estadual de Educação pela iniciativa deste projeto inovador, que prepara nossos alunos para as profissões do futuro através de aulas de robótica. Hoje, mais de 200 escolas já possuem aulas de robótica, e queremos que esse número seja ampliado para atender as mais de 600 unidades escolares de Mato Grosso”, reforçou o deputado.

De acordo com Laura Pereira, mãe da aluna Luiza, da rede estadual, este projeto é de grande valia, pois muitas escolas da rede particular não possuem esta disciplina, o que comprova o avanço e as melhorias na rede estadual.

O compromisso do deputado é trabalhar em conjunto com o governo do estado e a Secretaria de Educação para viabilizar a expansão deste projeto, que poderá envolver capacitação de professores, aquisição de materiais e a integração da robótica como ferramenta pedagógica. A medida, segundo o parlamentar, posiciona Mato Grosso como um caso de estudo em políticas públicas educacionais focadas em inovação, com potencial para atrair investimentos do setor de tecnologia e fortalecer o ecossistema local de startups.

Fonte: ALMT – MT

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Pedro Taques afirma que denúncia à PGR deu origem à investigação da PF sobre acordo de R$ 308 milhões entre Governo de MT e Oi

Ex-governador diz que representação criminal do seu escritório originou a Operação Heritage. Mauro Mendes nega irregularidades e fala em disputa política

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Foto: Reprodução

A investigação da Polícia Federal sobre o acordo de aproximadamente *R$ 308 milhões* firmado entre o Governo de Mato Grosso e a Oi S.A. voltou ao centro do debate político nesta quinta-feira, (6-8)

Em coletiva de imprensa acompanhada pela equipe do *Espia News*, o pré-candidato ao Senado da República *Pedro Taques*, afirmou que a representação criminal apresentada por seu escritório à Procuradoria-Geral da República (PGR) foi o ponto de partida para a apuração que culminou na deflagração da *Operação Heritage*.

Segundo Taques, a denúncia foi construída a partir da análise de documentos que, na avaliação dele, apontam possíveis irregularidades na celebração do acordo entre o Estado e a operadora de telefonia.

*Como surgiu o caso*
O acordo investigado envolve uma disputa tributária entre o Governo de Mato Grosso e a Oi S.A., encerrada por meio de um acordo administrativo que movimentou cerca de R$ 308 milhões.

Na coletiva, Pedro Taques afirmou que o Estado possuía decisões judiciais favoráveis e que, por isso, não haveria fundamento jurídico para a celebração do acordo da forma como ocorreu. Segundo ele, a legislação estadual que criou a Câmara de Resolução Consensual de Conflitos, a *Consenso-MT*, não autorizaria esse tipo de negociação envolvendo créditos tributários.

O ex-governador também disse que sua equipe identificou movimentações financeiras consideradas suspeitas envolvendo fundos de investimento ligados aos valores pagos no acordo. As informações foram reunidas em uma representação encaminhada à PGR, que posteriormente resultou na abertura das investigações pela Polícia Federal.

*O que disse Pedro Taques*
Durante a coletiva, Taques fez duras críticas ao acordo firmado pelo Governo do Estado e afirmou que:
– *A investigação da PF teve origem* na representação criminal apresentada por seu escritório;
– *O acordo com a Oi foi ilegal*, em sua avaliação;
– *Houve falhas nos critérios* utilizados para definir os valores envolvidos;
– *O fluxo dos recursos públicos precisa ser esclarecido* pelas autoridades responsáveis.

O ex-governador destacou ainda que as medidas cautelares da Operação Heritage foram autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal após manifestação da Procuradoria-Geral da República.

*O que investiga a Polícia Federal*
A Operação Heritage apura se houve irregularidades na negociação envolvendo recursos públicos destinados ao acordo com a Oi.

Entre os crimes investigados estão: *organização criminosa, peculato, lavagem de dinheiro, crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e uso de informação privilegiada*.

Até o momento, a investigação segue em andamento e não há condenação de qualquer investigado.

*O que diz Mauro Mendes*
*Mauro Mendes nega todas as acusações.*

Em manifestações públicas, o ex-governador afirma que o acordo foi celebrado dentro da legalidade, com respaldo técnico e jurídico, e sustenta que a investigação esclarecerá a regularidade dos atos praticados durante sua gestão. Mendes também atribui as acusações ao ambiente de disputa política.

*Investigação continua*
A Polícia Federal prossegue com a coleta de provas e a análise dos documentos apreendidos durante a Operação Heritage.

A existência da investigação não representa condenação, e todos os investigados têm assegurados os direitos ao contraditório, à ampla defesa e à presunção de inocência.

O *Espia News* continuará acompanhando o andamento do caso e trará novas informações à medida que houver manifestações oficiais das autoridades e das partes envolvidas.

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