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Mato Grosso

Polícia Civil prende donos de madeireira e de mercado por furto de energia em Santa Carmem

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Mato Grosso

A Polícia Civil prendeu, nessa quinta-feira (22.1), dois empresários, proprietários de uma madeireira e de um mercado em Santa Carmem, suspeitos de furtar energia elétrica enquanto estão com grandes débitos com a concessionária de energia.

A ação foi realizada em conjunto entre a Delegacia de Santa Carmem, a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e a Energisa.

Durante a fiscalização, a madeireira foi flagrada com um transformador de 112,5 KVA ligado direto na rede, com um medidor “fictício”. A empresa possui um débito de R$ 519.350,90 com a concessionária de energia e segue usando energia.

Fiscais do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) também estiveram no local e identificaram madeiras ilegais para uso. Diante disso, além do furto de energia, o dono do local também poderá responder por crime ambiental contra a flora.

Em seguida, as equipes foram ao mercado, onde também foi identificada a ligação direta na rede de energia. O estabelecimento possui um débito com a concessionária de energia de R$ 217.890,27.

Os dois empresários foram presos em flagrante e levados para a Delegacia de Santa Carmem.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação

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Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.

A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.

Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.

O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Paralisação

No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.

Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.

Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.



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