Search
Close this search box.

Sorriso

UBS do Nova Aliança passa a atender em horário estendido

Publicado em

Sorriso

Com a medida, a UBS do Benjamin Raiser deixa de abrir à noite a partir da próxima segunda, dia 30

A partir da próxima segunda-feira, dia 30, a Unidade Básica de Saúde Nova Aliança irá entrar para o time de reforço da UPA Sara Akemi Ichicava,. Assim como as unidades Morada do Bosque, Anezia Biazin e Bela Vista, a do Nova Aliança estará aberta para atendimento em horário estendido, das 17 às 22 horas.

Com a abertura noturna do Nova Aliança, a UBS do Benjamin Raiser passará a atender em horário normal como PSF nos turnos matutino e vespertino, deixando de atuar no período noturno. Coordenadora da Atenção Primária, a enfermeira Michele Benacchio, explica que a medida se deve à baixa procura no Benjamin Raiser no período noturno. Já na região do grande São Domingos, mesmo com a Upinha aberta durante toda a noite e o reforço do Morada do Bosque, a procura é intensa. Nesta sexta, dia 27, o ponto extra ainda é no Benjamin Raiser.

A abertura das UBSs em horário estendido é uma das medidas de reforço à UPA que tem registrado alta demanda de atendimento na última semana. A superlotação, aponta a equipe técnica, se dá por casos de bronquiolite e pneumonia.

Vale lembrar que além da UPA Sara Akemi Ichicava, as Upinhas da Zona Leste e do Rota do Sol continuam atendendo normalmente e que as UBSs serão uma reforço nos serviços prestados. A Sara Akemi fica aberta 24 horas de segunda a segunda; a da Zona Leste atende das 18 horas às 6 da manhã do dia seguinte de segunda a segunda e a do Rota das 18 horas à meia- noite de segunda a sexta.

Além disso, a Farmácia Cidadã Takeo Watanabe, na Área Central, permanece aberta 24 horas de segunda a segunda. Já as farmácias cidadãs do Rota do Sol, São Domingos, Bela Vista e do Distrito de Primavera atendem das 7 às 11 horas e das 13 às 17 horas de segunda a sexta-feira. Vale lembrar que para retirar medicamento em uma das farmácias cidadãs é necessário apresentar receituário do Sistema Único de Saúde (SUS).

Confira como fica o funcionamento a partir do dia 30:

✅ Estarão abertas das 17 às 22 horas de segunda a sexta-feira as UBSs Morada do Bosque, Nova Aliança, Anezia Biazin e Bela Vista;

✅ A Upinha da Zona Leste atende 24 horas aos fins de semana e das 18 horas às seis da manhã do dia seguinte;

✅ A UPA Sara Akemi Ichicava atende 24 horas de segunda a segunda;

✅ A Upinha do Santa Clara atende das 18 horas à meia-noite de segunda à sexta-feira;

✅ A Farmácia Cidadã Takeo Watanabe, da Área Central, atende 24 horas de segunda a segunda;

✅ As Farmácias Cidadãs Rota do Sol, São Domingos, Bela Vista e do Distrito de Primavera atendem das 7 às 11 horas e das 13 às 17 horas de segunda a sexta-feira.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Sorriso

Projeto “Construindo Bases para a Resiliência Ecológica” é apresentado aos produtores do Jonas Pinheiro

Publicados

em

Absorver impactos, adaptar-se a mudanças e recuperar suas funções e estruturas essenciais após sofrer perturbações, sejam elas climáticas, incêndios ou causadas pela ação humana. Esse é o conceito central de resiliência ecológica. E, exatamente esse conceito dá o norte ao projeto apresentado nesta manhã, 03 de junho, para os agricultores do Assentamento Jonas Pinheiro. Em andamento na Escola Matilde Luiza Zanatta Gomes, o Construindo Bases para a Resiliência Ecológica dos Agricultores Familiares do Assentamento Rural Jonas Pinheiro, tem como principal a recuperação ambiental de área degradada na comunidade.

Quem falou sobre o projeto para os agricultores foi a professora Ilzeny Rodrigues, responsável pelo Construindo Bases. Ilzeny contou com o apoio do secretário de Agricultura e Meio Ambiente (SAMA), Clóvis Picolo Filho e de toda a equipe da pasta, além do apoio da equipe da Escola Matilde e da Secretaria de Educação (Semel).

