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Mato Grosso

Série do TJMT “Justiça pela Vida” mostra dados e histórias reais sobre feminicídio em Mato Grosso

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Mato Grosso


Março é marcado pelas celebrações do Dia Internacional da Mulher, mas também reforça a necessidade de refletir sobre a violência que ainda atinge milhares de brasileiras. Em Mato Grosso, o feminicídio segue como uma realidade alarmante. Para ampliar o debate e dar visibilidade a essa grave violação de direitos, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) lança nesta semana a série especial “Justiça pela Vida: o retrato do feminicídio em MT”.

A produção apresenta, ao longo de cinco episódios, histórias reais, dados e relatos que revelam como a violência contra a mulher se manifesta e quais caminhos podem ajudar a interromper esse ciclo. Os vídeos serão divulgados diariamente nos canais institucionais do Judiciário mato-grossense.

A primeira reportagem da série mostra o avanço dos casos no estado. Em 2025, 53 mulheres foram vítimas de feminicídio em Mato Grosso, um aumento de 13% em relação ao ano anterior. A maioria das vítimas tinha entre 18 e 45 anos e, em quase 80% dos casos, o crime foi cometido pelo parceiro íntimo. Grande parte das mortes ocorreu dentro da própria casa, muitas vezes motivada por violência doméstica, ciúmes ou pela recusa do agressor em aceitar o fim do relacionamento.

Mais do que números, a série busca mostrar que cada caso representa uma vida interrompida e famílias marcadas pela dor. Também apresenta histórias de mulheres que conseguiram romper o ciclo da violência com o apoio de redes de proteção, reforçando a importância da informação, da denúncia e do acolhimento para salvar vidas.

Assista ao primeiro episódio da série “Justiça pela Vida: o retrato do feminicídio em MT” no link https://youtu.be/ylzX48MDn4g e acompanhe, ao longo da semana, os próximos capítulos nos canais oficiais do TJMT.

Autor: Roberta Penha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Mato Grosso

Max Russi afirma confiança da ALMT nas instituições para apuração da Operação Tomada de Contas

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (Podemos), defendeu o aprofundamento das investigações da Operação Tomada de Contas, deflagrada pela Polícia Federal (PF) em 29 de outubro, que resultou na prisão do presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), Sérgio Ricardo. “A Assembleia confia na Polícia Federal, no Ministério Público e na imprensa”, afirmou.

Durante coletiva de imprensa realizada na manhã desta quarta-feira (4), Max classificou a situação como muito ruim e ressaltou a importância da atuação dos órgãos de investigação e do acompanhamento da imprensa para o esclarecimento dos fatos e a eventual responsabilização dos envolvidos, caso sejam comprovadas irregularidades.

“Eu acredito que isso vai ser muito bem apurado, a sociedade vai acompanhar de perto e a Assembleia Legislativa também. Vamos confiar nesses órgãos e aquilo que for papel da ALMT, nós vamos tomar todas as providências. Eu falo em nome do Parlamento estadual e tenho certeza que podemos contar com todos os deputados”, afirmou.

O presidente reforçou ainda que a Assembleia acompanhará os desdobramentos da operação e adotará as medidas que estiverem dentro de suas atribuições, conforme o avanço das investigações. A intenção, segundo o parlamentar, é contribuir para que os fatos sejam esclarecidos e eventuais responsabilidades sejam devidamente apuradas.

A Operação – A Operação Tomada de Contas foi deflagrada em 29 de outubro pela Polícia Federal, com autorização do Superior Tribunal de Justiça (STJ), para investigar um suposto esquema de fraudes em contratos, lavagem de dinheiro e organização criminosa no Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT).

Foram cumpridos mandados de prisão preventiva contra o presidente do TCE-MT, Sérgio Ricardo de Almeida, e outros investigados, entre eles o consultor jurídico-geral Grhegory Paiva Pires, Roseli Loss, Adriangelo Barros Antunes, Gustavo Fernandes da Silva e Felipe José Glinke.



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