Mato Grosso
PM prende dois homens por porte ilegal de arma de fogo e apreende 154 munições
Mato Grosso
Policiais militares do 13º Batalhão prenderam dois homens, de 30 e 34 anos, por porte ilegal de arma de fogo, na noite desta quarta-feira (11.2), em Lucas do Rio Verde. Com os suspeitos, foram apreendidas uma pistola, duas espingardas e 154 munições de diversos calibres.
Durante uma fiscalização, a equipe policial realizou a abordagem em um veículo Fiat Strada, na zona rural do município. Na ação, o condutor e o passageiro apresentaram sinais de nervosismo e, com um dos suspeitos, foram encontradas uma pistola e 44 munições de calibre .9mm.
Em buscas no interior do automóvel, os policiais localizaram uma sacola contendo 50 munições de calibre .20. Em relato à PM, o suspeito confirmou que também possuía uma espingarda do mesmo calibre, sendo localizada em seguida.
Questionados sobre a posse de mais armas de fogo, os suspeitos negaram. Em continuidade das buscas, os policiais encontraram mais uma espingarda e 60 munições de calibre .22. Os homens informaram não possuir nenhuma documentação de porte das armas.
Diante do flagrante, os suspeitos foram encaminhados à delegacia, com o material apreendido, para as providências que o caso requer.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
*Sob supervisão Wellyngton Souza
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Max Russi afirma confiança da ALMT nas instituições para apuração da Operação Tomada de Contas
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (Podemos), defendeu o aprofundamento das investigações da Operação Tomada de Contas, deflagrada pela Polícia Federal (PF) em 29 de outubro, que resultou na prisão do presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), Sérgio Ricardo. “A Assembleia confia na Polícia Federal, no Ministério Público e na imprensa”, afirmou.
Durante coletiva de imprensa realizada na manhã desta quarta-feira (4), Max classificou a situação como muito ruim e ressaltou a importância da atuação dos órgãos de investigação e do acompanhamento da imprensa para o esclarecimento dos fatos e a eventual responsabilização dos envolvidos, caso sejam comprovadas irregularidades.
“Eu acredito que isso vai ser muito bem apurado, a sociedade vai acompanhar de perto e a Assembleia Legislativa também. Vamos confiar nesses órgãos e aquilo que for papel da ALMT, nós vamos tomar todas as providências. Eu falo em nome do Parlamento estadual e tenho certeza que podemos contar com todos os deputados”, afirmou.
O presidente reforçou ainda que a Assembleia acompanhará os desdobramentos da operação e adotará as medidas que estiverem dentro de suas atribuições, conforme o avanço das investigações. A intenção, segundo o parlamentar, é contribuir para que os fatos sejam esclarecidos e eventuais responsabilidades sejam devidamente apuradas.
A Operação – A Operação Tomada de Contas foi deflagrada em 29 de outubro pela Polícia Federal, com autorização do Superior Tribunal de Justiça (STJ), para investigar um suposto esquema de fraudes em contratos, lavagem de dinheiro e organização criminosa no Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT).
Foram cumpridos mandados de prisão preventiva contra o presidente do TCE-MT, Sérgio Ricardo de Almeida, e outros investigados, entre eles o consultor jurídico-geral Grhegory Paiva Pires, Roseli Loss, Adriangelo Barros Antunes, Gustavo Fernandes da Silva e Felipe José Glinke.
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