Cultura
Festival Porto Verão Alegre traz mais de 140 atrações em 18 palcos
Cultura
Em Porto Alegre, segue até o dia 8 de fevereiro o Festival Porto Verão Alegre. São mais de 140 atrações, em 18 palcos. 

Na edição de número 27, o Porto Alegre Verão traz uma diversidade de atrações à capital gaúcha. Na música, tem shows confirmados de Arrigo Barnabé, o duo formado por André Abujamra e Marcos Suzano, Nei Lisboa, Kleiton & Kledir, além das bandas Maskavo, Chimarruts e Graforréia Xilarmônica.
As apresentações acontecem em espaços como o Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues, Casa de Cultura Mario Quintana, Bar Ocidente e Theatro São Pedro.
No teatro, o público pode conferir 50 produções, que vão da comédia ao drama. Dez espetáculos vão fazer sua estréia no evento. Ainda tem opções para o público infantil, com fábulas, histórias clássicas, originais, espetáculos circenses e até de terror.
Um dos idealizadores do festival, Rogério Beretta, destaca que é importante incluir atrações para crianças na formação de plateia do futuro, além da formação de cidadãos.
Entre as atrações infantis estão o teatro de bonecos “O urso com música na barriga”; os espetáculos “A canção de Assis”, “O encantador de fantasmas”, “O Reino Infante” e “As aventuras de João, a princesa e o tapete voador”.
Há ainda uma releitura da fábula de Esopo “A cigarra e a formiga”. Nessa versão, a cigarra canta para alegrar a floresta e mostra que arte também é trabalho, além de animar o formigueiro durante o inverno.
A maior parte das sessões é acessível, com audiodescrição e tradução em Libras. Os ingressos custam a partir de 25 reais. A programação completa do festival está no site portoveraoalegre.com.br
Cultura
Coleção Ingá revela a pluralidade da arte e da cultura brasileira
A vasta identidade cultural brasileira, expressa por diferentes temas, como a fé e a vida cotidiana, é apresentada na exposição “Coleção Ingá: Brasil plural”, em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, no centro do Rio de Janeiro.

A mostra reúne uma seleção de cerca de 200 obras do acervo do Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro, o Museu do Ingá, localizado em Niterói, região metropolitana do Rio. A instituição conta com mais de 10 mil itens, de diferentes épocas.
São exibidos artefatos dos povos originários, registros de artistas viajantes, experimentações modernas, expressões de matrizes populares e registros de sincretismos e resistências, em diferentes formatos, como pinturas, esculturas, gravuras e objetos dos séculos 19 e 20.
Os trabalhos contam com a assinatura de nomes fundamentais da arte brasileira, como destaca Marcus Lontra, um dos curadores do projeto.
“Nomes como o Cícero Dias, Di Cavalcanti, Portinari, Caribé, apresentam trabalhos de grande destaque, de grande importância na coleção, formando um painel bem significativo da produção da arte moderna no Brasil”.
Marcus Lontra conta mais sobre o trabalho de curadoria da mostra.
“A proposta curatorial reside exatamente nessa ideia de se valorizar a pluralidade brasileira. Quer dizer, para um país de dimensões continentais como o Brasil, com uma riqueza étnica e cultural gigantesca, a mostra procura revelar essas variáveis, essas várias possibilidades de se ver e interpretar o Brasil. Isso foi o que guiou os trabalhos da curadoria”.
O Museu do Ingá engloba oito acervos de diferentes fontes e naturezas, com destaque para a antiga Coleção Banerj, a Coleção de Arte Popular e a Coleção do governador Ernani do Amaral Peixoto. O curador explica como a exposição reflete a diversidade do museu.
“A mostra, ela caracteriza essa pluralidade também da coleção com obras de matriz popular, obras em gravura, metal, estilo, como Oswaldo Goeldi e outros artistas bem conhecidos e também os grandes painéis que compõem a coleção Banerj. A mostra então procurou apresentar esse painel das várias coleções que compõem a grande coleção do Museu do Ingá”.
A exposição Coleção Ingá: Brasil plural ocupa dois andares do Centro Cultural Justiça Federal, divididos em seis núcleos, como Essa Gente Brasileira, que reúne obras sobre pertencimento e identidade nacional, e Matriz Popular, dedicado às produções artísticas do povo brasileiro.
A temporada vai até o dia 27 de setembro, com entrada franca!
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