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Cultura

Fórum em Sergipe discute caminhos para ampliar economia criativa

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Um fórum em Sergipe discute os caminhos para ampliar a economia criativa, um setor que já emprega mais de sete milhões de pessoas no país e tem grande potencial de expansão.

Nestas terça (7) e quarta (8), a capital Aracaju recebe o Fórum Brasil Criativo-Região Nordeste. A ação faz parte de uma programação de encontros regionais que estão percorrendo as cinco regiões do país. A ideia é construir políticas para o Plano Nacional de Economia Criativa, setor que representa mais 3% do PIB nacional.

No ano em que o filme “O Agente Secreto” levou o cinema nordestino para a cerimônia do Oscar, o fórum da região Nordeste reúne gestores, pesquisadores, empreendedores e agentes culturais, com foco justamente no audiovisual.

Setor cultural

De acordo com a Unesco, o setor cultural é um dos que mais crescem no mundo e responde por mais de 6% da economia mundial. Também é o setor que mais fornece trabalho para jovens e adultos entre 15 e 29 anos.

Fórum

A abertura do Fórum Brasil Criativo-Região Nordeste acontece nesta terça, às 9h15, com a apresentação do grupo “A Chegança Santa Cruz de Itabaiana”, uma tradição centenária da cultura sergipana, com teatro, música e dança, encenando batalhas navais entre mouros e cristãos.

Ao longo dos dois dias de encontro, ocorrem oficinas onde serão debatidos temas sobre o audiovisual como vetor de desenvolvimento, sustentabilidade dos negócios, participação social, além de modelos de financiamento e leis de incentivo.

A abertura, na Universidade Tiradentes, em Aracaju, será transmitida pelo Ministério da Cultura no YouTube.


Fonte: EBC Cultura

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Feira do Livro de SP reúne de autores consagrados aos independentes

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Em São Paulo, a quinta edição da Feira do Livro segue até domingo (7) com centenas de autores e expositores na Praça Charles Miller no Pacaembu, com entrada gratuita.

Esse é o quinto ano do festival literário que reúne mais de 160 expositores, entre editoras, livrarias e instituições dedicadas ao livro e à leitura. A programação traz três palcos oficiais e três de atividades paralelas.

O diretor-geral da Feira do Livro, Paulo Werneck, comenta sobre o destaque para a literatura latino-americana.

“A gente sempre teve grandes autores da América Latina visitando a feira. Então vai ter a Pilar Quintana, por exemplo, é uma das maiores autoras do mundo atualmente. Ela escreveu aquele livro A Cachorra, que é um livro muito celebrado. E a Alejandro Droznes, que é um autor que fala sobre a Copa Libertadores da América e a história da América Latina. Vem gente de várias regiões: Chile, Argentina, Colômbia…”

O evento traz autores consagrados como Ana Maria Machado e Silviano Santiago, além de nomes da nova safra, e livreiros independentes de São Paulo, que falam sobre o Mapa das Livrarias de Rua.

A literatura infanto-juvenil marca presença, em atividades como o bate-papo com Madu Costa, autora do livro “Trança a trança”, sobre uma avó que trança o cabelo da neta. A escritora explica que o livro ilustrado celebra o pertencimento e a ancestralidade do povo negro.

“Essa ancestralidade permanece no sorriso que a menina e a avó entregam. Elas de pé no chão, no quilombo, da roda, do contato com a terra.  Dessa coisa da herança ancestral,  num texto que tem tantas camadas, dá um tratado sobre as relações africanas e as heranças africanas na constituição da nossa identidade”.

A feira também discute questões contemporâneas, como o genocídio na Palestina, com o cientista político Norman Finkelstein, e o excesso de tempo de tela entre as crianças, num papo com os escritores infantis Jaminho Alves e Luis Lodi.

A programação da Feira do Livro é gratuita e os detalhes estão no site afeiradolivro.com.br

* Com colaboração de Victor Ribeiro.


Fonte: EBC Cultura

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