Mato Grosso
Polícia Civil deflagra operação para prender suspeitos de roubo de armas em Porto Alegre do Norte
Mato Grosso
A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (5.2), a Operação Vis Restituta para cumprir mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva contra suspeitos de um roubo de armas ocorrido em Porto Alegre do Norte no dia 31 de janeiro.
O roubo foi realizado em uma propriedade rural localizada na MT-412. O caseiro e a esposa foram feitos reféns e sete armas de diversos calibres, todas legalizadas, foram subtraídas. O casal foi agredido com socos e trancado em um quarto.
A Polícia Civil foi acionada pelo proprietário das armas e do rancho logo após o crime e deu início às investigações do caso. Um dos suspeitos, de 29 anos, foi identificado ainda no dia do crime.
Após investigações, o segundo suspeito também foi identificado e a delegada Marcella Andrade Vieira Morisco, da Delegacia de Porto Alegre do Norte, representou pela prisão dos envolvidos e busca e apreensão em endereços ligados aos alvos. O Ministério Público se manifestou favorável e o pedido foi deferido pela Justiça.
Foram expedidos quatro mandados de busca e apreensão e dois de prisão. O primeiro suspeito, de 47 anos, foi localizado e preso na última segunda-feira (2), em Nova Xavantina.
A princípio, ele negou a participação no crime, mas acabou reconhecido pelas vítimas. Ele levou os policiais até uma das armas roubadas no rancho, uma pistola .44, que foi apreendida. Ele também foi autuado em flagrante por posse irregular de arma de fogo de uso restrito.
Outras duas armas roubadas no rancho foram recuperadas durante a semana após denúncias anônimas, um rifle calibre .22, com um carregador com 22 munições intactas e uma luneta, na segunda-feira (2), em um esconderijo às margens da BR-158; e um fuzil T4, na terça-feira (3), nas proximidades da saída de Confresa para Vila Rica, escondido em uma moita de capim.
Nessa quinta-feira (5), equipes da Delegacia de Porto Alegre do Norte, com apoio das Delegacias de Confresa, Derf e Delegacia Regional de Vila Rica, cumpriram os mandados de busca e apreensão.
Uma motocicleta pertencente ao suspeito de 29 anos foi apreendida, sob a suspeita de ter sido utilizada no crime. Ele está foragido e a Polícia Civil segue realizando buscas para cumprir o mandado de prisão e localizar as demais armas subtraídas.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação
Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.
A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.
Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.
O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.
Paralisação
No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.
Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.
Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.
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