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Mato Grosso

Hospital Metropolitano realiza cerca de 5 mil cirurgias em 2025

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Mato Grosso

O Hospital Metropolitano, mantido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) em Várzea Grande, realizou 4.926 cirurgias de janeiro a novembro deste ano. Conforme os registros, 2.730 foram procedimentos ortopédicos, 1.075 foram cirurgias bariátricas, 383 de cirurgias gerais, 345 neurocirurgias, 301 cirurgias urológicas e 92 cirurgias vasculares.

A unidade também promoveu 45.620 consultas ambulatoriais, 527.658 exames e 5.033 procedimentos ambulatoriais. Ainda foram realizadas 5.941 internações no mesmo período.

“Temos que parabenizar o Hospital Metropolitano pelo grande volume de procedimentos, fundamental para atender a população com celeridade. Outra ação importante de se destacar é o mutirão de cirurgias, realizado ao menos em um sábado por mês que, com muito planejamento, reúne pacientes de todo o Estado para cirurgias gerais de menor complexidade”, afirmou o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo.

Nos 12 mutirões realizados até o fim de novembro, foram realizadas 383 cirurgias gerais para dar mais qualidade de vida aos pacientes que precisavam de procedimentos como colecistectomia (retirada de vesícula), hernioplastia (cirurgia de hérnia) inguinal e umbilical, fechamento de enterostomia (no abdômen) e hemorroida.

Segundo secretário adjunto de Gestão Hospitalar da SES, Oberdan Lira, outro ponto positivo é a realização integral dos exames pré-operatórios dentro da própria unidade, garantindo mais agilidade, segurança assistencial e melhor organização do fluxo.

“Essa estrutura permite a redução de atrasos e de suspensões de cirurgias, maior resolutividade do atendimento e mais conforto ao usuário, que pode realizar todas as etapas do preparo cirúrgico em um único local”, destacou.

A diretora do Hospital Metropolitano, Cristiane de Oliveira, acrescentou que o centro cirúrgico avançou significativamente na qualificação da segurança do paciente, com a consolidação do Checklist de Cirurgia Segura como ferramenta efetiva de cuidado.

“Além do registro em prontuário, o checklist passou a ser disponibilizado em quadro fixo em todas as salas operatórias, garantindo visualização permanente por toda a equipe durante os três momentos críticos do procedimento: antes da anestesia, antes da incisão cirúrgica e antes da saída do paciente da sala”, afirmou.

Essa estratégia fortaleceu a cultura de segurança, promovendo comunicação clara entre os profissionais, conferência ativa de informações essenciais e a corresponsabilização da equipe multiprofissional.

“A utilização do quadro fixo contribuiu para mais adesão prática ao checklist, redução de falhas de comunicação e padronização das condutas, tornando o processo mais dinâmico, participativo e integrado à rotina assistencial. Assim, o checklist deixou de ser apenas um instrumento burocrático e passou a atuar como ferramenta viva de segurança, para reforçar o compromisso institucional com a qualidade assistencial e a prevenção de eventos adversos no ambiente cirúrgico”, acrescentou.

Saiba mais sobre o hospital

O Hospital Metropolitano possui 239 leitos operacionais, sendo 178 leitos de enfermaria, 50 leitos de UTI, cinco leitos de Recuperação Pós-Anestésica (RPA) e seis leitos de estabilização, além de cinco salas cirúrgicas e 14 consultórios.

A unidade tem perfil cirúrgico e é referência em ortopedia, traumatologia, cirurgia bariátrica, neurocirurgia, urologia, vascular e cirurgia geral.

Fonte: Governo MT – MT

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Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação

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Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.

A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.

Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.

O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Paralisação

No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.

Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.

Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.



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