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Pellon Advocacia reforça atuação estratégica

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No dia 25 de maio, o Palácio Tangará, em São Paulo, sediou o Encontro de Líderes, promovido pela Pellon Advocacia. O evento foi criado para reunir CEOs, executivos C-Level e lideranças de organizações que atuam em setores estratégicos para o desenvolvimento econômico do país em torno dos desafios que impactam a tomada de decisão em ambientes complexos.

Com participações do jornalista William Waack e do economista, filósofo e ex-presidente do Banco dos Brics, Marcos Troyjo, o encontro promoveu reflexões sobre geopolítica, economia e os movimentos que vêm transformando o cenário global de negócios.

A ocasião também foi marcada pela apresentação do novo posicionamento institucional da Pellon Advocacia, resultado de um processo de evolução estratégica alinhado à trajetória construída pelo escritório ao longo de 35 anos de atuação.

A iniciativa reflete a visão da Pellon sobre o papel da advocacia em um ambiente de negócios cada vez mais dinâmico e interconectado. Em um contexto marcado por transformações econômicas, regulatórias e geopolíticas, o escritório reforça sua atuação como parceiro estratégico de líderes e organizações, apoiando a interpretação de cenários, a antecipação de riscos e a condução de decisões de longo prazo.

O novo posicionamento institucional busca refletir essa perspectiva e apresentar a forma como a Pellon descreve sua atuação junto aos clientes, reunindo experiência acumulada ao longo de sua trajetória e sua atuação nas diferentes frentes jurídicas em que está presente.

Segundo Izabel Barbosa, especialista em branding e responsável pela condução do projeto, “ao longo do processo, identificamos que um dos principais diferenciais da Pellon está em sua capacidade de compreender o contexto dos clientes, interpretar cenários e contribuir para decisões que vão além da esfera jurídica. O novo posicionamento nasce da necessidade de traduzir essa percepção de forma mais clara e consistente para o mercado”.

Inspirado por essa visão, o escritório adotou o posicionamento “Experiência que conduz o futuro”, síntese de uma atuação construída a partir da combinação entre repertório, visão de longo prazo e capacidade de orientar líderes e organizações em ambientes de crescente complexidade.

Em um contexto cada vez mais impactado pela inteligência artificial e pela velocidade da informação, o escritório reafirma aquilo que entende como diferencial duradouro: experiência, repertório e pensamento estratégico.

“Mais do que responder a uma demanda jurídica imediata, o verdadeiro diferencial está na capacidade de compreender o contexto do cliente em profundidade, antecipar necessidades e oferecer aconselhamento que transcende a técnica para alcançar a dimensão estratégica dos desafios das organizações. A tecnologia amplia conhecimento e eficiência, mas não substitui julgamento, confiança ou relações construídas ao longo do tempo. O escritório do futuro será potencializado por tecnologia avançada, mas continuará sendo construído por pessoas, porque é delas que nasce a confiança que sustenta decisões e preserva a relevância da advocacia”, afirma Luís Felipe Pellon, fundador e CEO do escritório.

A nova identidade visual foi desenvolvida para refletir esse processo de transformação. Inspirado na bússola, o símbolo da marca faz referência aos conceitos de direção e orientação, elementos relacionados ao posicionamento institucional definido para a nova fase da Pellon e à forma como o escritório descreve sua atuação junto a clientes e organizações.

O projeto, no entanto, não se restringe à identidade visual. A iniciativa foi estruturada para integrar marca, cultura e atuação institucional, envolvendo sócios e colaboradores ao longo do processo e buscando promover maior alinhamento entre os elementos da identidade institucional e as práticas internas do escritório.

O lançamento marca a apresentação pública desse reposicionamento institucional e do conjunto de iniciativas desenvolvidas ao longo do projeto. A proposta busca refletir mudanças relacionadas ao contexto atual do ambiente de negócios e à forma como o escritório pretende representar sua trajetória e perspectivas futuras, considerando sua atuação ao longo de 35 anos.



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Concorrência do etanol e subvenção fazem preço da gasolina cair

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A concorrência com o etanol e ações do governo para subsidiar combustíveis fizeram a gasolina ficar mais barata nos postos. Em maio, o preço recuou 1,46%, representando o produto que mais puxou para baixo a inflação oficial do mês.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de maio ficou em 0,58% , conforme divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta sexta-feira (12).

