Search
Close this search box.

Cultura

Carnaval de Olinda tem blocos e troças coloridas pelo centro histórico

Publicado em

Cultura

Em Pernambuco, o sábado de carnaval é muito mais que festa. É encontro de gerações, ritmos e histórias escritas no compasso das orquestras e no coração do povo.

Ao longo do dia, as ladeiras históricas de Olinda pulsarão com uma infinidade de blocos e troças coloridas em saídas pelas principais praças e no sítio histórico. Como o Eu Acho é Pouco, Menino da Tarde, Ceroula, Tambores de Saia e Patusquinho, misturando maracatu, frevo e ritmos populares em bailes improvisados e encontros culturais.

No início da noite, a festa não para. Os polos culturais espalhados pelo Recife e por bairros de Olinda promovem apresentações gratuitas de bandas, orquestras e shows populares no Marco Zero, Pátio de São Pedro, Praça do Arsenal e outros espaços abertos, garantindo ritmo e energia até altas horas. 

Além da capital e das ladeiras olindenses, o carnaval dos Papangus em Bezerros, no Agreste pernambucano, também abre sua programação oficial neste sábado (14) com apresentações de frevo, forró e samba em polos culturais gratuitos ao longo do dia, abrindo espaço para quem busca uma folia mais no interior do estado.
 


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cultura

Coleção Ingá revela a pluralidade da arte e da cultura brasileira

Publicados

em

A vasta identidade cultural brasileira, expressa por diferentes temas, como a fé e a vida cotidiana, é apresentada na exposição “Coleção Ingá: Brasil plural”, em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, no centro do Rio de Janeiro.

A mostra reúne uma seleção de cerca de 200 obras do acervo do Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro, o Museu do Ingá, localizado em Niterói, região metropolitana do Rio. A instituição conta com mais de 10 mil itens, de diferentes épocas.

São exibidos artefatos dos povos originários, registros de artistas viajantes, experimentações modernas, expressões de matrizes populares e registros de sincretismos e resistências, em diferentes formatos, como pinturas, esculturas, gravuras e objetos dos séculos 19 e 20.

Os trabalhos contam com a assinatura de nomes fundamentais da arte brasileira, como destaca Marcus Lontra, um dos curadores do projeto. 

“Nomes como o Cícero Dias, Di Cavalcanti, Portinari, Caribé, apresentam trabalhos de grande destaque, de grande importância na coleção, formando um painel bem significativo da produção da arte moderna no Brasil”.

Marcus Lontra conta mais sobre o  trabalho de curadoria da mostra.

“A proposta curatorial reside exatamente nessa ideia de se valorizar a pluralidade brasileira. Quer dizer, para um país de dimensões continentais como o Brasil, com uma riqueza étnica e cultural gigantesca, a mostra procura revelar essas variáveis, essas várias possibilidades de se ver e interpretar o Brasil. Isso foi o que guiou os trabalhos da curadoria”.

O Museu do Ingá engloba oito acervos de diferentes fontes e naturezas, com destaque para a antiga Coleção Banerj, a Coleção de Arte Popular e a Coleção do governador Ernani do Amaral Peixoto. O curador  explica como a exposição reflete a diversidade do museu.

“A mostra, ela caracteriza essa pluralidade também da coleção com obras de matriz popular, obras em gravura, metal, estilo, como Oswaldo Goeldi e outros artistas bem conhecidos e também os grandes painéis que compõem a coleção Banerj. A mostra então procurou apresentar esse painel das várias coleções que compõem a grande coleção do Museu do Ingá”.

A exposição Coleção Ingá: Brasil plural ocupa dois andares do Centro Cultural Justiça Federal, divididos em seis núcleos, como Essa Gente Brasileira, que reúne obras sobre pertencimento e identidade nacional, e Matriz Popular, dedicado às produções artísticas do povo brasileiro.

A temporada vai até o dia 27 de setembro, com entrada franca!


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA