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Cultura

Lumen Festival exibe filmes independentes no Rio

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O Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro recebe até sábado um evento totalmente dedicado ao cinema independente. É o Lumen Festival de Cinema, com programação gratuita.

Além do CCBB-RJ, a mostra acontece na Cinemateca do MAM, Estação NET Rio e o CineTeatro Gomeia, em Duque de Caxias. Na programação, artistas nacionais e internacionais, de mais de 25 países, com filmes em diferentes formatos.

O curador e co-diretor do festival Pedro Tavares ressalta a importância de dar espaço à produção independente,  que costuma ter filmes pouco conhecidos do público. Tavares cita um dos mais destacados dessa mostra.

“Nós temos aí na programação o filme Castração, da diretora trans Louise Weard, que ganhou o Festival Frameline, é um filme canadense, e esse filme ele tem 4 horas e meia, não passou em nenhum lugar no Brasil, né? E é um filme espetacular”.

Além das exibições, o evento conta ainda com atividades paralelas como masterclass e um ambiente de mercado, o Lumen Indústria. O festival segue em dezembro para Brasília.

A programação completa do Lumen Festival de Cinema pode ser conferida no site: ccbb.com.br.


Fonte: EBC Cultura

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Coleção Ingá revela a pluralidade da arte e da cultura brasileira

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A vasta identidade cultural brasileira, expressa por diferentes temas, como a fé e a vida cotidiana, é apresentada na exposição “Coleção Ingá: Brasil plural”, em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, no centro do Rio de Janeiro.

A mostra reúne uma seleção de cerca de 200 obras do acervo do Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro, o Museu do Ingá, localizado em Niterói, região metropolitana do Rio. A instituição conta com mais de 10 mil itens, de diferentes épocas.

São exibidos artefatos dos povos originários, registros de artistas viajantes, experimentações modernas, expressões de matrizes populares e registros de sincretismos e resistências, em diferentes formatos, como pinturas, esculturas, gravuras e objetos dos séculos 19 e 20.

Os trabalhos contam com a assinatura de nomes fundamentais da arte brasileira, como destaca Marcus Lontra, um dos curadores do projeto. 

“Nomes como o Cícero Dias, Di Cavalcanti, Portinari, Caribé, apresentam trabalhos de grande destaque, de grande importância na coleção, formando um painel bem significativo da produção da arte moderna no Brasil”.

Marcus Lontra conta mais sobre o  trabalho de curadoria da mostra.

“A proposta curatorial reside exatamente nessa ideia de se valorizar a pluralidade brasileira. Quer dizer, para um país de dimensões continentais como o Brasil, com uma riqueza étnica e cultural gigantesca, a mostra procura revelar essas variáveis, essas várias possibilidades de se ver e interpretar o Brasil. Isso foi o que guiou os trabalhos da curadoria”.

O Museu do Ingá engloba oito acervos de diferentes fontes e naturezas, com destaque para a antiga Coleção Banerj, a Coleção de Arte Popular e a Coleção do governador Ernani do Amaral Peixoto. O curador  explica como a exposição reflete a diversidade do museu.

“A mostra, ela caracteriza essa pluralidade também da coleção com obras de matriz popular, obras em gravura, metal, estilo, como Oswaldo Goeldi e outros artistas bem conhecidos e também os grandes painéis que compõem a coleção Banerj. A mostra então procurou apresentar esse painel das várias coleções que compõem a grande coleção do Museu do Ingá”.

A exposição Coleção Ingá: Brasil plural ocupa dois andares do Centro Cultural Justiça Federal, divididos em seis núcleos, como Essa Gente Brasileira, que reúne obras sobre pertencimento e identidade nacional, e Matriz Popular, dedicado às produções artísticas do povo brasileiro.

A temporada vai até o dia 27 de setembro, com entrada franca!


Fonte: EBC Cultura

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