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Palco Cultural abre programação do Natal Luz 2025 com desfile natalino e apresentações musicais

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Abertura oficial ocorre no domingo, 30 de novembro, com carreta natalina, entrega das chaves da cidade ao Papai Noel e concerto das orquestras municipais

A magia do Natal toma conta de Sorriso a partir das 18h30 deste domingo, 30 de novembro, com a abertura oficial do Natal Luz 2025. A programação inicia na Praça das Fontes, de onde sairá uma carreta cheia de personagens natalinos que percorrerá a Avenida Natalino João Brescansin até a Praça da Juventude, local que receberá toda a programação cultural durante o mês de dezembro.

Ao chegar ao palco cultural, acontece a solenidade de abertura, marcada pela tradicional entrega das chaves da cidade ao Papai Noel, símbolo da temporada festiva. Em seguida, o público poderá prestigiar a apresentação das orquestras municipais das Oficinas de Cultura, que dará o tom das noites especiais que virão.

A secretária de Cultura de Sorriso, Marisa Neto, destaca que o período será marcado por encanto, convivência e valorização da comunidade local. “Será um mês inteiro de muitas apresentações, clima natalino e a Praça da Juventude totalmente decorada. É um momento para as famílias se reunirem, celebrarem a esperança e viverem a magia do Natal”, afirma.

A exemplo de anos anteriores, o Natal Luz 2025 é uma parceria entre a Prefeitura de Sorriso, por meio da Secretaria de Cultura e a Associação Comercial e Empresarial de Sorriso – ACES, responsável pela decoração natalina da cidade.

A partir do dia 1º de dezembro, o Palco Cultural 2025 recebe diariamente apresentações de escolas, orquestras, bandas, grupos de dança, iniciativas comunitárias e artistas locais. Confira a programação completa:

Programação – Palco Cultural 2025

01 de dezembro – (segunda-feira)
19h–20h – Escola Municipal Aureliano Pereira da Silva
20h–21h – Escola Municipal Flor do Amanhã

02 de dezembro – (terça-feira)
19h–20h – Cemeis Caminhos do Saber
20h–21h – Escola CMEB

03 de dezembro – (quarta-feira)
19h–20h – Cemeis Primeiros Passos Adaléia Timóteo
20h–21h – Escola Municipal Professora Geny Forgianini

04 de dezembro – (quinta-feira)
19h–20h – Cemeis Criança Esperança
20h–21h – Cemeis São José
21h15 – Escola Municipal Jardim Amazônia

05 de dezembro – (sexta-feira)
18h30–19h30 – Escola Municipal Leôncio Pinheiro da Silva
19h–20h – Escola Municipal Jardim Bela Vista

06 de dezembro – (sábado)
19h–20h – Ney Miguins
19h30–20h30 – Banda Rafael de Castro
21h – Fernando Marques

07 de dezembro – (domingo)
19h–20h – Quadrilha Junina Jhonny

08 de dezembro – (segunda-feira)
19h–20h – Escola Municipal Professor Holf Bachman
20h–21h – Escola Municipal Leonel Brizola

09 de dezembro – (terça-feira)
19h–20h – Escola Rui Barbosa

10 de dezembro – (quarta-feira)
18h45–19h45 – Escola Matilde e CEMFOR

11 de dezembro – (quinta-feira)
19h–20h – Orquestra Assembleia de Deus

12 de dezembro – (sexta-feira)
19h–20h – Grupo Musical 3ª Idade
19h45–20h45 – Anderson Bitencourt e Débora (Promic)

13 de dezembro – (sábado)
19h–20h – Igreja Shekna Mauro Fortunato

14 de dezembro – (domingo)
18h–19h – Acqua FitDance – Escola de Dança

15 de dezembro – (segunda-feira)
19h–20h – Aconsuelo
19h15–20h15 – Escola Sonata

16 de dezembro – (terça-feira)
19h–20h Apresentação Promic

17 de dezembro – (quarta-feira)
19h–20h – Concurso de Paródia e Versos

18 de dezembro – (quinta-feira)
19h–20h Apresentação Promic

19 de dezembro – (sexta-feira)
19h–20h – Dupla Dany e Roby

20 de dezembro – (sábado)
19h45–20h45 – Dupla Neves e Joel

21 de dezembro – (domingo)
19h–20h Apresentação Promic

22 de dezembro – (segunda-feira)
19h–20h Apresentação Promic

23 de dezembro – (terça-feira)
19h–20h – Cantora Laurijane

24 de dezembro – (quarta-feira)
19h–20h Apresentação Promic

25 de dezembro – (quinta-feira)
19h–20h Apresentação Promic

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Projeto “Construindo Bases para a Resiliência Ecológica” é apresentado aos produtores do Jonas Pinheiro

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Absorver impactos, adaptar-se a mudanças e recuperar suas funções e estruturas essenciais após sofrer perturbações, sejam elas climáticas, incêndios ou causadas pela ação humana. Esse é o conceito central de resiliência ecológica. E, exatamente esse conceito dá o norte ao projeto apresentado nesta manhã, 03 de junho, para os agricultores do Assentamento Jonas Pinheiro. Em andamento na Escola Matilde Luiza Zanatta Gomes, o Construindo Bases para a Resiliência Ecológica dos Agricultores Familiares do Assentamento Rural Jonas Pinheiro, tem como principal a recuperação ambiental de área degradada na comunidade.

