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Cultura

Três produções representam Brasil no AFI Latin American Film Festival

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Uma das principais vitrines de produções audiovisuais latino-americanas contemporâneas, o AFI Latin American Film Festival, começa nesta quarta-feira (16), em Washington, nos Estados Unidos. A programação desta 37ª edição, que segue até o dia 7 de outubro, exibirá 44 filmes de 21 países das Américas, incluindo diversas estreias norte-americanas, além de filmes da Espanha e de Portugal, celebrando as conexões culturais ibero-americanas durante o Mês da Herança Hispânica nos Estados Unidos. Várias sessões serão acompanhadas de debates com membros das produções.

O evento abre com a exibição do documentário argentino The Match (El Partido), de Juan Cabral e Santiago Franco, sobre a histórica partida da Copa de 1986 entre Argentina e Inglaterra. Outro destaque da programação é o filme mais recente do espanhol Pedro Almodóvar, Natal Amargo.

Três filmes brasileiros

O Brasil será representado por três produções: “Vicentina Pede Desculpas”, de Gabriel Martins; a animação “Papaya”, de Priscilla Kellen; e “Isabel”, de Gabe Klinger, estrelado pela atriz e diretora Marina Person.

No site do evento é possível saber os detalhes de todos os filmes que serão exibidos.


Fonte: EBC Cultura

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Coleção Ingá revela a pluralidade da arte e da cultura brasileira

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A vasta identidade cultural brasileira, expressa por diferentes temas, como a fé e a vida cotidiana, é apresentada na exposição “Coleção Ingá: Brasil plural”, em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, no centro do Rio de Janeiro.

A mostra reúne uma seleção de cerca de 200 obras do acervo do Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro, o Museu do Ingá, localizado em Niterói, região metropolitana do Rio. A instituição conta com mais de 10 mil itens, de diferentes épocas.

São exibidos artefatos dos povos originários, registros de artistas viajantes, experimentações modernas, expressões de matrizes populares e registros de sincretismos e resistências, em diferentes formatos, como pinturas, esculturas, gravuras e objetos dos séculos 19 e 20.

Os trabalhos contam com a assinatura de nomes fundamentais da arte brasileira, como destaca Marcus Lontra, um dos curadores do projeto. 

“Nomes como o Cícero Dias, Di Cavalcanti, Portinari, Caribé, apresentam trabalhos de grande destaque, de grande importância na coleção, formando um painel bem significativo da produção da arte moderna no Brasil”.

Marcus Lontra conta mais sobre o  trabalho de curadoria da mostra.

“A proposta curatorial reside exatamente nessa ideia de se valorizar a pluralidade brasileira. Quer dizer, para um país de dimensões continentais como o Brasil, com uma riqueza étnica e cultural gigantesca, a mostra procura revelar essas variáveis, essas várias possibilidades de se ver e interpretar o Brasil. Isso foi o que guiou os trabalhos da curadoria”.

O Museu do Ingá engloba oito acervos de diferentes fontes e naturezas, com destaque para a antiga Coleção Banerj, a Coleção de Arte Popular e a Coleção do governador Ernani do Amaral Peixoto. O curador  explica como a exposição reflete a diversidade do museu.

“A mostra, ela caracteriza essa pluralidade também da coleção com obras de matriz popular, obras em gravura, metal, estilo, como Oswaldo Goeldi e outros artistas bem conhecidos e também os grandes painéis que compõem a coleção Banerj. A mostra então procurou apresentar esse painel das várias coleções que compõem a grande coleção do Museu do Ingá”.

A exposição Coleção Ingá: Brasil plural ocupa dois andares do Centro Cultural Justiça Federal, divididos em seis núcleos, como Essa Gente Brasileira, que reúne obras sobre pertencimento e identidade nacional, e Matriz Popular, dedicado às produções artísticas do povo brasileiro.

A temporada vai até o dia 27 de setembro, com entrada franca!


Fonte: EBC Cultura

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