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Alianzo chega a Indaiatuba e avança na expansão nacional

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A Alianzo, ecossistema integrado de soluções de gestão empresarial para médias e grandes empresas, anuncia a inauguração de sua nova unidade em Indaiatuba, no interior de São Paulo. A operação marca a quinta unidade da companhia no Brasil e reforça sua estratégia de expansão nacional, com foco em regiões de alto potencial econômico e crescente demanda por profissionalização da gestão. Localizada na Região Metropolitana de Campinas, Indaiatuba ocupa posição estratégica em um dos polos empresariais mais dinâmicos do país, com acesso privilegiado a grandes centros industriais, logísticos e de inovação. A chegada da Alianzo aproxima a companhia das empresas em fase de crescimento, expansão e transformação de seus modelos de gestão.

“A Região Metropolitana de Campinas reúne empresas inovadoras e um ambiente econômico extremamente pujante, por isso abrimos essa segunda unidade no estado de São Paulo. Ela fortalece nossa estrutura, amplia nossa capilaridade e nos aproxima de empresários e negócios que buscam crescimento e evolução na gestão”, afirma Breno Riether, CGO da Alianzo.

A nova operação será liderada por Felipe Almeida e nasce com o objetivo de se tornar um importante vetor de crescimento da companhia no interior paulista, conectando empresas da região ao portfólio de soluções da Alianzo, que inclui auditoria independente, terceirização contábil, consultoria em gestão, planejamento tributário e serviços focados na reforma tributária, estruturação societária, M&A e serviços financeiros avançados.

“Nossa chegada reforça o compromisso da Alianzo em apoiar organizações que buscam crescimento sustentável, governança, eficiência operacional e maior segurança para tomar decisões estratégicas”, segundo Felipe Almeida, líder da unidade.

A inauguração em Indaiatuba faz parte de uma estratégia estruturada de expansão da Alianzo, que combina crescimento orgânico, novas unidades de negócios e parcerias estratégicas. Atualmente, a companhia conta com cinco unidades no Brasil, três operações nos Estados Unidos e mais de 2.400 clientes atendidos.

Nos últimos anos, a Alianzo vem consolidando sua posição como um ecossistema de gestão empresarial voltado a apoiar negócios em seus desafios de crescimento, governança e eficiência. A companhia também foi reconhecida pelo GPTW como uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil e na América Latina.

A Alianzo segue avaliando novas regiões e parcerias estratégicas para ampliar seu ecossistema e fortalecer sua presença nacional.



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Alta do INCC acende alerta para cobrança abusiva em imóveis

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A nova alta do INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção), divulgada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), reacendeu um alerta importante para quem comprou imóvel na planta. Em junho de 2026, o índice registrou avanço de 0,85%, acima dos 0,77% apurados em maio. Com isso, o indicador acumula alta de 4,05% no ano e 6,71% nos últimos 12 meses. Na prática, a variação impacta diretamente o saldo devedor de milhares de compradores em todo o país, especialmente daqueles que adquiriram imóveis ainda em fase de construção.

Segundo simulação, a alta de 0,85% em junho representa um aumento imediato de aproximadamente:

  • R$ 4.250 em um saldo devedor de R$ 500 mil
  • R$ 8.500 em um saldo devedor de R$ 1 milhão
  • R$ 17 mil em um saldo devedor de R$ 2 milhões

Embora a correção pelo INCC seja prática comum no mercado imobiliário durante a fase de obras, nem toda cobrança mensal é necessariamente legal.

De acordo com o especialista em Direito Imobiliário, Daniel Vicentini, o principal ponto de atenção está no prazo contratual de quitação. “Existe uma regra clara na Lei 10.931/04: contratos com prazo inferior a 36 meses não podem sofrer correção monetária mensal. Nesses casos, a atualização deve ocorrer apenas anualmente, na data de aniversário do contrato”, explica.

Segundo o especialista, muitos compradores desconhecem essa regra e acabam arcando com reajustes que podem inflar significativamente o custo total do imóvel. “Em contratos quitados em menos de três anos, a cobrança mensal pode representar um sobrepreço de até 8% do valor total do contrato. Dependendo do imóvel, isso significa dezenas ou até centenas de milhares de reais pagos indevidamente”, alerta Daniel Vicentini.

O especialista destaca que uma prática recorrente das incorporadoras é simular prazos de pagamento superiores a 36 meses para viabilizar a correção mensal. “Muitas empresas incluem parcelas fictícias de valor irrisório após a entrega das chaves apenas para criar artificialmente um prazo contratual superior a 36 meses. Na prática, o comprador quita, ou financia, todo o imóvel antes disso, mas acaba submetido à cobrança mensal do INCC”, afirma.

Segundo Daniel Vicentini, essa prática já é conhecida no setor há mais de duas décadas e pode ter afetado uma parcela relevante dos imóveis novos entregues nos últimos anos. “A estimativa é de que até 40% dos imóveis novos entregues nos últimos cinco anos possam ter sido impactados por esse tipo de cobrança indevida”, aponta.

No Judiciário, o entendimento vem se consolidando em favor dos consumidores. Em casos de simulação contratual, tribunais têm reconhecido a nulidade da correção mensal e determinado a devolução dos valores cobrados indevidamente, inclusive em dobro, quando comprovada má-fé.

Por isso, o especialista recomenda atenção redobrada a quem adquiriu imóvel na planta recentemente. “Quem comprou um imóvel na planta, e recebeu as chaves nos últimos cinco anos, deve revisar cuidadosamente o contrato. Em muitos casos, uma análise jurídica pode identificar cobranças abusivas e abrir caminho para recuperação de valores pagos indevidamente”, conclui Daniel Vicentini.



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