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Cultura

Gargalhadas pantaneiras: Campo Grande vira palco da Pantalhaços

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Foi aberta nesta quinta-feira (4) em Campo Grande (MS), a 9ª edição da Mostra de Palhaços do Pantanal. O público vai poder assistir a 16 apresentações de artistas do Brasil, Argentina e Peru, além de oficinas, rodas de conversa e de um cortejo pelas ruas. 

Até a próxima quarta-feira, dia 10 de dezembro, a capital sul-mato-grossense se transforma em cenário para o riso com a Pantalhaços- Mostra de Palhaços do Pantanal, que comemora 17 anos. Nesta edição, de quase duzentos inscritos, foram selecionados 13 espetáculos.  

Entre eles estão as Noites de Circo, da família Morales do Rio de Janeiro, responsável pela abertura do evento. Tem ainda o Xou do Xac, da Mutanti Lab de Criação, de Minas Gerais e o espetáculo Se Desconcierta el Concierto, do Latin Duo, companhia da Argentina e Peru. Tem ainda grupos de Alagoas, São Paulo, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. 

O evento também tem atividades voltadas para a formação de artistas. Todas as oficinas são gratuitas, mas há limite de vagas e é necessário se inscrever pelo blog pantalhacos.blogspot.com 

As apresentações acontecem em diversos locais de Campo Grande, como o Teatro de Arena, Prosa Sesc, Flor e Espinho, Circo do Mato, além de centros culturais, escolas e praças. 

No domingo será realizada a Palhasseata, na Orla Morena, com o palhaço Jerônimo, de São Paulo. É um momento de interação em que a avenida se transforma em um palco coletivo. 

A programação completa pode ser conferida no site fundacaodecultura.ms.gov.br.  

 


Fonte: EBC Cultura

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Feira do Livro de SP reúne de autores consagrados aos independentes

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Em São Paulo, a quinta edição da Feira do Livro segue até domingo (7) com centenas de autores e expositores na Praça Charles Miller no Pacaembu, com entrada gratuita.

Esse é o quinto ano do festival literário que reúne mais de 160 expositores, entre editoras, livrarias e instituições dedicadas ao livro e à leitura. A programação traz três palcos oficiais e três de atividades paralelas.

O diretor-geral da Feira do Livro, Paulo Werneck, comenta sobre o destaque para a literatura latino-americana.

“A gente sempre teve grandes autores da América Latina visitando a feira. Então vai ter a Pilar Quintana, por exemplo, é uma das maiores autoras do mundo atualmente. Ela escreveu aquele livro A Cachorra, que é um livro muito celebrado. E a Alejandro Droznes, que é um autor que fala sobre a Copa Libertadores da América e a história da América Latina. Vem gente de várias regiões: Chile, Argentina, Colômbia…”

O evento traz autores consagrados como Ana Maria Machado e Silviano Santiago, além de nomes da nova safra, e livreiros independentes de São Paulo, que falam sobre o Mapa das Livrarias de Rua.

A literatura infanto-juvenil marca presença, em atividades como o bate-papo com Madu Costa, autora do livro “Trança a trança”, sobre uma avó que trança o cabelo da neta. A escritora explica que o livro ilustrado celebra o pertencimento e a ancestralidade do povo negro.

“Essa ancestralidade permanece no sorriso que a menina e a avó entregam. Elas de pé no chão, no quilombo, da roda, do contato com a terra.  Dessa coisa da herança ancestral,  num texto que tem tantas camadas, dá um tratado sobre as relações africanas e as heranças africanas na constituição da nossa identidade”.

A feira também discute questões contemporâneas, como o genocídio na Palestina, com o cientista político Norman Finkelstein, e o excesso de tempo de tela entre as crianças, num papo com os escritores infantis Jaminho Alves e Luis Lodi.

A programação da Feira do Livro é gratuita e os detalhes estão no site afeiradolivro.com.br

* Com colaboração de Victor Ribeiro.


Fonte: EBC Cultura

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