Clóvis frisa que há um grande passivo ambiental no Assentamento e o mote do projeto é justamente recuperar essas áreas degradadas com o plantio de espécies nativas. Serão distribuídas cerca de 25 mil mudas. “Recuperar essas áreas é essencial para que os produtores possam regularizar o Cadastro Ambiental Rural (CAR) dessas propriedades, bem como ampliar a produção e venda dos produtos da agricultura familiar”, detalha.

Para o agricultor Márcio Manoel da Silva, um dos fundadores do Jonas Pinheiro e da Cooperativa dos Pequenos Produtores Rurais do Vale do Celeste (Coopercel), o Construindo Bases será essencial para a regularização das áreas. “Vai beneficiar toda a comunidade”, diz.

Mas chegar a esse momento não foi uma tarefa fácil.

Tudo começou com o sonho da professora Ilzeny Rodrigues que que há cerca de 10 anos atua na Escola Matilde e almejava ter uma grande estufa na unidade. No percurso desse sonho, ela conheceu Joyce Goblit, então professora de Sociologia do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) Campus de Sorriso que a convidou para participar de uma ação aberta no Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN) que selecionava projetos ambientais.

“Era um sonho meu poder fazer uma grande estufa que contribuísse de alguma forma com a escola e a comunidade em que está inserida”, diz Ilzeny.

Joyce propôs a Ilzeny participar da seleção. Ilzeny, por sua vez, confidenciou que sonhava em ter uma grande estufa. Orientada por Joyce, Ilzeny pesquisou o passivo ambiental do Assentamento e viu ali a oportunidade de mudar o cenário do Jonas Pinheiro. Com o apoio dos moradores do Jonas Pinheiro e da professora Ana Catarina Tibaldi dos Reis, hoje adjunta da Semasa, Ilzeny inscreveu o projeto pela própria associação da escola e teve a grata satisfação em ver que seu trabalho foi um dos nove selecionados no país.

Vencida a etapa de seleção, Ilzeny colocou mãos à obra. O grupo adquiriu sementes de várias espécies nativas como a fava arara, aroeira do campo, louro branco, pinha nativa, jatobá, pinho cuiabano, dentre várias outras.

Com as mudas já crescidas é hora de iniciar a distribuição e recuperar o passivo ambiental do Jonas Pinheiro. “É a oportunidade de todos os assentados regularizar sua situação ambiental; todas as propriedades tem que ter pelo menos 20% de área recuperada; um projeto muito bonito que nos conectou com a nossa terra e a nossa realidade”, se emociona Ilzeny. Para a professora “hoje é um dia muito especial para a nossa Escola e o Assentamento; celebramos esse momento inclusive com a Feira do Produtor, das mulheres do Assentamento aqui na escola”, comemora ela.

Para Clóvis, a recuperação ambiental vai garantir que os agricultores possam regularizar a própria documentação de seus lotes. “Sem essa área recuperada, não há como regularizar o CAR, por exemplo, ou fazer financiamento, por isso esse momento é tão especial”, explica.

Sobre o ISPN

O ISPN é uma organização da sociedade civil que, há mais de 35 anos, atua pelo fortalecimento de meios de vida sustentáveis, com protagonismo comunitário e valorização dos saberes e da sociobiodiversidade. A justiça socioambiental e climática é o horizonte que orienta nossa caminhada.

A história começa em 1990, quando um grupo de pesquisadores decidiu unir esforços para qualificar e documentar suas pesquisas e atuar em defesa do meio ambiente em diálogo com os debates sociais. Dessa iniciativa nasceu o Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN).

Em 1994, o ISPN foi selecionado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) para coordenar o Small Grants Programme (SGP) no Brasil, com foco no Cerrado. O SPG apoia projetos de base comunitária em mais de 120 países, com apoio do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF).

Essa experiência impulsionou a atuação com projetos ecossociais, que hoje ganham força com o Fundo Ecos, um mecanismo independente de filantropia para a justiça socioambiental.

Em 2013, ampliou a atuação para a Caatinga e, dois anos depois, com apoio do Fundo Amazônia, passamos a apoiar iniciativas também nos estados do Maranhão, Tocantins e Mato Grosso.

Desde então, já apoiou mais de mil projetos em diferentes biomas, por meio de uma carteira diversificada de financiadores, com o intuito de qualificar, promover e multiplicar conhecimentos que contribuam para a consolidação de paisagens produtivas ecossociais, garantindo o presente e o futuro das comunidades e da natureza.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA