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Cultura

Centro cultural forma jovens artistas em João Pessoa

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Localizado no bairro do Baixo Roger, em João Pessoa, o Centro Cultural Piollim atende cerca de 50 jovens. Mas ao longo de sua história,  mais de dois mil alunos já passaram pela instituição. Josemberg Pereira foi aluno do Centro Cultural Piollim e hoje é educador do espaço. Ele reforça que as atividades realizadas no centro buscam desenvolver a integração social de crianças e jovens por meio da arte e cultura, sendo um espaço onde os alunos aprendem a lidar com conflitos, desenvolver autoestima e construir novas perspectivas de futuro. 

“O Piollim não tem o foco principal em formar artistas, mas naturalmente sai profissionais desse lugar. Esse papel é fundamental. Transformar a vida, transformar pessoas que têm uma formação acadêmica, que consiga construir uma vida profissional e pessoal de forma coerente com as diretrizes de modo geral que a vida nos impõe, e que nos são colocadas para a poder avançar cada vez mais em nosso caminho que a gente consegue trilhar”.

Além das atividades educativas, o Centro Cultural Piollim também é um importante polo de difusão cultural, promovendo espetáculos, festivais e intercâmbios com grupos de diversas regiões do país.  O Piolim funciona hoje através de recursos de editais de fomento à cultura, parcerias e também da doação de apoiadores.

*Com os trabalhos técnicos de Ivison Lira.


Fonte: EBC Cultura

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Feira do Livro de SP reúne de autores consagrados aos independentes

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Em São Paulo, a quinta edição da Feira do Livro segue até domingo (7) com centenas de autores e expositores na Praça Charles Miller no Pacaembu, com entrada gratuita.

Esse é o quinto ano do festival literário que reúne mais de 160 expositores, entre editoras, livrarias e instituições dedicadas ao livro e à leitura. A programação traz três palcos oficiais e três de atividades paralelas.

O diretor-geral da Feira do Livro, Paulo Werneck, comenta sobre o destaque para a literatura latino-americana.

“A gente sempre teve grandes autores da América Latina visitando a feira. Então vai ter a Pilar Quintana, por exemplo, é uma das maiores autoras do mundo atualmente. Ela escreveu aquele livro A Cachorra, que é um livro muito celebrado. E a Alejandro Droznes, que é um autor que fala sobre a Copa Libertadores da América e a história da América Latina. Vem gente de várias regiões: Chile, Argentina, Colômbia…”

O evento traz autores consagrados como Ana Maria Machado e Silviano Santiago, além de nomes da nova safra, e livreiros independentes de São Paulo, que falam sobre o Mapa das Livrarias de Rua.

A literatura infanto-juvenil marca presença, em atividades como o bate-papo com Madu Costa, autora do livro “Trança a trança”, sobre uma avó que trança o cabelo da neta. A escritora explica que o livro ilustrado celebra o pertencimento e a ancestralidade do povo negro.

“Essa ancestralidade permanece no sorriso que a menina e a avó entregam. Elas de pé no chão, no quilombo, da roda, do contato com a terra.  Dessa coisa da herança ancestral,  num texto que tem tantas camadas, dá um tratado sobre as relações africanas e as heranças africanas na constituição da nossa identidade”.

A feira também discute questões contemporâneas, como o genocídio na Palestina, com o cientista político Norman Finkelstein, e o excesso de tempo de tela entre as crianças, num papo com os escritores infantis Jaminho Alves e Luis Lodi.

A programação da Feira do Livro é gratuita e os detalhes estão no site afeiradolivro.com.br

* Com colaboração de Victor Ribeiro.


Fonte: EBC Cultura

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