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Cultura

Paixão de Cristo de Nova Jerusalém segue com apresentações até domingo

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A Paixão de Cristo de Nova Jerusalém segue com apresentações até este domingo de Páscoa, na cidade teatro que fica em Brejo da Madre de Deus, distante pouco menos de 200 quilômetros do Recife. São 57 anos de história e tradição, uma trajetória que já atraiu quase 4 milhões de pessoas e que este ano homenageia o legado do seu idealizador, Plínio Pacheco.

O enredo é conhecido de todos, mas a forma de contar a história se renova com efeitos especiais inéditos que aumentam a emoção de quem assiste. E uma das grandes novidades desta temporada acontece na cena mais aguardada pelo público, o momento em que Jesus sobe aos céus. Quem destaca os detalhes dessa inovação é o coordenador geral do espetáculo, Robson Pacheco:

“A cena da Ascensão, que está encantando a todos que já vieram e que estão vindo à Paixão de Cristo… o Jesus subindo aos céus e desaparecendo entre as nuvens… e está dando, assim, muita emoção ao espetáculo, e as pessoas estão extasiadas pela beleza cênica”, conta.

E para dar vida a tudo isso, a estrutura é de impressionar: são nove palcos monumentais e um elenco de 450 pessoas, entre atores e figurantes. No meio dessa multidão, o público encontra rostos conhecidos.

*Com trabalhos técnicos de Guilherme Ribeiro


Fonte: EBC Cultura

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Feira do Livro de SP reúne de autores consagrados aos independentes

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Em São Paulo, a quinta edição da Feira do Livro segue até domingo (7) com centenas de autores e expositores na Praça Charles Miller no Pacaembu, com entrada gratuita.

Esse é o quinto ano do festival literário que reúne mais de 160 expositores, entre editoras, livrarias e instituições dedicadas ao livro e à leitura. A programação traz três palcos oficiais e três de atividades paralelas.

O diretor-geral da Feira do Livro, Paulo Werneck, comenta sobre o destaque para a literatura latino-americana.

“A gente sempre teve grandes autores da América Latina visitando a feira. Então vai ter a Pilar Quintana, por exemplo, é uma das maiores autoras do mundo atualmente. Ela escreveu aquele livro A Cachorra, que é um livro muito celebrado. E a Alejandro Droznes, que é um autor que fala sobre a Copa Libertadores da América e a história da América Latina. Vem gente de várias regiões: Chile, Argentina, Colômbia…”

O evento traz autores consagrados como Ana Maria Machado e Silviano Santiago, além de nomes da nova safra, e livreiros independentes de São Paulo, que falam sobre o Mapa das Livrarias de Rua.

A literatura infanto-juvenil marca presença, em atividades como o bate-papo com Madu Costa, autora do livro “Trança a trança”, sobre uma avó que trança o cabelo da neta. A escritora explica que o livro ilustrado celebra o pertencimento e a ancestralidade do povo negro.

“Essa ancestralidade permanece no sorriso que a menina e a avó entregam. Elas de pé no chão, no quilombo, da roda, do contato com a terra.  Dessa coisa da herança ancestral,  num texto que tem tantas camadas, dá um tratado sobre as relações africanas e as heranças africanas na constituição da nossa identidade”.

A feira também discute questões contemporâneas, como o genocídio na Palestina, com o cientista político Norman Finkelstein, e o excesso de tempo de tela entre as crianças, num papo com os escritores infantis Jaminho Alves e Luis Lodi.

A programação da Feira do Livro é gratuita e os detalhes estão no site afeiradolivro.com.br

* Com colaboração de Victor Ribeiro.


Fonte: EBC Cultura

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