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Centro Cultural São Paulo exibe filmes indicados ao Oscar

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A cerimônia do Oscar já passou, mas quem está na capital paulista tem a chance de conferir, de graça, filmes indicados este ano no CCSP, o Centro Cultural São Paulo. Entre eles está “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, produção brasileira indicada a quatro categorias na premiação. Com Wagner Moura no papel de um especialista em tecnologia que sai de São Paulo para Recife, o suspense se passa no contexto da ditadura militar em 1977.

O CCSP exibe também o grande vencedor do Oscar deste ano, “Uma Batalha Após a Outra”, de Paul Thomas Anderson, que levou seis estatuetas – de melhor filme, direção, ator coadjuvante, roteiro adaptado, direção de elenco e edição.

A mostra apresenta ainda o vencedor da categoria de melhor filme internacional, o norueguês “Valor Sentimental”, de Joachim Trier – drama sobre os ressentimentos de uma família –, e os indicados “Foi Apenas um Acidente”, filme iraniano que representou a França; e “A Voz de Hindi Rajab”, da Tunísia, sobre uma criança palestina que faz uma chamada de emergência para o departamento humanitário e traz áudios reais.

Entre outros indicados ao Oscar incluídos na programação do CCSP estão “Marty Supreme”, “Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria”, “A Hora do Mal”, “Pecadores”, “Hamnet: A Vida Antes de Hamlet” e “Bugonia”.

Todos os filmes são exibidos na Sala Lima Barreto, e os ingressos gratuitos podem ser retirados uma hora antes de cada sessão.

No sábado (21), acontece uma sessão ao ar livre no Jardim Suspenso do CCSP, às 19h30. O filme escolhido é a animação indicada ao Oscar “Arco”, de Ugo Bienvenu.

Os detalhes da programação estão no site centrocultural.sp.gov.br.


Fonte: EBC Cultura

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Coleção Ingá revela a pluralidade da arte e da cultura brasileira

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A vasta identidade cultural brasileira, expressa por diferentes temas, como a fé e a vida cotidiana, é apresentada na exposição “Coleção Ingá: Brasil plural”, em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, no centro do Rio de Janeiro.

A mostra reúne uma seleção de cerca de 200 obras do acervo do Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro, o Museu do Ingá, localizado em Niterói, região metropolitana do Rio. A instituição conta com mais de 10 mil itens, de diferentes épocas.

São exibidos artefatos dos povos originários, registros de artistas viajantes, experimentações modernas, expressões de matrizes populares e registros de sincretismos e resistências, em diferentes formatos, como pinturas, esculturas, gravuras e objetos dos séculos 19 e 20.

Os trabalhos contam com a assinatura de nomes fundamentais da arte brasileira, como destaca Marcus Lontra, um dos curadores do projeto. 

“Nomes como o Cícero Dias, Di Cavalcanti, Portinari, Caribé, apresentam trabalhos de grande destaque, de grande importância na coleção, formando um painel bem significativo da produção da arte moderna no Brasil”.

Marcus Lontra conta mais sobre o  trabalho de curadoria da mostra.

“A proposta curatorial reside exatamente nessa ideia de se valorizar a pluralidade brasileira. Quer dizer, para um país de dimensões continentais como o Brasil, com uma riqueza étnica e cultural gigantesca, a mostra procura revelar essas variáveis, essas várias possibilidades de se ver e interpretar o Brasil. Isso foi o que guiou os trabalhos da curadoria”.

O Museu do Ingá engloba oito acervos de diferentes fontes e naturezas, com destaque para a antiga Coleção Banerj, a Coleção de Arte Popular e a Coleção do governador Ernani do Amaral Peixoto. O curador  explica como a exposição reflete a diversidade do museu.

“A mostra, ela caracteriza essa pluralidade também da coleção com obras de matriz popular, obras em gravura, metal, estilo, como Oswaldo Goeldi e outros artistas bem conhecidos e também os grandes painéis que compõem a coleção Banerj. A mostra então procurou apresentar esse painel das várias coleções que compõem a grande coleção do Museu do Ingá”.

A exposição Coleção Ingá: Brasil plural ocupa dois andares do Centro Cultural Justiça Federal, divididos em seis núcleos, como Essa Gente Brasileira, que reúne obras sobre pertencimento e identidade nacional, e Matriz Popular, dedicado às produções artísticas do povo brasileiro.

A temporada vai até o dia 27 de setembro, com entrada franca!


Fonte: EBC Cultura

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