Cultura
Festivais celebram ações para reduzir insegurança alimentar no Ceará
Cultura
O Ceará começa, neste mês, uma série de Festivais Gastronômicos regionais para celebrar os programas e ações voltadas para diminuição da insegurança alimentar no estado. Serão 35 eventos gastronômicos em 14 cidades da Grande Fortaleza e cidades do interior, que funcionarão como prévias para o 3ª Festival Ceará Sem Fome, que acontece em junho, no Centro de Eventos do Ceará.

A primeira cidade a realizar a versão local do festival é Ibiapina. A programação acontecerá no próximo sábado, na Praça Calçadão da Liberdade, que fica no centro da cidade, a partir das 16h e contará com atrações culturais, feira de produtos produzidos pelos beneficiários do programa Ceará Sem Fome e muita troca de experiências.
A iniciativa tem como objetivo dar visibilidade ao impacto das ações do Programa destacando histórias de superação, talentos, geração de renda, iniciativas que vêm transformando comunidades atendidas e fortalecimento do protagonismo social das pessoas beneficiadas.
As informações detalhadas sobre dias, horários e locais de cada festival serão divulgadas no perfil oficial do programa no Instagram @ceara.semfome.
Cozinha social
Desde sua criação, o projeto do governo do estado tem garantido diariamente refeições balanceadas para mais de 130 mil pessoas em situação de vulnerabilidade social, tendo como carro chefe o uso dos produtos da agricultura familiar plantados na zona rural cearense.
As refeições são produzidas através de uma rede com mais de 1.300 cozinhas sociais. Enquanto são realizadas as ações de segurança alimentar, os beneficiários da alimentação e voluntários são integrados ao programa +Qualificação e Renda, que busca dar autonomia econômica e social.
A estratégia integra qualificação profissional, inserção no mercado de trabalho, empreendedorismo e crédito, valorizando os saberes locais e incentivando alternativas sustentáveis de geração de renda.
Cultura
Coleção Ingá revela a pluralidade da arte e da cultura brasileira
A vasta identidade cultural brasileira, expressa por diferentes temas, como a fé e a vida cotidiana, é apresentada na exposição “Coleção Ingá: Brasil plural”, em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, no centro do Rio de Janeiro.

A mostra reúne uma seleção de cerca de 200 obras do acervo do Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro, o Museu do Ingá, localizado em Niterói, região metropolitana do Rio. A instituição conta com mais de 10 mil itens, de diferentes épocas.
São exibidos artefatos dos povos originários, registros de artistas viajantes, experimentações modernas, expressões de matrizes populares e registros de sincretismos e resistências, em diferentes formatos, como pinturas, esculturas, gravuras e objetos dos séculos 19 e 20.
Os trabalhos contam com a assinatura de nomes fundamentais da arte brasileira, como destaca Marcus Lontra, um dos curadores do projeto.
“Nomes como o Cícero Dias, Di Cavalcanti, Portinari, Caribé, apresentam trabalhos de grande destaque, de grande importância na coleção, formando um painel bem significativo da produção da arte moderna no Brasil”.
Marcus Lontra conta mais sobre o trabalho de curadoria da mostra.
“A proposta curatorial reside exatamente nessa ideia de se valorizar a pluralidade brasileira. Quer dizer, para um país de dimensões continentais como o Brasil, com uma riqueza étnica e cultural gigantesca, a mostra procura revelar essas variáveis, essas várias possibilidades de se ver e interpretar o Brasil. Isso foi o que guiou os trabalhos da curadoria”.
O Museu do Ingá engloba oito acervos de diferentes fontes e naturezas, com destaque para a antiga Coleção Banerj, a Coleção de Arte Popular e a Coleção do governador Ernani do Amaral Peixoto. O curador explica como a exposição reflete a diversidade do museu.
“A mostra, ela caracteriza essa pluralidade também da coleção com obras de matriz popular, obras em gravura, metal, estilo, como Oswaldo Goeldi e outros artistas bem conhecidos e também os grandes painéis que compõem a coleção Banerj. A mostra então procurou apresentar esse painel das várias coleções que compõem a grande coleção do Museu do Ingá”.
A exposição Coleção Ingá: Brasil plural ocupa dois andares do Centro Cultural Justiça Federal, divididos em seis núcleos, como Essa Gente Brasileira, que reúne obras sobre pertencimento e identidade nacional, e Matriz Popular, dedicado às produções artísticas do povo brasileiro.
A temporada vai até o dia 27 de setembro, com entrada franca!
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