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Rua Alfredo Gomes passa a contar com iluminação pública

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Equipes da Sintra seguem com trabalho de fazer a manutenção e ampliar o parque de iluminação pública, 100% em LED

Pavimentada e iluminada. A Rua Alfredo Gomes, que permite o acesso à BR 163 via Jardim dos Ipês, Zona Norte de Sorriso, passou, nesta semana, a contar com iluminação pública. Ao longo de pouco mais de um quilômetro de via, que foi pavimentada em 2024, foram instaladas 41 luminárias de 140 W, todas em LED.

“É uma via importante de acesso à BR-163, que desafoga o trânsito na região central e traz mais fluidez ao tráfego, proporcionando mais agilidade, principalmente para quem tem como destino o Aeroporto Regional Adolino Bedin”, destaca o secretário de Infraestrutura, Transporte e Saneamento (Sintra), Milton Geller, lembrando que agora o trecho terá mais segurança, com a iluminação.

A instalação das luminárias, que integram o lote enviado pelo Governo do Estado via programa MT Iluminado, foi feita por equipes próprias da Sintra, que agora seguem para outra empreitada: a iluminação de um trecho da Rua Concórdia, na Zona Oeste.

“O trabalho é constante, tanto na manutenção das luminárias já instaladas, quanto na disponibilização de novos pontos, sempre com o objetivo de garantir o bem-estar e a segurança de nossa população, bem como proporcionar um ambiente urbano mais bonito”, complementou o secretário.

Precisa falar com a Sintra? Entre em contato, via WhatsApp, pelo 66 99690 1823.

Relembre:

Em outubro, Sorriso conquistou um novo lote de luminárias em LED para o parque de iluminação pública do Município. Na Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), Geller garantiu um novo lote de 6,5 mil luminárias de LED via programa MT Iluminado, o que está permitindo a continuidade da manutenção, bem como a expansão do parque de iluminação pública do Município.

Atualmente, Sorriso conta com 25 mil luminárias, já 100% em LED. O novo lote, estimado em R$ 4,5 milhões, conta com 500 luminárias de 60W, 2 mil de 100W, 1,5 mil de 150W e 2,5 mil de 200W. “Manter nossa iluminação pública sempre em dia é fundamental, deixa nossa cidade mais bonita e proporciona bem-estar e segurança para nossa população”, destaca Geller, reiterando que o trabalho é constante, tanto internamente, entre equipes de vários setores da Prefeitura, quanto junto ao Estado, para que Sorriso permaneça sempre iluminada.

O secretário lembra que Sorriso foi o primeiro dos até então 141 municípios de Mato Grosso, a universalizar a iluminação pública com LED por meio do programa estadual, ainda em 2023. “O LED é uma tecnologia que permite mais eficiência na iluminação, com um fluxo luminoso melhor e a redução considerável da necessidade de trocas”, complementa o gestor.

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Projeto “Construindo Bases para a Resiliência Ecológica” é apresentado aos produtores do Jonas Pinheiro

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Absorver impactos, adaptar-se a mudanças e recuperar suas funções e estruturas essenciais após sofrer perturbações, sejam elas climáticas, incêndios ou causadas pela ação humana. Esse é o conceito central de resiliência ecológica. E, exatamente esse conceito dá o norte ao projeto apresentado nesta manhã, 03 de junho, para os agricultores do Assentamento Jonas Pinheiro. Em andamento na Escola Matilde Luiza Zanatta Gomes, o Construindo Bases para a Resiliência Ecológica dos Agricultores Familiares do Assentamento Rural Jonas Pinheiro, tem como principal a recuperação ambiental de área degradada na comunidade.

Quem falou sobre o projeto para os agricultores foi a professora Ilzeny Rodrigues, responsável pelo Construindo Bases. Ilzeny contou com o apoio do secretário de Agricultura e Meio Ambiente (SAMA), Clóvis Picolo Filho e de toda a equipe da pasta, além do apoio da equipe da Escola Matilde e da Secretaria de Educação (Semel).

Clóvis frisa que há um grande passivo ambiental no Assentamento e o mote do projeto é justamente recuperar essas áreas degradadas com o plantio de espécies nativas. Serão distribuídas cerca de 25 mil mudas. “Recuperar essas áreas é essencial para que os produtores possam regularizar o Cadastro Ambiental Rural (CAR) dessas propriedades, bem como ampliar a produção e venda dos produtos da agricultura familiar”, detalha.

