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Cultura

Campanha no Rio convoca foliões a preservarem o patrimônio histórico

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Cultura

O Iphan, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, realiza em parceria com a Riotur a campanha “Quem samba cuida”, voltada para a conscientização dos foliões sobre a importância da preservação dos bens culturais tombados em nível federal no Rio de Janeiro. O objetivo é chamar a atenção do público que frequenta os blocos de rua, incentivando atitudes responsáveis, que conciliem a celebração com a proteção do patrimônio histórico.

A campanha pode ser vista nos sites oficiais do Carnaval de Rua do Rio e em pontos estratégicos próximos a bens tombados, especialmente em áreas por onde passam os cortejos carnavalescos. Em alguns desses locais, o público pode conhecer um pouco da história dos bens culturais por meio de lonas informativas.

A superintendente do Iphan no Rio de Janeiro, Patrícia Wanzeller, comemora os resultados já alcançados pela campanha neste ano…

“A Rua Primeiro de Março, repleta de prédios tombados, historicamente sofria danos durante a passagem dos blocos. Esse ano, os megablocos abraçaram a ideia e passaram a fazer alertas ao público pedindo para não urinar e nem subir nos monumentos. O resultado foi extremamente positivo. Até o momento, nenhum dano foi registrado”.

As ações também incluem um cubo de LED instalado na Praia de Copacabana, com mensagens de conscientização para cariocas e turistas até o dia 22 de fevereiro, e a divulgação de posts de conscientização nas redes sociais, que reforçam a importância da colaboração do público e orientam para que não subam nos monumentos, não urinem nem pratiquem qualquer forma de depredação dos bens históricos.  

 


Fonte: EBC Cultura

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Cultura

Com açúcar: relação de avós e netos é marcada pelo afeto e admiração

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A relação entre avós e netos é uma experiência vivida de diferentes formas, mas que costuma deixar marcas profundas.

Os números do último Censo Demográfico mostram que, na Bahia, pelo menos 650 mil avós e avôs moram com os netos, segundo a Supervisora de Disseminação de Informações do IBGE na Bahia, Mariana Viveiros.

“Em quase todas essas situações são os avós os responsáveis pelo domicílio, como figura de liderança na casa, embora tenha um número de avós que moram em domicílios chefiados pelos netos, como se os netos estivessem cuidando dos avós. Mas quase a totalidade são os avós que chefiando os domicílios. As avós mulheres são 70% dos avós que moram com os netos. E não necessariamente são avós e avôs idosos. Tem uma participação importante de pessoas de menos de 60 anos que já são avós e moram com seus netos”.

A jornalista Sandra Mercês mora com a avó desde a infância e de lá para cá foi construindo uma relação marcada pelo afeto e a admiração.

“Morar com minha avó é querer viver dentro do abraço dela. É ver o cuidado, o amor dela em cada detalhe. No cheirinho de comida pela casa. Naquela pergunta simples: ‘você já comeu?’ Na bronca que ela dá, que é uma bronca por conta do cuidado, no abraço que faz a gente se sentir seguro. Minha avó é muito ela, é muito intensa, ela fala do jeitinho dela, mas de um jeitinho bonito. Ela cuida de cada detalhe da casa como se quisesse guardar os netos em um potinho”.

A avó de Sandra, dona Ivanilde Conceição, de 68 anos, também tem outros netos com quem compartilha a rotina dentro de casa.

“Tenho seis netos. Três moram comigo e três moram com os pais.  Eu amo muito meus netos quando venho aqui em casa me visitar. Brinco, caduco, faço tudo.”

O Dia dos Avós é comemorado em 26 de julho, data associada à Santa Ana e São Joaquim, considerados pela tradição católica os avós de Jesus Cristo.


Fonte: EBC Cultura

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