Mato Grosso
Polícia Civil deflagra operação contra facção criminosa em Lucas do Rio Verde
Mato Grosso
A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (7.11), a Operação Ruptura, com o objetivo de desarticular uma célula de uma facção criminosa atuante em Mato Grosso responsável por coordenar o tráfico de drogas na região de Lucas do Rio Verde.
Foram cumpridas 28 ordens judiciais, 17 de prisão preventiva e 11 de busca e apreensão domiciliar, na área urbana de Lucas do Rio Verde, sob coordenação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Lucas do Rio Verde, com apoio das delegacias subordinadas à Regional de Nova Mutum.
Os alvos são investigados pelos crimes de organização criminosa, tráfico de drogas e associação para o tráfico.
De acordo com as investigações, todos os alvos integram uma facção criminosa e exercem a função de “lojistas”, termo usado para designar traficantes responsáveis pela venda direta de entorpecentes. Os criminosos obtinham lucro com a comercialização das drogas e repassavam parte dos valores arrecadados à facção, fortalecendo sua estrutura financeira e operacional.
A operação recebeu o nome “Ruptura” justamente por ter como meta romper a cadeia de abastecimento e distribuição de drogas que vinha se consolidando na região.
“A Operação Ruptura representa mais uma importante ofensiva da Polícia Civil de Mato Grosso no enfrentamento às facções criminosas e ao tráfico de drogas. O sucesso da ação é resultado de trabalho investigativo minucioso, conduzido pela equipe da Derf, que vem monitorando há meses a atuação da facção criminosa na região”, afirmou o delegado Artur Andrade de Almeida.
As investigações seguem em andamento e novas prisões não estão descartadas.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Max Russi afirma confiança da ALMT nas instituições para apuração da Operação Tomada de Contas
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (Podemos), defendeu o aprofundamento das investigações da Operação Tomada de Contas, deflagrada pela Polícia Federal (PF) em 29 de outubro, que resultou na prisão do presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), Sérgio Ricardo. “A Assembleia confia na Polícia Federal, no Ministério Público e na imprensa”, afirmou.
Durante coletiva de imprensa realizada na manhã desta quarta-feira (4), Max classificou a situação como muito ruim e ressaltou a importância da atuação dos órgãos de investigação e do acompanhamento da imprensa para o esclarecimento dos fatos e a eventual responsabilização dos envolvidos, caso sejam comprovadas irregularidades.
“Eu acredito que isso vai ser muito bem apurado, a sociedade vai acompanhar de perto e a Assembleia Legislativa também. Vamos confiar nesses órgãos e aquilo que for papel da ALMT, nós vamos tomar todas as providências. Eu falo em nome do Parlamento estadual e tenho certeza que podemos contar com todos os deputados”, afirmou.
O presidente reforçou ainda que a Assembleia acompanhará os desdobramentos da operação e adotará as medidas que estiverem dentro de suas atribuições, conforme o avanço das investigações. A intenção, segundo o parlamentar, é contribuir para que os fatos sejam esclarecidos e eventuais responsabilidades sejam devidamente apuradas.
A Operação – A Operação Tomada de Contas foi deflagrada em 29 de outubro pela Polícia Federal, com autorização do Superior Tribunal de Justiça (STJ), para investigar um suposto esquema de fraudes em contratos, lavagem de dinheiro e organização criminosa no Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT).
Foram cumpridos mandados de prisão preventiva contra o presidente do TCE-MT, Sérgio Ricardo de Almeida, e outros investigados, entre eles o consultor jurídico-geral Grhegory Paiva Pires, Roseli Loss, Adriangelo Barros Antunes, Gustavo Fernandes da Silva e Felipe José Glinke.
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