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NOTA DE PESAR

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O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, manifestou pesar profundo pelo falecimento do conselheiro aposentado Oscar Ribeiro, ocorrido nesta sexta-feira (19), aos 89 anos.

Oscar Ribeiro teve atuação marcante na história do TCE-MT, instituição da qual foi presidente no biênio 1990-1991 e ao longo do ano de 1997. Com extenso currículo ainda na vida pública, exerceu os cargos de secretário estadual de Educação, foi prefeito de Rosário Oeste e deputado estadual por três mandatos, quando também presidiu a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

Para o presidente Sérgio Ricardo, a trajetória de Oscar Ribeiro deixa um legado de grande relevância. “Oscar Ribeiro foi uma referência na história do Tribunal de Contas e na política de Mato Grosso. Seu compromisso com a gestão pública, com a educação e com a população deixa contribuições permanentes. Meus sentimentos à família pela perda inestimável”, afirmou.

Neste momento de dor, o presidente da Corte de Contas solidariza-se com os familiares e amigos, em especial com os dois filhos de Oscar Ribeiro, Maurélio de Lima Batista Ribeiro e João Virgílio Batista Ribeiro, servidores de carreira no TCE-MT. Em nome da instituição, Sérgio Ricardo deseja conforto e serenidade para enfrentar esta perda irreparável.

O velório será realizado na capela Santa Rita, em Cuiabá, a partir das 10h. O sepultamento ocorrerá às 17h, no cemitério da Piedade.

Fonte: TCE MT – MT

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Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação

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Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.

A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.

Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.

O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Paralisação

No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.

Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.

Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.



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