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Cultura

Frevo mistura marcha e maxixe; passos acelerados vieram da capoeira

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Cultura

Nascido no Recife no fim do século XIX, o frevo mistura a marcha e o maxixe. Seus passos acelerados vieram da capoeira, transformando luta em dança. O ritmo tem três variações: o frevo de rua é puramente instrumental; já o frevo-canção é acompanhado da voz; o frevo de bloco é executado por orquestras de pau e cordas, com violões, banjos e bandolins.

Grandes compositores

Essa força musical foi construída por gigantes como Capiba, Nelson Ferreira e Edgar Moraes. Verdadeiros patrimônios vivos, como J. Michiles, levam o nosso frevo adiante. Michiles compôs mais de 150 frevos, entre eles o hino “Vampira”.

“Num sábado desse eu estava na varanda e, de repente, eu observei uma foliona dando um bote no cangote do folião. Caíram os dois no chão, ela se levantou e foi embora. Quando ele se levantou para procurar, ela já estava longe. Aí eu: ‘acabo de assistir a um beijo de vampira’”, lembra o compositor.

O pesquisador Climério de Oliveira faz uma reflexão sobre o futuro do ritmo para as próximas gerações:

“Eu creio que o frevo, em pouco tempo, será uma cultura musical que tem um acervo grande sobre os seus fazeres, sobre as suas práticas, porque tem muita gente interessada em produzir isso. E também, o futuro, a julgar pelo que está acontecendo no presente, nós vamos ter o frevo mais em diálogo com outras culturas musicais”.


Fonte: EBC Cultura

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Cultura

SP: Cubatão recebe a 12ª edição do Festival Internacional de Dança

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Bailarinos de diversas idades e estilos movimentam a cidade de Cubatão, em São Paulo, até o próximo domingo. É a 12ª edição do Fidifest, Festival Internacional de Dança, um dos maiores encontros de dança do país.

Entre as atrações estão apresentações, workshops e audições com possibilidade de carreira internacional. O objetivo é incentivar os talentos da área e democratizar a dança.

André Santos, um dos diretores e idealizadores dá detalhes do projeto:

“O festival possui modalidades como solo, duos, trios, conjuntos, e é dividida nas categorias infantil, infanto-juvenil, juvenil, adulta, mista, quarenta mais e também master. Os estilos que participam incluem balé clássico, neoclássico, inclui contemporâneo, jazz dance, danças urbanas, sapateado, estilo livre, balé de repertório. A premiação conta com medalhas, troféus e também com prêmios e dinheiro, totalizando aí R$ 50 mil. Além disso, há premiações especiais para melhor coreografia, melhor bailarino e destaque de cada gênero”.

Os premiados são escolhidos por uma diversificada banca de jurados, formada por profissionais experientes da dança, que também ministram workshops durante o festival. O diretor fala sobre esses profissionais e os critérios de avaliação.

“Uma das prerrogativas do Fidifest é sempre buscar para banca de júri profissionais renomados, tanto nacional quanto internacionalmente, no universo da dança. Eles avaliam o ritmo, composição coreográfica, criatividade. Eles avaliam utilização do espaço cênico, sincronismo também, conjunto, execução técnica”.

André Santos destaca ainda a relevância do festival internacional de dança.

“O Fidifest tem um papel muito importante na valorização da dança, porque ele também cria, principalmente, oportunidades reais para artistas de diferentes estilos, diferentes idades e regiões, que têm oportunidade de mostrar o seu trabalho. Além da competição, o evento promove a formação, ele promove o intercâmbio cultural, a visibilidade artística e o acesso à profissionais renomados no mercado. E também fortalece a economia criativa”.

O Fidifest acontece no Teatro Municipal Zanzalá, grandioso espaço de cultura no centro cidade de Cubatão, com mais de 300 lugares. O nome é uma homenagem à obra do escritor cubatense Afonso Schmidt, autor do romance Zanzalá, publicado em 1938.


Fonte: EBC Cultura

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