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Polícia

Empresário que matou ex-jogador de vôlei por ciúmes da ex pega 22 anos de prisão

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O Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta terça-feira (14), o empresário Idirley Alves Pacheco a 22 anos de prisão, em regime inicial fechado, pelo assassinato do ex-jogador da seleção brasileira de vôlei, Everton Fagundes Pereira da Conceição, de 46 anos, conhecido como “Boi”. O julgamento durou cerca de 12 horas e também resultou na condenação pelos crimes de sequestro e coação de testemunhas.

Everton foi morto no dia 11 de julho de 2025, na região do bairro Paiaguás, na Capital. À época, as investigações da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) apontaram que o crime foi motivado por ciúmes, após a vítima iniciar um relacionamento com a ex-companheira do empresário.

Idirley não aceitava o fim do relacionamento e já havia sido alvo de denúncia e pedido de medida protetiva por parte da ex-mulher semanas antes do crime. Para atrair a vítima, ele pediu ajuda sob o pretexto de guardar uma caminhonete Volkswagen Amarok, alegando que o carro poderia ser alvo de busca e apreensão.

Durante o deslocamento, Everton foi rendido dentro da caminhonete e mantido sob ameaça. O veículo acabou colidindo com outro carro e, na sequência, o ex-atleta foi atingido por seis disparos de arma de fogo, a maioria pelas costas e a curta distância. O crime ocorreu em via pública.

As investigações também apontaram que, após o homicídio, o empresário teria ameaçado familiares da ex-companheira por meio de videochamadas, com o objetivo de impedir que prestassem depoimento.

No julgamento, os jurados reconheceram que o assassinato foi cometido por motivo torpe, com uso de meio que aumentou o sofrimento da vítima e de forma que dificultou qualquer chance de defesa. Também foi considerado que Everton teve a liberdade restringida antes de ser morto, o que caracterizou o sequestro.

O réu foi mantido preso e não poderá recorrer em liberdade. A Justiça determinou o início imediato do cumprimento da pena.

Além da prisão, Idirley Alves Pacheco foi condenado ao pagamento de indenização por danos morais no valor de 60 salários mínimos aos familiares da vítima. Segundo o promotor de Justiça Samuel Frungilo, a medida “reconhece o sofrimento causado à família e os impactos provocados pelo crime”.

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Força Tática e Gefron apreendem 63 quilos de pasta base e causam prejuízo de R$ 1,2 milhão às facções criminosas

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Policiais militares da Força Tática do 2º Comando Regional e do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) apreenderam 63 quilos de pasta base de cocaína, neste domingo (21.6), em Várzea Grande. A ação causou prejuízo de R$ 1,2 milhão ao crime e resultou na prisão de dois homens e uma mulher por tráfico ilícito de drogas.

A apreensão ocorreu durante a execução das operações Protetor das Fronteiras e Brasil Contra o Crime Organizado, após denúncias sobre circulação de entorpecentes no bairro Nair Sacre.

Nas diligências, os policiais flagraram dois homens descarregando caixas de um veículo Renault Oroch para dentro de uma residência. Diante do flagrante, os policiais iniciaram a abordagem. Os suspeitos tentaram fugir, sendo que um deles fugiu para dentro da casa e o outro com o próprio veículo, mas ambos foram interceptados.

Na verificação do veículo e no interior da residência, foram encontrados 60 tabletes de pasta base de cocaína dentro de caixas de papelão, totalizando 63 quilos de drogas.

Ainda dentro da residência, a terceira suspeita foi detida. Ela se apresentou como esposa de um dos homens e disse que receberia uma quantia em dinheiro para armazenar as drogas na casa.

Os três suspeitos receberam voz de prisão e foram conduzidos à Central de Flagrantes de Várzea Grande e encaminhados à Polícia Judiciária Civil para demais providências.

A operação também contou com apoio da Polícia Militar de Goiás e do Exército Brasileiro.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Foto: Reprodução/Polícia Militar - MT
Foto: Reprodução/Polícia Militar – MT

 



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