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Airton Callai transmite Presidência da Câmara a Nadir Santana e assume Prefeitura de Lucas do Rio Verde interinamente

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O presidente da Câmara Municipal de Lucas do Rio Verde, vereadorAirton Callai (Republicanos), transmitiu oficialmente na manhã desta segunda-feira (13), o comando do Poder Legislativo à vice-presidente da Casa, vereadoraNadir Santana (União Brasil). A parlamentar permanecerá à frente da Presidência da Câmara até o dia 19 de julho.

Esta é aterceira vez, nesta legislatura, que Nadir Santana assume interinamente a Presidência do Legislativo, reafirmando a confiança da Mesa Diretora na condução dos trabalhos da Casa durante os afastamentos temporários do presidente.

A transmissão do cargo ocorreu em razão de Airton Callai assumir interinamente a Prefeitura de Lucas do Rio Verde durante o mesmo período. O vereador passa a ocupar o Executivo Municipal em virtude do afastamento temporário do prefeitoMiguel Vaze do vice-prefeitoJoci Piccini.

O momento também marca um fato inédito na trajetória de Airton Callai, queassume pela primeira vez a chefia do Poder Executivo luverdense, conduzindo a administração municipal de forma interina durante a ausência do prefeito e do vice-prefeito.

À frente da Presidência da Câmara Municipal, Nadir Santana será responsável pela condução dos trabalhos legislativos e das atividades administrativas do Poder Legislativo, além de representar institucionalmente a Casa durante o período.

Como primeiro compromisso na função,a presidente em exercício conduzirá a 22ª Sessão Ordinária de 2026, marcada já nesta segunda-feira, às 08h, no Plenário João Callai. A sessão dará continuidade às deliberações dos projetos e demais matérias constantes na pauta do Legislativo.

A transmissão do cargo garante a continuidade das atividades do Poder Legislativo, assegurando o pleno funcionamento das ações parlamentares e administrativas da Câmara Municipal enquanto o presidente exerce interinamente o cargo de prefeito.

Ao assumir a Prefeitura, Airton Callai destacou a responsabilidade da missão e a importância da harmonia entre os poderes para a continuidade da gestão pública.

“Recebo essa missão com muita responsabilidade e gratidão. Estar à frente do Executivo Municipal, mesmo que de forma interina, é uma grande honra e uma demonstração da confiança nas instituições. Tenho plena confiança de que a vereadora Nadir Santana conduzirá os trabalhos da Câmara com competência e responsabilidade, garantindo que o Legislativo continue cumprindo seu papel em benefício da população de Lucas do Rio Verde.”

Nadir Santana ressaltou a satisfação em assumir novamente a Presidência da Câmara Municipal e reafirmou o compromisso de dar continuidade aos trabalhos legislativos, mantendo o diálogo institucional e garantindo o andamento das atividades da Casa durante o período de substituição.



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Pedro Taques afirma que denúncia à PGR deu origem à investigação da PF sobre acordo de R$ 308 milhões entre Governo de MT e Oi

Ex-governador diz que representação criminal do seu escritório originou a Operação Heritage. Mauro Mendes nega irregularidades e fala em disputa política

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Foto: Reprodução

A investigação da Polícia Federal sobre o acordo de aproximadamente *R$ 308 milhões* firmado entre o Governo de Mato Grosso e a Oi S.A. voltou ao centro do debate político nesta quinta-feira, (6-8)

Em coletiva de imprensa acompanhada pela equipe do *Espia News*, o pré-candidato ao Senado da República *Pedro Taques*, afirmou que a representação criminal apresentada por seu escritório à Procuradoria-Geral da República (PGR) foi o ponto de partida para a apuração que culminou na deflagração da *Operação Heritage*.

Segundo Taques, a denúncia foi construída a partir da análise de documentos que, na avaliação dele, apontam possíveis irregularidades na celebração do acordo entre o Estado e a operadora de telefonia.

*Como surgiu o caso*
O acordo investigado envolve uma disputa tributária entre o Governo de Mato Grosso e a Oi S.A., encerrada por meio de um acordo administrativo que movimentou cerca de R$ 308 milhões.

Na coletiva, Pedro Taques afirmou que o Estado possuía decisões judiciais favoráveis e que, por isso, não haveria fundamento jurídico para a celebração do acordo da forma como ocorreu. Segundo ele, a legislação estadual que criou a Câmara de Resolução Consensual de Conflitos, a *Consenso-MT*, não autorizaria esse tipo de negociação envolvendo créditos tributários.

O ex-governador também disse que sua equipe identificou movimentações financeiras consideradas suspeitas envolvendo fundos de investimento ligados aos valores pagos no acordo. As informações foram reunidas em uma representação encaminhada à PGR, que posteriormente resultou na abertura das investigações pela Polícia Federal.

*O que disse Pedro Taques*
Durante a coletiva, Taques fez duras críticas ao acordo firmado pelo Governo do Estado e afirmou que:
– *A investigação da PF teve origem* na representação criminal apresentada por seu escritório;
– *O acordo com a Oi foi ilegal*, em sua avaliação;
– *Houve falhas nos critérios* utilizados para definir os valores envolvidos;
– *O fluxo dos recursos públicos precisa ser esclarecido* pelas autoridades responsáveis.

O ex-governador destacou ainda que as medidas cautelares da Operação Heritage foram autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal após manifestação da Procuradoria-Geral da República.

*O que investiga a Polícia Federal*
A Operação Heritage apura se houve irregularidades na negociação envolvendo recursos públicos destinados ao acordo com a Oi.

Entre os crimes investigados estão: *organização criminosa, peculato, lavagem de dinheiro, crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e uso de informação privilegiada*.

Até o momento, a investigação segue em andamento e não há condenação de qualquer investigado.

*O que diz Mauro Mendes*
*Mauro Mendes nega todas as acusações.*

Em manifestações públicas, o ex-governador afirma que o acordo foi celebrado dentro da legalidade, com respaldo técnico e jurídico, e sustenta que a investigação esclarecerá a regularidade dos atos praticados durante sua gestão. Mendes também atribui as acusações ao ambiente de disputa política.

*Investigação continua*
A Polícia Federal prossegue com a coleta de provas e a análise dos documentos apreendidos durante a Operação Heritage.

A existência da investigação não representa condenação, e todos os investigados têm assegurados os direitos ao contraditório, à ampla defesa e à presunção de inocência.

O *Espia News* continuará acompanhando o andamento do caso e trará novas informações à medida que houver manifestações oficiais das autoridades e das partes envolvidas.

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