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Várzea Grande

Presidente Wanderley Cerqueira e comitiva de vereadores prestigiam posse de Tião da Zaeli na Fecomércio-MT — Câmara Municipal

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Várzea Grande

O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, vereador Wanderley Cerqueira, e uma comitiva de parlamentares do município prestigiaram, na noite de ontem (1º), a solenidade de posse da nova diretoria da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso (Fecomércio-MT).

O evento festivo, realizado no Buffet Leila Malouf, em Cuiabá, marcou o início da gestão do empresário Sebastião Gonçalves (Tião da Zaeli) na presidência da entidade para o quadriênio 2026–2030.Também marcaram presença os vereadores Lucélia, Gisa Barros, Wender Madureira, Cilcinho, Braz Jaciro e Dr. Miguel Jr., reforçando a parceria entre o Legislativo e o setor produtivo.

Recentemente, o Sistema Fecomércio inaugurou uma moderna unidade integrada do Sesc e Senac na Avenida da FEB, em Várzea Grande. O presidente Wanderley Cerqueira esteve presente no ato de inauguração, onde discursou ressaltando o impacto positivo do investimento na preparação para o mercado de trabalho, por meio de cursos profissionais, e na consequente geração de empregos na cidade.

A Fecomércio-MT é a entidade que representa, defende e orienta as empresas do comércio de bens, serviços e turismo no estado.Ela comanda o Sistema Comércio, que inclui o Sesc e o Senac, atuando diretamente no desenvolvimento econômico, na capacitação profissional de trabalhadores e na oferta de serviços de saúde, lazer e cultura para a população.

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Várzea Grande

Alessandro Moreira afirma que Câmara já autorizou mais de R$ 155,6 milhões em alterações orçamentárias e rebate críticas sobre demora na tramitação de projetos

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O vereador Alessandro Moreira afirmou, durante sessão da Câmara Municipal de Várzea Grande, que o Legislativo já autorizou mais de R$ 155.634.535,19 em alterações orçamentárias ao longo de 2026 e rebateu críticas de que a Casa estaria impedindo o andamento de projetos encaminhados pelo Executivo Municipal.

Segundo o parlamentar, os questionamentos sobre novas alterações no orçamento envolvem uma discussão que ultrapassa a competência do Legislativo, já que parte do tema está sendo analisada pela Justiça por meio de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIn), solicitado pelo próprio Executivo municipal, impedindo assim qualquer ação do legislativo.

Durante o pronunciamento, Alessandro apresentou um levantamento dos valores já autorizados pela Câmara. De acordo com ele, a Lei Orçamentária Anual (LOA) prevê um orçamento de R$ 2,037 bilhões para o município. Além disso, os vereadores aprovaram um remanejamento de 5% do orçamento, equivalente a aproximadamente R$ 102 milhões.

O parlamentar destacou ainda que outras leis aprovadas pelo Legislativo autorizaram créditos e alterações orçamentárias que, somadas, elevam o total já autorizado para R$ 155.634.535,19, reforçando que a Câmara tem dado respaldo às necessidades de gestão financeira do Executivo.

Alessandro também lembrou que a prefeita possui autorização para realizar remanejamentos internos por decreto, desde que respeitados os limites estabelecidos pela legislação vigente.

Ao abordar os projetos que ainda tramitam na Câmara, o vereador informou que as propostas em análise representam cerca de R$ 475 milhões em novas alterações orçamentárias. Entre elas estão os Projetos de Lei nº 124, 152, 174, 175 e 178.

Caso todas as matérias sejam aprovadas, o volume de recursos movimentados por meio de alterações orçamentárias poderá atingir aproximadamente R$ 588,6 milhões, o que corresponde a cerca de 28,89% do orçamento total do município.

Durante a sessão, Alessandro reforçou que parte do impasse envolvendo essas alterações está judicializada a pedido do Poder Executivo e não pode ser atribuída exclusivamente ao Poder Legislativo.

“Isso não é a Câmara Municipal que está travando. É preciso reunir as partes e buscar uma deliberação sobre a questão. Essa é a verdade dos fatos”, afirmou.

Ao finalizar sua fala, o vereador defendeu que o debate sobre as finanças públicas seja conduzido com transparência, responsabilidade e baseado em dados técnicos e nos números oficiais do orçamento municipal.

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