Mato Grosso
Bombeiros resgatam vítima presa às ferragens e socorrem outras três após acidente na BR-070
Mato Grosso
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) resgatou, nesta terça-feira (17.2), um homem de 52 anos que ficou preso às ferragens de um veículo após um acidente de trânsito na BR-070, a cerca de 15 quilômetros de Campo Verde (a 136 km de Cuiabá). Outras três pessoas também foram atendidas na ocorrência.
A equipe da 11ª Companhia Independente Bombeiro Militar (11ª CIBM) foi acionada por volta das 8h50 para atender a um acidente de trânsito envolvendo a colisão entre um veículo de passeio e um furgão-baú de pequeno porte. Com o impacto, o furgão tombou na pista, enquanto o carro saiu da rodovia. Seis pessoas estiveram envolvidas no acidente, sendo quatro ocupantes do veículo de passeio.
Imediatamente, os bombeiros e a equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram deslocados para prestar atendimento. No local, os militares constataram que o condutor do carro permanecia com as pernas presas às ferragens. A equipe realizou o desencarceramento com o uso de ferramentas específicas, garantindo a segurança da operação e evitando o agravamento das lesões.
Durante o atendimento, a vítima relatou dor torácica. Após avaliação, foi identificado um ferimento de aproximadamente 10 centímetros na região do tórax, com suspeita de pneumotórax. Os bombeiros realizaram curativo, mantiveram monitoramento contínuo e encaminharam o paciente ao Hospital Municipal de Campo Verde.
Os outros três passageiros do veículo de passeio, sendo uma mulher de 48 anos, uma idosa de 73 anos e uma criança de 7 anos, já se encontravam fora do automóvel no momento da chegada dos bombeiros. Eles apresentavam escoriações, hematomas e edemas, além de queixas de dor torácica. Todos receberam atendimento pré-hospitalar, incluindo imobilização e oxigenoterapia, e foram encaminhados à unidade de saúde.
Já no furgão, dois homens, de 25 e 33 anos, também estavam fora do veículo, conscientes, orientados e caminhando pelo local. Ambos informaram que utilizavam cinto de segurança, negaram dores ou outras queixas e assinaram o termo de recusa de atendimento.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) acompanhou a ocorrência, garantindo a segurança da rodovia e adotando as providências cabíveis. Não há informações sobre as circunstâncias do acidente.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação
Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.
A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.
Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.
O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.
Paralisação
No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.
Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.
Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.
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