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Coronel Assis integra caminhada a Brasília e diz que ato representa indignação popular

Publicado em

Política

O deputado federal Coronel Assis (União-MT) oficializou nesta terça-feira (20), sua adesão à caminhada com destino a Brasília, iniciativa liderada pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) e que vem ganhando destaque no cenário político nacional. O movimento reúne parlamentares e apoiadores em um ato simbólico que, segundo os organizadores, expressa a insatisfação de uma parcela da sociedade e a cobrança por mudanças concretas no país.

Em deslocamento pelo estado de Goiás, Coronel Assis ressaltou que a mobilização não se trata apenas de um gesto político, mas de uma demonstração pública de que a sociedade brasileira quer ser ouvida.

Para o parlamentar, a caminhada representa um chamado ao despertar cívico e à participação ativa da população nas decisões que impactam o futuro do Brasil.

“Estamos no estado de Goiás agora, já em deslocamento, para nos juntarmos aos demais deputados federais capitaneados por Nikolas Ferreira nessa grande caminhada. Esse é um grande gesto de indignação por parte da sociedade brasileira, mostrando que o Brasil tem gente. Nós queremos que o Brasil se desperte. E é por isso que no Mato Grosso, eu como representante lá na Câmara dos Deputados, como vice-líder da oposição, tenho que estar presente. Tenho que representar você, mato-grossense, que também acredita nessa mudança. Já, já estaremos juntos com os demais deputados federais, lutando, caminhando e mostrando a todo o Brasil que nós não estamos parados. Nós queremos a verdadeira mudança”, declarou o Coronel Assis.

A participação do deputado mato-grossense reforça o peso político da caminhada, especialmente por sua atuação como vice-líder da oposição na Câmara dos Deputados.

A expectativa é de que a chegada a Brasília concentre lideranças políticas e apoiadores, transformando a caminhada em um novo capítulo de pressão popular e articulação política no cenário nacional.

O movimento:

Nikolas teve a iniciativa de fazer a caminhada como forma de protesto contra os recentes acontecimentos na política brasileira, entre eles, a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O jovem deputado elenca diferentes “escândalos”, como a condenação dos envolvidos na tentativa de golpe em 8 de janeiro de 2023, a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) e o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Assis é um dos maiores críticos da perseguição de Lula e do STF  contra políticos e apoiadores da direita no Brasil.

Recentemente, Assis criticou com veemência ao veto do presidente Lula ao projeto que previa a redução de penas para os condenados e perseguidos políticos pelos atos de 8 de janeiro de 2023. A decisão presidencial foi publicada no dia 08 de janeiro, exatamente três anos após o episódio.

Para o Coronel Assis, a escolha da data não foi mera coincidência, e sim um sadismo por parte do presidente para punir os opositores do atual governo.

O Atual

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Pedro Taques afirma que denúncia à PGR deu origem à investigação da PF sobre acordo de R$ 308 milhões entre Governo de MT e Oi

Ex-governador diz que representação criminal do seu escritório originou a Operação Heritage. Mauro Mendes nega irregularidades e fala em disputa política

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Foto: Reprodução

A investigação da Polícia Federal sobre o acordo de aproximadamente *R$ 308 milhões* firmado entre o Governo de Mato Grosso e a Oi S.A. voltou ao centro do debate político nesta quinta-feira, (6-8)

Em coletiva de imprensa acompanhada pela equipe do *Espia News*, o pré-candidato ao Senado da República *Pedro Taques*, afirmou que a representação criminal apresentada por seu escritório à Procuradoria-Geral da República (PGR) foi o ponto de partida para a apuração que culminou na deflagração da *Operação Heritage*.

Segundo Taques, a denúncia foi construída a partir da análise de documentos que, na avaliação dele, apontam possíveis irregularidades na celebração do acordo entre o Estado e a operadora de telefonia.

*Como surgiu o caso*
O acordo investigado envolve uma disputa tributária entre o Governo de Mato Grosso e a Oi S.A., encerrada por meio de um acordo administrativo que movimentou cerca de R$ 308 milhões.

Na coletiva, Pedro Taques afirmou que o Estado possuía decisões judiciais favoráveis e que, por isso, não haveria fundamento jurídico para a celebração do acordo da forma como ocorreu. Segundo ele, a legislação estadual que criou a Câmara de Resolução Consensual de Conflitos, a *Consenso-MT*, não autorizaria esse tipo de negociação envolvendo créditos tributários.

O ex-governador também disse que sua equipe identificou movimentações financeiras consideradas suspeitas envolvendo fundos de investimento ligados aos valores pagos no acordo. As informações foram reunidas em uma representação encaminhada à PGR, que posteriormente resultou na abertura das investigações pela Polícia Federal.

*O que disse Pedro Taques*
Durante a coletiva, Taques fez duras críticas ao acordo firmado pelo Governo do Estado e afirmou que:
– *A investigação da PF teve origem* na representação criminal apresentada por seu escritório;
– *O acordo com a Oi foi ilegal*, em sua avaliação;
– *Houve falhas nos critérios* utilizados para definir os valores envolvidos;
– *O fluxo dos recursos públicos precisa ser esclarecido* pelas autoridades responsáveis.

O ex-governador destacou ainda que as medidas cautelares da Operação Heritage foram autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal após manifestação da Procuradoria-Geral da República.

*O que investiga a Polícia Federal*
A Operação Heritage apura se houve irregularidades na negociação envolvendo recursos públicos destinados ao acordo com a Oi.

Entre os crimes investigados estão: *organização criminosa, peculato, lavagem de dinheiro, crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e uso de informação privilegiada*.

Até o momento, a investigação segue em andamento e não há condenação de qualquer investigado.

*O que diz Mauro Mendes*
*Mauro Mendes nega todas as acusações.*

Em manifestações públicas, o ex-governador afirma que o acordo foi celebrado dentro da legalidade, com respaldo técnico e jurídico, e sustenta que a investigação esclarecerá a regularidade dos atos praticados durante sua gestão. Mendes também atribui as acusações ao ambiente de disputa política.

*Investigação continua*
A Polícia Federal prossegue com a coleta de provas e a análise dos documentos apreendidos durante a Operação Heritage.

A existência da investigação não representa condenação, e todos os investigados têm assegurados os direitos ao contraditório, à ampla defesa e à presunção de inocência.

O *Espia News* continuará acompanhando o andamento do caso e trará novas informações à medida que houver manifestações oficiais das autoridades e das partes envolvidas.

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