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Cultura

Esquema de segurança reforçado marca Carnaval no Rio

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A Polícia Militar do Rio de Janeiro prendeu 458 criminosos entre os dias 13 e 17 de fevereiro. O resultado é 15% superior ao registrado em igual número de dias no Carnaval de 2025. A informação foi divulgada nesta quarta-feira e faz parte do balanço parcial das ações de segurança realizadas durante a folia.

No período, mais de 12.500 agentes foram mobilizados no esquema de policiamento ostensivo e ininterrupto, com apoio de recursos de tecnologia , como o sistema de reconhecimento facial,

Os policiais também apreenderam 74 adolescentes por atos infracionais, representando aumento de 28% em relação ao ano anterior. Outro destaque foi a recuperação recorde de 97 telefones celulares diretamente das mãos dos criminosos, um crescimento de 169% na comparação com o Carnaval passado.

As ações de revista nos acessos aos blocos e megablocos fizeram parte da estratégia para reduzir delitos oportunistas.

Além do reforço na segurança, uma ação do Procon Estadual apreendeu cerca de 50 litros de bebidas com indícios de falsificação ou sem procedência, entre elas whisky, cachaça e vodka, que eram vendidos nos blocos.

De acordo com o Secretário de Estado de Polícia Militar, Coronel Marcelo de Menezes, o planejamento operacional foi estruturado para atuar prioritariamente na prevenção, estratégia que, na sua avaliação, evitou ocorrências mais graves.

 


Fonte: EBC Cultura

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Feira do Livro de SP reúne de autores consagrados aos independentes

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Em São Paulo, a quinta edição da Feira do Livro segue até domingo (7) com centenas de autores e expositores na Praça Charles Miller no Pacaembu, com entrada gratuita.

Esse é o quinto ano do festival literário que reúne mais de 160 expositores, entre editoras, livrarias e instituições dedicadas ao livro e à leitura. A programação traz três palcos oficiais e três de atividades paralelas.

O diretor-geral da Feira do Livro, Paulo Werneck, comenta sobre o destaque para a literatura latino-americana.

“A gente sempre teve grandes autores da América Latina visitando a feira. Então vai ter a Pilar Quintana, por exemplo, é uma das maiores autoras do mundo atualmente. Ela escreveu aquele livro A Cachorra, que é um livro muito celebrado. E a Alejandro Droznes, que é um autor que fala sobre a Copa Libertadores da América e a história da América Latina. Vem gente de várias regiões: Chile, Argentina, Colômbia…”

O evento traz autores consagrados como Ana Maria Machado e Silviano Santiago, além de nomes da nova safra, e livreiros independentes de São Paulo, que falam sobre o Mapa das Livrarias de Rua.

A literatura infanto-juvenil marca presença, em atividades como o bate-papo com Madu Costa, autora do livro “Trança a trança”, sobre uma avó que trança o cabelo da neta. A escritora explica que o livro ilustrado celebra o pertencimento e a ancestralidade do povo negro.

“Essa ancestralidade permanece no sorriso que a menina e a avó entregam. Elas de pé no chão, no quilombo, da roda, do contato com a terra.  Dessa coisa da herança ancestral,  num texto que tem tantas camadas, dá um tratado sobre as relações africanas e as heranças africanas na constituição da nossa identidade”.

A feira também discute questões contemporâneas, como o genocídio na Palestina, com o cientista político Norman Finkelstein, e o excesso de tempo de tela entre as crianças, num papo com os escritores infantis Jaminho Alves e Luis Lodi.

A programação da Feira do Livro é gratuita e os detalhes estão no site afeiradolivro.com.br

* Com colaboração de Victor Ribeiro.


Fonte: EBC Cultura

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