O comportamento do preço da gasolina significou impacto de -0,08 ponto percentual (p.p.) no IPCA do mês.

A queda segue dois meses de alta, provocada pelo conflito no Oriente Médio , que causou disrupção na cadeia internacional do petróleo, encarecendo derivados como a gasolina e o óleo diesel em praticamente todo o mundo.

Veja o comportamento do preço da gasolina no Brasil depois do início do conflito, em 28 de fevereiro:

Março 4,59%
Abril 1,86%
Maio -1,46%

O analista do IBGE Fernando Gonçalves aponta que o etanol ficou 6,2% mais barato em maio, sendo o segundo produto que mais puxou para baixo o IPCA . “Caiu por conta de uma disponibilidade maior”, contextualiza.

Gonçalves explica que o produto está mais rentável e isso faz com que os produtores disponibilizem a safra de cana mais para a produção do etanol em detrimento ao açúcar.

Com mais etanol no mercado, menor o preço de venda. “Com etanol mais barato, a gasolina, por concorrência, acaba também reduzindo o preço”, completa.

O Brasil tem grande parte da frota de automóveis flex , o que permite o motorista escolher entre gasolina ou etanol na hora em que chega ao posto de combustível.

Subvenção

O outro elemento que ajudou a derrubar o preço da gasolina é a política de subvenção adotada pelo governo, uma espécie de reembolso para produtores e importadores do combustível.

A medida é uma das formas de o governo evitar que a escalada no custo dos derivados de petróleo cause choque de preços no Brasil.

A subvenção , atualmente em R$ 0,44 por litro, é o valor que o governo paga aos agentes do mercado, em troca do repasse do “desconto” aos consumidores finais.

Na prática, é como se o governo devolvesse às refinarias e importadores parte dos tributos federais cobrados sobre os combustíveis, como Programa de Integração Social (PIS), Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide).

A medida contribuiu para diminuir o impacto de um aumento recente anunciado pela Petrobras, principal produtora de gasolina do país. A estatal reajustou o preço em R$ 0,48, mas apenas o valor de R$ 0,04 foi repassado ao consumidor.

Diesel

A política de subvenção também foi aplicada ao óleo diesel, majoritariamente usado por caminhões e ônibus. Em maio, o IBGE apurou recuo de 2,34%, sendo o quarto produto que mais puxou a inflação para baixo.

Em março, primeiro mês de guerra no Oriente Médio, o combustível subiu 13,9%. Em abril, 4,46%.

No diesel , a subvenção chegou a R$ 1,52 por litro pago aos importadores e R$ 1,12 aos produtores em maio.

Frete ainda pesa

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE, o de transportes ─ que inclui os combustíveis ─ foi o único que apresentou deflação em maio, ou seja, na média, ficou mais barato (-0,46%).

Apesar desse comportamento, o frete ainda pesou no mês e ajudou os alimentos a subirem 1,33%, sendo o maior impacto de alta no IPCA de maio (0,29 p.p.)

“O frete caiu, mas ainda está onerando o preço dos alimentos”, diz Gonçalves.

Guerra e preço

Iniciada no último fim de semana de fevereiro, a guerra dos Estados Unidos e de Israel ao Irã teve reflexos como ataques a países vizinhos do Irã também produtores de petróleo. Outra consequência foi o fechamento do Estreito de Ormuz, no Sul do Irã, que liga os golfos Pérsico e de Omã. Por lá, passavam antes da guerra cerca de 20% da produção mundial de petróleo e gás natural.

Com a cadeia logística em turbulência, a oferta do óleo cru e seus derivados diminuiu no mundo, levando à escalada dos preços. O barril do Brent, referência internacional de preços, saltou de US$ 70 para mais de US$ 100, atingindo picos ao redor de US$ 120.

O petróleo é uma commodity , isto é, mercadoria negociada a preços internacionais. Isso fez com que o encarecimento fosse sentido também no Brasil, mesmo sendo país produtor.

No caso do diesel, especificamente, o país não é autossuficiente, e precisa importar cerca de 30% do que consome.



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