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Cuiabá

Semob garante segurança no trânsito durante interdições na Prainha

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Cuiabá

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Segurança Pública (Semob-SegP), está com equipes mobilizadas na região central da capital para organizar o trânsito e oferecer apoio aos motoristas diante das interdições na Avenida Tenente-Coronel Duarte, conhecida como Prainha.

A partir deste sábado (14), a pista no sentido Porto–Centro está totalmente interditada no trecho entre o Ginásio do São Gonçalo e a Avenida Isaac Póvoas, para continuidade das obras de correção do sistema de drenagem e recuperação de erosões sob o asfalto, executadas pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT). A previsão é que a interdição siga até terça-feira (17), aproveitando o período de Carnaval. No sentido inverso, Centro–Porto, o tráfego permanecerá liberado.

Diante das mudanças, a Semob-SegP intensificou a presença de agentes no local para orientar condutores, organizar o fluxo de veículos e garantir a segurança viária. Além da sinalização reforçada, os motoristas estão sendo orientados a evitar o trecho interditado e optar por rotas alternativas, reduzindo riscos e transtornos.

A secretária municipal de Mobilidade Urbana e Segurança Pública, Coronel Francyanne Lacerda, destacou que o período exige atenção redobrada de todos. “Para este período de Carnaval, compreendido entre o sábado e a terça-feira, a cidade passará por diversas interdições viárias em virtude de obras e da realização de eventos religiosos e festivos. Por essa razão, é fundamental que os condutores redobrem a atenção e mantenham a paciência e a calma ao trafegar”, afirmou.

A gestora ressaltou ainda cuidados específicos com as vias adjacentes ao bloqueio principal. “Vale destacar que a avenida Dom Bosco e rua Comendador Henrique, no Centro, terão o tráfego restrito apenas a acesso local. Essa mudança ocorre devido à interdição na região da Prainha, o que impede a circulação normal de veículos por essas vias”, explicou a secretária.

Ela reforçou que a atuação integrada busca preservar vidas. “Respeitar as normas vigentes é a medida mais eficaz para prevenir acidentes e óbitos, garantindo que as festividades ocorram com segurança e tranquilidade para todos”.

As intervenções na Prainha fazem parte de um conjunto de obras estruturantes na região central. Entre a Praça Ipiranga e o Ginásio do Colégio São Gonçalo, seguem serviços de concretagem da sub-base do pavimento e do piso das estações. Também estão previstas interdições pontuais de faixas para recuperação de erosões, reforço do subleito e travessias de sistemas de transporte inteligente. Em outros trechos, haverá fresagem e aplicação de nova capa asfáltica, além da continuidade das obras de drenagem, ciclovia e paisagismo.

Enquanto as melhorias avançam, a Prefeitura mantém equipes de campo atuando de forma permanente para minimizar impactos e assegurar fluidez ao trânsito. A fiscalização também será intensificada em toda a cidade, inclusive com operações contínuas e realização diária da Operação Lei Seca.

A orientação é clara: planejar o trajeto com antecedência, evitar as áreas interditadas, respeitar a sinalização e, sobretudo, não misturar álcool e direção. Com organização, responsabilidade e colaboração da população, Cuiabá atravessa o período de obras e festividades com segurança e compromisso com a vida.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Comerciantes impulsionam economia no Festival da Pamonha na Comunidade Rio dos Peixes

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Com foco nos comerciantes da região, o 7º Festival da Pamonha da Comunidade Rio dos Peixes segue movimentando a economia local e fortalecendo a agricultura familiar. Realizado às margens da MT-251, o evento reúne produtores e trabalhadores que encontram na tradição do milho uma importante fonte de renda e visibilidade.

Presidente da Associação dos Pamonheiros e à frente da organização desde a primeira edição, Katia Maraiki Schroeder destaca o crescimento contínuo do festival e o impacto direto para quem vive da produção. “Esse evento é muito importante para nós. A cada ano o sucesso é maior. Aumentou a quantidade de milho e de produtores. Começamos com nove e hoje já são 14, e só cresce”, informou.

A diversidade de produtos também chama atenção e amplia as oportunidades de venda ao longo dos dias de evento.

“Hoje tem uma variedade muito grande: licor de milho, bolinho frito, picolé de pamonha, cural, milho cozido e bolo. A cada ano aumenta mais. E os preços são acessíveis, entre R$ 10 e R$ 15, para todo mundo poder consumir”, disse Katia.

Além das tradicionais pamonhas doces, salgadas e recheadas, o público encontra variedade de produtos derivados do milho ao longo do festival. Entre eles estão cural, milho cozido, bolos, doces e até licor de milho, reforçando a diversidade gastronômica e a identidade cultural da região.

A expectativa de público também reforça o potencial econômico para os comerciantes. “A gente calcula entre 4 mil e 5 mil pessoas por dia, porque aqui é rota de passagem. Muita gente para, consome e segue viagem. Isso movimenta bastante.”

Na ponta da venda, quem também sente esse impacto é o comerciante Léo Rodriguez, que trabalha em uma das pamonharias participantes e destaca os produtos mais procurados.

“A nossa especialidade é o caldo de quenga, que é um prato típico, mas também temos pamonha doce e salgada, cural, bolo de milho e sopa paraguaia. O que mais sai é a pamonha e o caldo”, contou.

Com opções variadas, os preços seguem uma média acessível, o que ajuda a atrair consumidores. Para além das vendas, Léo reforça o papel social do festival na geração de renda para trabalhadores da comunidade.

“Ajuda muito, principalmente quem trabalha de forma informal. É uma renda extra, um complemento. Além disso, o pessoal divulga o próprio trabalho, que já é tradição. Isso aqui alimenta muitas famílias”, comentou.

Com apoio institucional da Prefeitura de Cuiabá e presença do prefeito Abilio Brunini na abertura, o festival segue até o dia 21 de abril, consolidando-se como um dos principais eventos gastronômicos e culturais da região.

Segundo o secretário municipal de Agricultura e Trabalho, Vicente Falcão, o festival vai além da valorização cultural e tem impacto direto na economia, ao envolver centenas de trabalhadores e movimentar toda a cadeia produtiva do milho, da produção à comercialização.

“Isso impacta diretamente na economia. São cerca de 300 pessoas trabalhando no evento, desde a produção até as barracas. É um ciclo completo, da terra ao balcão, que gera renda, fortalece a agricultura familiar, garante alimento de qualidade e ainda fecha com sustentabilidade, reaproveitando os resíduos na própria produção”, pontuou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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