Quem falou sobre o projeto para os agricultores foi a professora Ilzeny Rodrigues, responsável pelo Construindo Bases. Ilzeny contou com o apoio do secretário de Agricultura e Meio Ambiente (SAMA), Clóvis Picolo Filho e de toda a equipe da pasta, além do apoio da equipe da Escola Matilde e da Secretaria de Educação (Semel).

Clóvis frisa que há um grande passivo ambiental no Assentamento e o mote do projeto é justamente recuperar essas áreas degradadas com o plantio de espécies nativas. Serão distribuídas cerca de 25 mil mudas. “Recuperar essas áreas é essencial para que os produtores possam regularizar o Cadastro Ambiental Rural (CAR) dessas propriedades, bem como ampliar a produção e venda dos produtos da agricultura familiar”, detalha.

Para o agricultor Márcio Manoel da Silva, um dos fundadores do Jonas Pinheiro e da Cooperativa dos Pequenos Produtores Rurais do Vale do Celeste (Coopercel), o Construindo Bases será essencial para a regularização das áreas. “Vai beneficiar toda a comunidade”, diz.

Mas chegar a esse momento não foi uma tarefa fácil.

Tudo começou com o sonho da professora Ilzeny Rodrigues que que há cerca de 10 anos atua na Escola Matilde e almejava ter uma grande estufa na unidade. No percurso desse sonho, ela conheceu Joyce Goblit, então professora de Sociologia do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) Campus de Sorriso que a convidou para participar de uma ação aberta no Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN) que selecionava projetos ambientais.

“Era um sonho meu poder fazer uma grande estufa que contribuísse de alguma forma com a escola e a comunidade em que está inserida”, diz Ilzeny.

Joyce propôs a Ilzeny participar da seleção. Ilzeny, por sua vez, confidenciou que sonhava em ter uma grande estufa. Orientada por Joyce, Ilzeny pesquisou o passivo ambiental do Assentamento e viu ali a oportunidade de mudar o cenário do Jonas Pinheiro. Com o apoio dos moradores do Jonas Pinheiro e da professora Ana Catarina Tibaldi dos Reis, hoje adjunta da Semasa, Ilzeny inscreveu o projeto pela própria associação da escola e teve a grata satisfação em ver que seu trabalho foi um dos nove selecionados no país.

Vencida a etapa de seleção, Ilzeny colocou mãos à obra. O grupo adquiriu sementes de várias espécies nativas como a fava arara, aroeira do campo, louro branco, pinha nativa, jatobá, pinho cuiabano, dentre várias outras.

Com as mudas já crescidas é hora de iniciar a distribuição e recuperar o passivo ambiental do Jonas Pinheiro. “É a oportunidade de todos os assentados regularizar sua situação ambiental; todas as propriedades tem que ter pelo menos 20% de área recuperada; um projeto muito bonito que nos conectou com a nossa terra e a nossa realidade”, se emociona Ilzeny. Para a professora “hoje é um dia muito especial para a nossa Escola e o Assentamento; celebramos esse momento inclusive com a Feira do Produtor, das mulheres do Assentamento aqui na escola”, comemora ela.

Para Clóvis, a recuperação ambiental vai garantir que os agricultores possam regularizar a própria documentação de seus lotes. “Sem essa área recuperada, não há como regularizar o CAR, por exemplo, ou fazer financiamento, por isso esse momento é tão especial”, explica.

Sobre o ISPN

O ISPN é uma organização da sociedade civil que, há mais de 35 anos, atua pelo fortalecimento de meios de vida sustentáveis, com protagonismo comunitário e valorização dos saberes e da sociobiodiversidade. A justiça socioambiental e climática é o horizonte que orienta nossa caminhada.

A história começa em 1990, quando um grupo de pesquisadores decidiu unir esforços para qualificar e documentar suas pesquisas e atuar em defesa do meio ambiente em diálogo com os debates sociais. Dessa iniciativa nasceu o Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN).

Em 1994, o ISPN foi selecionado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) para coordenar o Small Grants Programme (SGP) no Brasil, com foco no Cerrado. O SPG apoia projetos de base comunitária em mais de 120 países, com apoio do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF).

Essa experiência impulsionou a atuação com projetos ecossociais, que hoje ganham força com o Fundo Ecos, um mecanismo independente de filantropia para a justiça socioambiental.

Em 2013, ampliou a atuação para a Caatinga e, dois anos depois, com apoio do Fundo Amazônia, passamos a apoiar iniciativas também nos estados do Maranhão, Tocantins e Mato Grosso.

Desde então, já apoiou mais de mil projetos em diferentes biomas, por meio de uma carteira diversificada de financiadores, com o intuito de qualificar, promover e multiplicar conhecimentos que contribuam para a consolidação de paisagens produtivas ecossociais, garantindo o presente e o futuro das comunidades e da natureza.

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