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Cuiabá

Referência em politrauma, HMC atende vítimas de acidente na BR-364

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Cuiabá

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), reforça o papel do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) como referência estadual em atendimento ao politraumatizado. A unidade recebeu sete vítimas do grave acidente de trânsito registrado na madrugada desta segunda-feira (22), no km 567 da BR-364, em Nobres, a 123 km da capital. A ocorrência envolveu um ônibus com 26 passageiros e deixou cerca de 17 pessoas feridas.

Do total de vítimas encaminhadas para atendimento médico, o HMC recebeu quatro mulheres e três homens. Nenhum dos pacientes apresentava fraturas graves e, ainda no mesmo dia, três deles receberam alta hospitalar, evidenciando a resolutividade e a eficiência da assistência prestada pela unidade.

A secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, destacou a importância da estrutura e da organização da rede de urgência e emergência do município. “O Hospital Municipal de Cuiabá é hoje uma referência em politrauma em Mato Grosso. Contamos com equipes altamente capacitadas, estrutura adequada e integração com os serviços de resgate, o que nos permite salvar vidas e oferecer um atendimento seguro e humanizado às vítimas de acidentes graves”, afirmou.

O Hospital Municipal de Cuiabá é gerenciado pela Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECSP), que integra a estrutura da Secretaria Municipal de Saúde. O HMC vem se consolidando como um dos principais centros de referência regional e estadual no atendimento a casos de alta complexidade, especialmente nas áreas de politrauma e ortopedia.

A unidade atua de forma integrada tanto com as equipes de resgate pré-hospitalar da capital quanto com os serviços de emergência das rodovias, como a concessionária Nova Rota do Oeste. Entre os diferenciais do hospital está o heliponto integrado, que possibilita a rápida transferência aeromédica de pacientes em estado crítico, reduzindo o tempo de resposta e ampliando significativamente as chances de sobrevida em casos graves.

O gestor hospitalar do HMC, Cezar Coutrin, ressaltou a capacidade operacional e a prontidão da unidade. “O HMC funciona 24 horas por dia, com equipes multiprofissionais especializadas, preparadas para atender desde casos de média até alta complexidade. No acidente de Nobres, conseguimos absorver os pacientes com agilidade, realizar os atendimentos necessários e garantir altas hospitalares no mesmo dia, sempre priorizando a segurança e a qualidade da assistência”, explicou.

Com média superior a 17 mil atendimentos mensais, o Hospital Municipal de Cuiabá demonstra sua robusta capacidade assistencial. Desse total, cerca de 800 cirurgias são realizadas todos os meses, principalmente nas áreas de ortopedia, neurocirurgia e cirurgia geral — especialidades fundamentais no atendimento às vítimas de acidentes e traumas severos.

A unidade conta ainda com 60 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e com o Centro de Tratamento de Queimados (CTQ), referência para todo o estado de Mato Grosso. O atendimento é garantido por equipes multiprofissionais especializadas, disponíveis 24 horas por dia, sete dias por semana, com atuação integrada entre emergência, centro cirúrgico e UTIs.

O HMC mantém articulação permanente em rede com o Corpo de Bombeiros, Samu e o Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), fortalecendo o fluxo de atendimento e assegurando resposta rápida e eficaz às situações de urgência e emergência.

Com estrutura completa, atendimento ininterrupto e gestão integrada à Secretaria Municipal de Saúde, o Hospital Municipal de Cuiabá se consolida como pilar essencial na assistência ao trauma grave, contribuindo diretamente para a redução da morbimortalidade e para a qualidade do atendimento à população cuiabana e mato-grossense.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Comerciantes impulsionam economia no Festival da Pamonha na Comunidade Rio dos Peixes

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Com foco nos comerciantes da região, o 7º Festival da Pamonha da Comunidade Rio dos Peixes segue movimentando a economia local e fortalecendo a agricultura familiar. Realizado às margens da MT-251, o evento reúne produtores e trabalhadores que encontram na tradição do milho uma importante fonte de renda e visibilidade.

Presidente da Associação dos Pamonheiros e à frente da organização desde a primeira edição, Katia Maraiki Schroeder destaca o crescimento contínuo do festival e o impacto direto para quem vive da produção. “Esse evento é muito importante para nós. A cada ano o sucesso é maior. Aumentou a quantidade de milho e de produtores. Começamos com nove e hoje já são 14, e só cresce”, informou.

A diversidade de produtos também chama atenção e amplia as oportunidades de venda ao longo dos dias de evento.

“Hoje tem uma variedade muito grande: licor de milho, bolinho frito, picolé de pamonha, cural, milho cozido e bolo. A cada ano aumenta mais. E os preços são acessíveis, entre R$ 10 e R$ 15, para todo mundo poder consumir”, disse Katia.

Além das tradicionais pamonhas doces, salgadas e recheadas, o público encontra variedade de produtos derivados do milho ao longo do festival. Entre eles estão cural, milho cozido, bolos, doces e até licor de milho, reforçando a diversidade gastronômica e a identidade cultural da região.

A expectativa de público também reforça o potencial econômico para os comerciantes. “A gente calcula entre 4 mil e 5 mil pessoas por dia, porque aqui é rota de passagem. Muita gente para, consome e segue viagem. Isso movimenta bastante.”

Na ponta da venda, quem também sente esse impacto é o comerciante Léo Rodriguez, que trabalha em uma das pamonharias participantes e destaca os produtos mais procurados.

“A nossa especialidade é o caldo de quenga, que é um prato típico, mas também temos pamonha doce e salgada, cural, bolo de milho e sopa paraguaia. O que mais sai é a pamonha e o caldo”, contou.

Com opções variadas, os preços seguem uma média acessível, o que ajuda a atrair consumidores. Para além das vendas, Léo reforça o papel social do festival na geração de renda para trabalhadores da comunidade.

“Ajuda muito, principalmente quem trabalha de forma informal. É uma renda extra, um complemento. Além disso, o pessoal divulga o próprio trabalho, que já é tradição. Isso aqui alimenta muitas famílias”, comentou.

Com apoio institucional da Prefeitura de Cuiabá e presença do prefeito Abilio Brunini na abertura, o festival segue até o dia 21 de abril, consolidando-se como um dos principais eventos gastronômicos e culturais da região.

Segundo o secretário municipal de Agricultura e Trabalho, Vicente Falcão, o festival vai além da valorização cultural e tem impacto direto na economia, ao envolver centenas de trabalhadores e movimentar toda a cadeia produtiva do milho, da produção à comercialização.

“Isso impacta diretamente na economia. São cerca de 300 pessoas trabalhando no evento, desde a produção até as barracas. É um ciclo completo, da terra ao balcão, que gera renda, fortalece a agricultura familiar, garante alimento de qualidade e ainda fecha com sustentabilidade, reaproveitando os resíduos na própria produção”, pontuou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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