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Mato Grosso

“Governo de MT resolve anseios da população com novos investimentos”, afirma prefeito de Novo São Joaquim

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Mato Grosso

O Governo de Mato Grosso anunciou novos investimentos em Novo São Joaquim, nesta quarta-feira (22.1), que somam mais de R$ 19 milhões. As ações integram um pacote de R$ 517,3 milhões já aplicados pelo Estado nos últimos sete anos.

“Esse governo tem atendido ao anseio da população, melhorado a qualidade de vida e realizado entregas em todo o Estado, e Novo São Joaquim não é diferente. Nunca, na nossa história, foram assinados tantos convênios”, afirmou o prefeito de Novo São Joaquim, Leonardo Farias.

Um dos convênios assinados consiste na autorização de subsídio do programa SER Família Habitação, que vai beneficiar 120 famílias de Novo São Joaquim na compra da casa própria. O recurso, que pode chegar a até R$ 35 mil, é aplicado na entrada do financiamento imobiliário.

“Muita coisa boa está acontecendo em Mato Grosso. Recuperamos o Estado nesses últimos sete anos e, por isso, estamos aqui fazendo esses convênios para melhorar a vida da população”, afirmou o governador Mauro Mendes, acompanhado da primeira-dama Virginia Mendes.

O vice-governador Otaviano Pivetta apontou que o Estado equilibrou as contas e levou bem-estar a todas as áreas. “Ninguém duvida de que Mato Grosso melhorou muito nesses sete anos. Está muito melhor viver aqui no Estado e, aqui em Novo São Joaquim, vai ficar melhor ainda, com o trabalho com seriedade, compromisso e competência”, destacou.

Em Novo São Joaquim, Mauro Mendes e Otaviano Pivetta também autorizaram a duplicação da ponte sobre o rio das Mortes, na MT-110, com investimento de mais de R$ 6,9 milhões.

Também autorizaram a recuperação de asfalto de vias urbanas do município, além do prolongamento da Avenida Manoel Pereira, que vai conectar os bairros Jardim Boa Esperança e América. Juntas, essas duas ações vão receber R$ 6 milhões em recursos estaduais.

Por fim, os estudantes do bairro Jardim América vão contar com uma nova quadra poliesportiva na escola municipal, com repasses de R$ 2,1 milhões do Estado.

“Esse é um governo municipalista e que tem retribuído os impostos pagos pelo cidadão para melhorar cada vez mais a saúde, a educação e a segurança”, afirmou o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi.

Participaram da solenidade em Novo São Joaquim a suplente ao Senado, Margareth Buzetti; os deputados estaduais Dr. Eugênio e Nininho; e os secretários estaduais Fábio Garcia (Casa Civil) e coronel PM Cesar Roveri (Segurança Pública), além de autoridades locais.

Fonte: Governo MT – MT

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Cattani defende projeto sobre a Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt e destaca estudos realizados pela ALMT na região

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O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) defendeu durante sessão nesta quarta-feira (17), o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 11/2025 que tramita na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e trata da Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt. O parlamentar afirmou que a proposta tem sido alvo de interpretações equivocadas e reforçou que o objetivo não é extinguir a reserva, mas corrigir problemas decorrentes da ampliação de seus limites sobre áreas já ocupadas por famílias e produtores rurais.  

Segundo Cattani, o debate sobre a situação da reserva não começou com a apresentação do projeto. Em abril de 2025, a Assembleia Legislativa aprovou a criação de uma Comissão Especial para acompanhar e avaliar a situação da Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt, diante dos conflitos fundiários, das disputas judiciais e dos impactos relatados por moradores da região.

A partir da criação da comissão, foram realizadas visitas técnicas, reuniões com comunidades locais e estudos para levantar informações sobre os aspectos sociais, econômicos, ambientais e fundiários da área. De acordo com o parlamentar, parte das críticas feitas ao projeto ignora a realidade de comunidades que já estavam estabelecidas na região antes da ampliação da reserva.

“O governo assentou essas pessoas e algumas estavam lá muito antes de existir a Reserva do Guariba. Quando houve a ampliação da reserva, ela passou a abranger áreas consolidadas, onde vivem produtores e famílias há muitas décadas”, disse.  

Cattani ressalta que a proposta em tramitação não tem como objetivo extinguir a Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt, mas sustar o decreto que ampliou seus limites sobre áreas que, segundo ele, já estavam consolidadas e ocupadas por famílias e produtores rurais. “O projeto não extingue a Resex Guariba-Roosevelt de forma nenhuma. Ele vai corrigir um erro que o Estado fez. Nós queremos preservar a reserva. Ninguém vai extinguir o Guariba. O que estamos discutindo é o decreto que ampliou a área sobre locais onde já existiam produtores rurais antes da reserva existir”, declarou.

Para subsidiar os trabalhos, a Comissão Especial da ALMT solicitou a elaboração do Projeto de Análise Técnica da Resex Guariba-Roosevelt, estudo que avaliou os impactos sociais, econômicos, ambientais e fundiários da região. O relatório preliminar será apresentado no próximo dia 29 de junho, durante audiência pública no distrito de Guariba.

“A Assembleia Legislativa está investindo nesse trabalho, que analisou todos os aspectos da reserva, econômico, social e ambiental. Esse estudo vai nos dar parâmetros para regulamentar tanto a própria reserva, que nós queremos preservar, como também dar segurança jurídica às pessoas que vivem naquela região”, afirmou.

Segundo Cattani, a atuação ocorre após sucessivos pedidos feitos pela própria população local. “Nós estamos atendendo um clamor da população daquela região, das pessoas que vivem lá e que buscam uma solução para a insegurança jurídica que enfrentam”, disse. “Os moradores da região não pedem privilégios. Eles pedem respeito, saúde, educação, oportunidades, segurança jurídica e condições dignas para permanecer onde sempre viveram. O Parlamento de Mato Grosso tem a obrigação de ouvir essas vozes”, completou o parlamentar, durante a sessão.  

Para o parlamentar, o trabalho demonstra que o tema vem sendo tratado de forma ampla e responsável, buscando conciliar a preservação ambiental com os direitos das famílias que vivem e produzem na região há décadas.

“O que nós queremos é preservar a reserva e, ao mesmo tempo, garantir segurança jurídica para quem está lá antes dessas ampliações. Uma coisa não impede a outra”, concluiu.

Gilberto Cattani defende que o debate seja conduzido com base em informações técnicas e na realidade vivida pelas comunidades locais. Segundo ele, a preservação ambiental e a garantia de direitos às famílias que ocupam a região não são objetivos incompatíveis e devem caminhar juntos na construção de uma solução definitiva para a área. 



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