Para o agricultor Márcio Manoel da Silva, um dos fundadores do Jonas Pinheiro e da Cooperativa dos Pequenos Produtores Rurais do Vale do Celeste (Coopercel), o Construindo Bases será essencial para a regularização das áreas. “Vai beneficiar toda a comunidade”, diz.

Mas chegar a esse momento não foi uma tarefa fácil.

Tudo começou com o sonho da professora Ilzeny Rodrigues que que há cerca de 10 anos atua na Escola Matilde e almejava ter uma grande estufa na unidade. No percurso desse sonho, ela conheceu Joyce Goblit, então professora de Sociologia do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) Campus de Sorriso que a convidou para participar de uma ação aberta no Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN) que selecionava projetos ambientais.

“Era um sonho meu poder fazer uma grande estufa que contribuísse de alguma forma com a escola e a comunidade em que está inserida”, diz Ilzeny.

Joyce propôs a Ilzeny participar da seleção. Ilzeny, por sua vez, confidenciou que sonhava em ter uma grande estufa. Orientada por Joyce, Ilzeny pesquisou o passivo ambiental do Assentamento e viu ali a oportunidade de mudar o cenário do Jonas Pinheiro. Com o apoio dos moradores do Jonas Pinheiro e da professora Ana Catarina Tibaldi dos Reis, hoje adjunta da Semasa, Ilzeny inscreveu o projeto pela própria associação da escola e teve a grata satisfação em ver que seu trabalho foi um dos nove selecionados no país.

Vencida a etapa de seleção, Ilzeny colocou mãos à obra. O grupo adquiriu sementes de várias espécies nativas como a fava arara, aroeira do campo, louro branco, pinha nativa, jatobá, pinho cuiabano, dentre várias outras.

Com as mudas já crescidas é hora de iniciar a distribuição e recuperar o passivo ambiental do Jonas Pinheiro. “É a oportunidade de todos os assentados regularizar sua situação ambiental; todas as propriedades tem que ter pelo menos 20% de área recuperada; um projeto muito bonito que nos conectou com a nossa terra e a nossa realidade”, se emociona Ilzeny. Para a professora “hoje é um dia muito especial para a nossa Escola e o Assentamento; celebramos esse momento inclusive com a Feira do Produtor, das mulheres do Assentamento aqui na escola”, comemora ela.

Para Clóvis, a recuperação ambiental vai garantir que os agricultores possam regularizar a própria documentação de seus lotes. “Sem essa área recuperada, não há como regularizar o CAR, por exemplo, ou fazer financiamento, por isso esse momento é tão especial”, explica.

Sobre o ISPN

O ISPN é uma organização da sociedade civil que, há mais de 35 anos, atua pelo fortalecimento de meios de vida sustentáveis, com protagonismo comunitário e valorização dos saberes e da sociobiodiversidade. A justiça socioambiental e climática é o horizonte que orienta nossa caminhada.

A história começa em 1990, quando um grupo de pesquisadores decidiu unir esforços para qualificar e documentar suas pesquisas e atuar em defesa do meio ambiente em diálogo com os debates sociais. Dessa iniciativa nasceu o Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN).

Em 1994, o ISPN foi selecionado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) para coordenar o Small Grants Programme (SGP) no Brasil, com foco no Cerrado. O SPG apoia projetos de base comunitária em mais de 120 países, com apoio do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF).

Essa experiência impulsionou a atuação com projetos ecossociais, que hoje ganham força com o Fundo Ecos, um mecanismo independente de filantropia para a justiça socioambiental.

Em 2013, ampliou a atuação para a Caatinga e, dois anos depois, com apoio do Fundo Amazônia, passamos a apoiar iniciativas também nos estados do Maranhão, Tocantins e Mato Grosso.

Desde então, já apoiou mais de mil projetos em diferentes biomas, por meio de uma carteira diversificada de financiadores, com o intuito de qualificar, promover e multiplicar conhecimentos que contribuam para a consolidação de paisagens produtivas ecossociais, garantindo o presente e o futuro das comunidades e da natureza.

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