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Mato Grosso

Politec bate recorde e emite mais de 75 mil laudos periciais emitidos em 2025

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Mato Grosso

A Perícia Oficial e Identificação Técnica de Mato Grosso (Politec) encerrou o ano de 2025 com a emissão de 75.568 laudos periciais, o maior volume já registrado pela instituição em toda a série histórica. O número reforça a relevância do trabalho técnico-científico desenvolvido em apoio às investigações criminais.

“Para além dos números, os laudos têm impacto direto na vida da população. Cada documento produzido pela Politec representa uma prova técnica fundamental para a elucidação de crimes e para o andamento de inquéritos policiais, ações penais e decisões judiciais. É por meio desses laudos que fatos são comprovados cientificamente, responsabilidades são atribuídas e direitos são garantidos, tanto para vítimas quanto para investigados”, afirmou o diretor-geral da Politec, Jaime Trevizan.

Os dados constam no Anuário da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) e evidenciam uma evolução progressiva na produção pericial. Em 2023, foram emitidos 64.814 laudos, número que subiu para 67.513 em 2024, até alcançar o patamar recorde registrado em 2025. O crescimento observado nos dois últimos anos confirma o aumento da demanda por serviços periciais em Mato Grosso.

“O avanço na produção de laudos indica uma ampliação da capacidade do Estado em responder, com maior agilidade e qualidade técnica, às demandas da sociedade. Na prática, esse crescimento contribui para investigações mais rápidas, processos judiciais mais robustos, redução de gargalos e maior segurança jurídica, refletindo diretamente no fortalecimento da Justiça e no combate à impunidade”, completou Jaime.

Estrutura e força de trabalho

A atuação pericial da Politec é sustentada por um quadro técnico composto por 676 profissionais da área finalística, distribuídos entre 294 peritos oficiais criminais, 141 peritos oficiais médicos-legistas, seis peritos oficiais odonto-legistas, 142 papiloscopistas e 93 técnicos de necropsia, responsáveis pela execução das atividades periciais em todo o Estado.

Esse contingente atende a uma ampla variedade de exames, muitos deles de alta complexidade técnica e científica, fundamentais para garantir a qualidade e a credibilidade das provas periciais produzidas.

O diretor-geral adjunto da Politec, Renato Simões, destacou que o resultado reflete o compromisso da equipe técnica com a sociedade. “Encerramos 2025 com esse grande avanço para a Politec, que reforça também os valores éticos dentro da instituição e para o Estado de Mato Grosso. Fechamos um número positivo, com todos os laudos entregues conforme normas e regras estabelecidas”, afirmou.

Para a diretora metropolitana de Criminalística em substituição, Quezia Vicente, o resultado é inédito e demonstra a continuidade do trabalho desenvolvido na área pericial.

“Foi um marco histórico de produtividade e demonstramos a elevada capacidade técnica e operacional da instituição. O desempenho foi impulsionado, especialmente, pelo crescimento expressivo das perícias de Computação Forense, além do aumento histórico, nos últimos três anos, das perícias de Meio Ambiente e Veicular”, concluiu.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Nova série da TV Assembleia estreia sábado (7) e revela curiosidades da natureza e da história de Mato Grosso

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A TV Assembleia de Mato Grosso (TVAL) estreia neste sábado (7), às 20h, a série inédita “Só Tem Aqui”, que apresenta descobertas científicas e curiosidades sobre a fauna e a história do estado. Dividida em quatro episódios, a produção aborda desde o comportamento de animais do Pantanal até pesquisas arqueológicas que levantam novas questões sobre a ocupação humana no continente americano.

O primeiro episódio será dedicado aos besouros conhecidos como rola-bostas, que desempenham funções importantes para o equilíbrio ambiental e apresentam comportamentos curiosos, como a capacidade de se orientar pela Via Láctea. Os demais programas serão exibidos nos sábados seguintes, sempre às 20h, com reprises ao longo da programação da emissora.

A ideia da série surgiu de uma inquietação do jornalista Anderson Sartori, que buscava novas formas de tornar a programação da TV pública mais atraente, sem deixar de lado seu papel educativo. Inicialmente voltado à história, o projeto ganhou novos caminhos quando ele percebeu o potencial das pesquisas sobre a natureza mato-grossense.

“Foi um insight que eu tive em casa, pensando em como melhorar o nosso trabalho, tornar o nosso trabalho como TV pública mais atraente e também cumprir o papel de TV pública”, conta Sartori, idealizador e apresentador da série.

A construção dos episódios exigiu contato com pesquisadores e instituições de ensino superior. Segundo o jornalista, algumas conversas se estenderam por três meses até que as informações científicas fossem organizadas em uma narrativa adequada à televisão. Entre a elaboração da proposta e as gravações, o projeto levou aproximadamente dois anos.

Foto: ANGELO VARELA / ALMT
Foto: ANGELO VARELA / ALMT

A preocupação em alcançar diferentes públicos também orientou a linguagem adotada. “A ideia é que seja um conteúdo profundo, mas ao mesmo tempo leve e, em alguns momentos, até engraçado e divertido, para que a gente consiga alcançar mais pessoas”, explica Sartori. 

Além das entrevistas com especialistas, a série conta com a participação da repórter Priscila Almeida, que conversa com estudantes do ensino fundamental sobre os assuntos apresentados.

 “Isso enriquece o projeto porque as crianças têm uma forma diferente de enxergar o mundo e frequentemente nos surpreendem com suas observações. Além disso, esse formato gera identificação com o público mais jovem e desperta interesse pela fauna, pela flora e pela ciência”, destaca Priscila.

Próximos episódios– No dia 14 de novembro, a série mostra pesquisas sobre onças-pintadas do norte do Pantanal que passaram a apresentar comportamentos cooperativos. Em 21 de novembro, o destaque será uma espécie de cobra-d’água que ainda desafia pesquisadores.

O encerramento, em 28 de novembro, abordará descobertas arqueológicas realizadas em Jangada, onde foram encontrados vestígios de aproximadamente 26 mil anos associados à presença humana e à megafauna. Para apresentar esse período histórico, a produção utiliza recursos de inteligência artificial na reconstrução de cenários, com trabalho de pós-produção do editor Marcos Okamura.

A série será exibida pela TV Assembleia nos canais abertos 30.1, em Cuiabá, e 9.2, no interior do estado. Além das reprises na programação, cada episódio ficará disponível no YouTube da emissora (@TVAssembleiaMT) após a estreia.



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