Cultura
Reveillón no Rio deve atrair 5 milhões de pessoas; confira programação
Cultura
O Réveillon na cidade do Rio de Janeiro pode movimentar cerca de R$ 3,2 bilhões, 6% acima do valor da virada anterior.

Os dados são da prefeitura municipal. A estimativa é que mais de 5 milhões de pessoas participem dos eventos espalhados pela cidade. Somente Copacabana deve ter metade desse público.
Segundo a Riotur, a Empresa de Turismo do Município, o réveillon do Rio é a maior virada do mundo e só perde em movimento econômico para o carnaval.
E os efeitos da festa são diretos sobre setores como hospedagem, alimentação, transporte e serviços, de acordo com a Riotur.
Atrações dos palcos
Em Copacabana, haverá shows de Gilberto Gil e Ney Matogrosso no Palco Rio, o principal da praia, em frente ao Hotel Copacabana Palace.
Também vão se apresentar Alcione, João Gomes e Iza, DJ Alok, Belo e a escola de samba Beija-Flor.
O Palco Samba, na altura da Rua República do Peru, tem apresentações de Roberta Sá, Mart’nália, Diogo Nogueira, o Bloco da Preta e a escola de samba Grande Rio.
No Palco Leme, de música gospel, as atrações serão Midian Lima, Samuel Messias, Thalles Roberto e o grupo de pagode gospel Marcados.
Cultura
Artesanato alagoano ganha destaque na 64ª Semana de Design de Milão
Até o próximo dia 26, a Itália sedia mais uma Semana de Design de Milão, ou Semana do Móvel, como também é conhecido o principal evento mundial de mobiliário e design. O Brasil chega a esta edição, a de número 64, como o maior produtor de mobiliários da América Latina e o 6º do mundo.

A feira reúne mais de 1,9 mil expositores de 32 países, distribuídos em quase 170 mil metros quadrados de área. Um dos destaques é o Salone Satellite, que reúne 700 jovens designers de diferentes nacionalidades. O segmento coloca em cena uma das grandes questões do design contemporâneo: a relação entre tradição manual e avanços tecnológicos.
Um dos destaques do Brasil, no que diz respeito à identidade e diversidade, é a exposição “Alagoas Plural”, que integra o Fuorisalone, circuito externo com instalações e mostras espalhadas pela cidade italiana. A ideia é refletir sobre o papel da criação humana em um contexto de rápidas transformações tecnológicas e expansão da inteligência artificial.
Nesse cenário, a exposição alagoana apresenta peças que resultam de processos criativos profundamente ligados à experiência humana, à tradição e à identidade cultural.
São mais de 100 peças de mestres e artesãos do estado, que apresentam ao público um panorama da produção local, marcada pela tradição, pertencimento e ancestralidade, tendo como base três pilares do artesanato: cerâmica, entalhe em madeira e bordado.
As obras foram produzidas por 46 criadores, com destaque para a comunidade da Ilha do Ferro, além de 20 bordadeiras do município de Capela. Todos, apesar do conhecimento autodidata da maioria, se aglutinam sob o guarda-chuva da sensibilidade estética, rigor técnico e respeito ao meio ambiente.
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