Search
Close this search box.

Cultura

Mostras celebram diversidade na frente e atrás das câmeras de cinema

Publicado em

Cultura

Neste mês do Orgulho LGBTQIAPN+ duas mostras de cinema, no Maranhão e no Rio Grande do Norte, celebram a produção audiovisual voltada à diversidade de gênero e sexualidade, seja em frente ou atrás das câmeras.

Em São Luís (MA), começa nesta quinta-feira (25) a 10ª edição da Mostra Quelly – Cinema de Gênero e Sexualidade. Tanto as atividades formativas quanto as sessões de longas e curtas metragens acontecerão no Centro Cultural Vale Maranhão, no Centro Histórico da capital maranhense. 

A abertura acontece logo mais, às 19h, com Performance de Nebraska Diamond, seguido de exibição do longa Ato Noturno. Em seguida, acontece a roda de conversa com Gabriel Faryas, um dos protagonistas do filme, e George Pedrosa, diretor e curador maranhense da Mostra.

Sexta e sábado, no mesmo horário, acontece a exibição de outras 10 obras, sempre com bate papo com membros das equipes envolvidas após a exibição.

A programação, totalmente gratuita, pode ser consultada pela rede social @mostraquelly.

Já em Natal (RN), a 4ª Mostra Macambira, abre espaço para realizadores trans, travestis e pessoas de gênero-dissidentes, além de mulheres cis. 

A programação da Mostra tem início nesta sexta-feira e segue até o próximo domingo, na Casa da Ribeira, e contará com exibições de produções potiguares e de diferentes regiões do país, rodas de conversa e atividades formativas sempre permeando o universo da comunidade LGBT+ e das mulheres cis.

A abertura, às 19h, terá a exibição do premiado documentário “A Fabulosa Máquina do Tempo”, dirigido por Eliza Capai, que mostra a trajetória de meninas do sertão do Piauí durante a transição da infância para a adolescência. 

No sábado e domingo, a programação começa às 15h, com sessões especiais e rodas de conversa sobre experiências de pessoas com deficiência no audiovisual e cinema trans. No centro do bate papo os processos criativos e protagonismo PcDs e também a criação, experiências e articulações coletivas de realizadoras transgênero.

Na programação noturna dos dois dias, que começa às19h, acontecem as sessões das mostras nacional e potiguar de curtas metragens.

No Instagram @mostramacambira é possível acessar o horário de todas as sessões dos filmes selecionados e também das oficinas. 

 




Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cultura

Coleção Ingá revela a pluralidade da arte e da cultura brasileira

Publicados

em

A vasta identidade cultural brasileira, expressa por diferentes temas, como a fé e a vida cotidiana, é apresentada na exposição “Coleção Ingá: Brasil plural”, em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, no centro do Rio de Janeiro.

A mostra reúne uma seleção de cerca de 200 obras do acervo do Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro, o Museu do Ingá, localizado em Niterói, região metropolitana do Rio. A instituição conta com mais de 10 mil itens, de diferentes épocas.

São exibidos artefatos dos povos originários, registros de artistas viajantes, experimentações modernas, expressões de matrizes populares e registros de sincretismos e resistências, em diferentes formatos, como pinturas, esculturas, gravuras e objetos dos séculos 19 e 20.

Os trabalhos contam com a assinatura de nomes fundamentais da arte brasileira, como destaca Marcus Lontra, um dos curadores do projeto. 

“Nomes como o Cícero Dias, Di Cavalcanti, Portinari, Caribé, apresentam trabalhos de grande destaque, de grande importância na coleção, formando um painel bem significativo da produção da arte moderna no Brasil”.

Marcus Lontra conta mais sobre o  trabalho de curadoria da mostra.

“A proposta curatorial reside exatamente nessa ideia de se valorizar a pluralidade brasileira. Quer dizer, para um país de dimensões continentais como o Brasil, com uma riqueza étnica e cultural gigantesca, a mostra procura revelar essas variáveis, essas várias possibilidades de se ver e interpretar o Brasil. Isso foi o que guiou os trabalhos da curadoria”.

O Museu do Ingá engloba oito acervos de diferentes fontes e naturezas, com destaque para a antiga Coleção Banerj, a Coleção de Arte Popular e a Coleção do governador Ernani do Amaral Peixoto. O curador  explica como a exposição reflete a diversidade do museu.

“A mostra, ela caracteriza essa pluralidade também da coleção com obras de matriz popular, obras em gravura, metal, estilo, como Oswaldo Goeldi e outros artistas bem conhecidos e também os grandes painéis que compõem a coleção Banerj. A mostra então procurou apresentar esse painel das várias coleções que compõem a grande coleção do Museu do Ingá”.

A exposição Coleção Ingá: Brasil plural ocupa dois andares do Centro Cultural Justiça Federal, divididos em seis núcleos, como Essa Gente Brasileira, que reúne obras sobre pertencimento e identidade nacional, e Matriz Popular, dedicado às produções artísticas do povo brasileiro.

A temporada vai até o dia 27 de setembro, com entrada franca!


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA