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4ª edição do Lanche Literário leva leitura aos alunos do bairro União

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Atividade, aprovada pela Lei Aldir Blanc, será realizada neste sábado (29), na Escola Municipal Geni Terezinha Forgiarini

A quarta edição do projeto Lanche Literário: Despertando o Imaginário, aprovado pela Lei Aldir Blanc, acontece neste sábado (29), a partir das 15h, no bairro União, com os alunos da Escola Municipal Geni Terezinha Forgiarini. A iniciativa reúne crianças e adolescentes de 6 a 15 anos para uma tarde dedicada à leitura, à criatividade e à troca de experiências.

Durante a oficina, os participantes iniciam a atividade com a leitura de um livro que aborda um tema relevante para o público jovem. Em seguida, assistem a um filme que apresenta o mesmo enredo ou temática, ampliando a compreensão e permitindo novas interpretações da história. A programação inclui ainda uma roda de conversa, espaço destinado à troca de ideias e reflexões sobre o conteúdo explorado.

Para estimular a expressão artística, os jovens realizam uma atividade de desenho em folha sulfite, representando visualmente aquilo que absorveram da experiência literária e audiovisual. Ao final, todos participam de um lanche especial, momento de integração que dá nome ao projeto.

Idealizado por Luciana Stahlschmidt, o Lanche Literário tem o objetivo de fomentar o pensamento crítico, a imaginação e o interesse pela arte e pela literatura entre crianças e adolescentes.

A terceira edição do projeto ocorreu em junho deste ano, atendendo jovens da CUFA (Central Única das Favelas) de Sorriso, na zona leste da cidade, e reuniu mais de 60 participantes.

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Capacitação reforça uso de biodigestores nas escolas e fortalece educação ambiental em Sorriso

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Gestores das unidades escolares da rede municipal participaram, na tarde desta quarta-feira (10), de uma capacitação voltada ao funcionamento e à utilização dos biodigestores instalados nas escolas. O encontro, realizado na Escola Municipal Prof.ª Ivete Lourdes Arenhardt, integra as ações do programa Cidade Inteligente, Humana e Sustentável e também faz parte das iniciativas desenvolvidas pelo Eco Sorriso, consolidando o Município como referência na adoção de tecnologias sustentáveis no ambiente escolar, na inovação, sustentabilidade e educação ambiental.

Ao todo, 18 escolas municipais contam com a tecnologia, que transforma resíduos orgânicos em biogás e biofertilizantes, contribuindo para a gestão adequada dos resíduos produzidos diariamente nas cozinhas escolares. Além de promover a reciclagem de matéria orgânica e reduzir custos com energia, o sistema também diminui o envio de lixo aos aterros sanitários e incentiva práticas mais sustentáveis dentro do ambiente escolar.

Segundo o coordenador do Eco Sorriso e diretor de Saneamento Básico, Diogo Martins, a formação teve como principal objetivo atualizar os gestores que já acompanham o funcionamento dos biodigestores e capacitar os novos diretores que assumiram recentemente algumas unidades, além de envolver a equipe de nutricionistas da Central de Alimentação Escolar (CAE), fortalecendo o trabalho conjunto para manter os sistemas em pleno funcionamento e reativar aqueles que eventualmente estejam inativos.

“Durante o encontro, foram abordados aspectos técnicos do funcionamento da tecnologia israelense implantada no município, seus benefícios ambientais e econômicos. Os biodigestores representam uma oportunidade de transformar a educação ambiental em uma experiência prática dentro das escolas. Estamos formando gestores e equipes para que essa tecnologia seja utilizada em todo o seu potencial, aliando inovação, energias renováveis, sustentabilidade e aprendizagem.

Após a capacitação, os participantes realizaram uma visita técnica ao biodigestor da Escola Municipal Prof.ª Ivete Lourdes Arenhardt, referência no funcionamento do sistema. A unidade produz biogás e biofertilizante utilizado na manutenção dos jardins e do paisagismo da própria escola, tornando-se um exemplo prático dos benefícios proporcionados pela iniciativa.

“O biodigestor já faz parte da nossa rotina e mostra, na prática, que sustentabilidade também se aprende fazendo. Além dos benefícios ambientais, ele desperta a curiosidade dos alunos e amplia as possibilidades de trabalhar temas relacionados à preservação do meio ambiente, responsabilidade social e cuidado com os recursos naturais. Sem dúvida, é uma ferramenta que agrega muito valor ao processo educativo”, declarou a diretora da escola, Edena Cristina.

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