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Consultoria tributária prevê receita de R$ 4 mi em 2026

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Com apenas um ano de operação, a Focus Tax Consultoria e Planejamento Tributário já projeta dobrar de tamanho em 2026, passando de cerca de R$ 2 milhões para R$ 4 milhões em faturamento. Fundada em novembro de 2025, a empresa cresce apoiada em demanda orgânica e na crescente busca de empresas por eficiência fiscal em meio às mudanças trazidas pela reforma tributária. Em um setor ainda fragmentado e pouco regulado, a companhia aposta em estrutura estratégica, recuperação de créditos e soluções personalizadas para ganhar espaço e acelerar sua expansão no país.

A estratégia da companhia está centrada em transformar a complexidade do sistema de tributos em vantagem competitiva para os clientes. A empresa atua com planejamento tributário, recuperação e monetização de créditos, transações individuais junto à PGFN, revisões fiscais e compliance, combinando análise técnica com visão de negócio. A proposta é ir além da revisão de números e estruturar decisões que impactem diretamente o caixa e a previsibilidade financeira das empresas.

Esse posicionamento ganha força em um momento de transição do sistema tributário brasileiro, em que companhias de diferentes setores buscam reorganizar suas estruturas fiscais. Com a implementação gradual do novo modelo de tributação sobre o consumo, cresce a demanda por diagnósticos mais precisos e por estratégias que reduzam riscos e aproveitem oportunidades dentro da legislação. Nesse contexto, a consultoria aposta em soluções personalizadas, alinhadas ao perfil operacional e financeiro de cada cliente.

À frente da operação estão profissionais com experiência complementar. De um lado, o CEO Angelo Paschoini traz atuação internacional e conexão com o ecossistema de inovação e setor financeiro; de outro, o sócio-diretor Diego Caceres contribui com mais de 17 anos de experiência na área fiscal e tributária. A combinação de expertise jurídica, econômica e estratégica sustenta a ambição da empresa de consolidar sua atuação em um mercado cada vez mais competitivo e sofisticado.

“A reforma tributária acelerou uma mudança importante na forma como as empresas enxergam seus tributos. O que temos observado é um aumento consistente na demanda por planejamento estruturado, recuperação de créditos e organização fiscal com visão de longo prazo. Nosso crescimento vem dessa necessidade real do mercado por soluções técnicas, seguras e personalizadas, que tragam eficiência, previsibilidade e impacto direto no caixa das empresas”, afirma Paschoini.



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Publicadas regras que restringem publicidade de bets no país

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Foram publicadas nesta sexta-feira (10) à noite as novas regras para a publicidade das plataformas de apostas esportivas, as chamadas bets. As medidas, que entram em vigor em 17 de julho, tornam obrigatória a exibição de advertências do Ministério da Fazenda em todas as campanhas e ampliam as restrições ao conteúdo das propagandas, com proibição de anúncios que incentivem apostas como forma de ganhar dinheiro ou utilizem comentaristas para influenciar o público.

As normas foram publicadas em duas portarias: uma do Ministério da Fazenda e outra dos Ministérios da Fazenda; da Justiça e Segurança Pública; e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República . As medidas fazem parte da estratégia do governo para reforçar a proteção dos consumidores e endurecer a fiscalização sobre o setor.

Alertas obrigatórios

Todas as propagandas de empresas autorizadas a operar no Brasil deverão exibir uma das seguintes mensagens:

• “Ministério da Fazenda adverte: Apostar pode causar dependência”;

• “Ministério da Fazenda adverte: Apostar faz você perder dinheiro”;

• “Ministério da Fazenda adverte: Aposta não é investimento”.

Segundo a portaria, os avisos deverão aparecer na horizontal, de forma clara, legível e proporcional ao restante da publicidade, ocupando pelo menos 10% do comprimento ou do tamanho do anúncio.

O modelo é semelhante ao utilizado em campanhas publicitárias de produtos como cigarros e bebidas alcoólicas.

Novas restrições

Além das advertências, as portarias estabelecem uma série de proibições para as campanhas publicitárias das bets .

Entre as principais vedações estão:

• apresentar apostas como investimento, fonte de renda ou solução financeira;

• sugerir ganho fácil ou enriquecimento rápido;

• criar senso de urgência para estimular apostas imediatas;

• divulgar histórico de premiações ou ganhos para incentivar apostas;

• induzir consumidores ao erro com informações falsas ou enganosas;

• utilizar mensagens de cunho sexual, discriminatório ou ofensivo;

• direcionar publicidade a crianças e adolescentes.

Também ficam proibidas campanhas que associem apostas ao sucesso pessoal, social ou financeiro ou que apresentem o jogo como prioridade na vida.

Comentaristas proibidos

As novas regras também atingem transmissões esportivas e programas de análise.

A partir da entrada em vigor das portarias, comentaristas, especialistas e analistas não poderão utilizar sua autoridade técnica para sugerir ou recomendar apostas específicas durante eventos esportivos.

A norma proíbe a divulgação de estratégias, análises ou opiniões capazes de influenciar a realização de apostas em determinado jogo ou mercado.

Na quinta-feira (9), o ministro da Fazenda, Dario Durigan, havia anunciado a edição das portarias . Segundo ele, a intenção é impedir que comentários técnicos sirvam como incentivo ao jogo.

Empresas ilegais

O governo também reforçou que veículos de comunicação, plataformas digitais, agências de publicidade e demais meios de divulgação não poderão veicular anúncios de empresas de apostas que não tenham autorização para operar no Brasil.

Conforme Durigan, a política do governo é “tolerância zero” com as bets ilegais.

A medida complementa outras ações adotadas nas últimas semanas, como a notificação de fintechs que movimentavam recursos de plataformas clandestinas e a derrubada de milhares de sites irregulares.

Penalidades

O descumprimento das novas regras poderá resultar em sanções administrativas às empresas autorizadas.

As punições previstas incluem:

• multas de até 20% do faturamento da operadora;

• suspensão da autorização de funcionamento por até 180 dias;

• cassação da licença em casos de reincidência grave.

Além disso, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) informou que veículos e empresas responsáveis pela divulgação de publicidade irregular poderão receber multas de até R$ 14 milhões.

O governo também prevê responsabilizar as casas de apostas caso influenciadores contratados descumpram as regras, além da possibilidade de remoção do conteúdo considerado irregular.



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