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Cuiabá

Indicações cobram melhorias em infraestrutura, iluminação e trânsito em diversos bairros

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Cuiabá

Durante a sessão ordinária de terça-feira (10), na Câmara Municipal de Cuiabá, a vereadora Katiuscia Manteli (Podemos) apresentou uma série de indicações voltadas à melhoria da infraestrutura urbana, iluminação pública e mobilidade em diferentes regiões da capital. Entre os pedidos, serviços de patrolamento e cascalhamento, instalação de postes de iluminação, quebra-molas e pintura de faixas de pedestres.

Ao apresentar as demandas, a parlamentar destacou que as indicações refletem pedidos feitos diretamente pelos moradores dos bairros. “Nós apresentamos várias indicações para a Secretaria Municipal de Obras Públicas, a Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) e a Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb). São solicitações de patrolamento e cascalhamento na via de acesso à Escola Municipal Orzina de Amorim Soares, no bairro Jardim Vitória, além da instalação de postes de iluminação em diversos pontos do bairro”, afirmou a vereadora.

Katiuscia também solicitou a instalação de quebra-molas, faixas de pedestres e a pintura da sinalização viária no bairro Jardim Florianópolis. Além disso, apresentou indicações para obras de pavimentação em bairros como Centro América, Vale Verde e Colônia da Paz, bem como a implantação de quebra-molas no bairro Lixeira.

Durante o pronunciamento, a vereadora também chamou a atenção para a situação do CEIC José Nicolau Pinto, localizado no bairro do Porto, após receber novas manifestações de pais e responsáveis preocupados com as condições da unidade.

Ao relatar o caso, Katiuscia lembrou que a creche foi uma das primeiras unidades visitadas por ela no ano passado e que, na época, já havia sido identificado que a estrutura não atendia adequadamente às necessidades das crianças e das famílias.

“Nós recebemos novamente imagens e pedidos de socorro das mães. O CEIC José Nicolau Pinto foi uma das primeiras unidades que visitamos no ano passado e, já naquela época, mostramos que a estrutura não tem condições adequadas para atender as famílias”, destacou.

Segundo a parlamentar, a Secretaria Municipal de Educação informou anteriormente que havia um processo em andamento para transferir a unidade para o espaço da antiga Escola Estadual Gustavo Kulmann, no bairro do Porto, por meio de um termo de cessão com o Estado.

Diante disso, Katiuscia reforçou que pretende intensificar a cobrança para que o processo seja concluído o mais rápido possível. “Vamos fazer essa cobrança junto ao município e ao governo de Mato Grosso para que essa cessão seja feita com urgência. Assim, não só resolveremos o problema da infraestrutura, como também poderemos ampliar o atendimento das crianças, que hoje é limitado por falta de espaço”, ressaltou.

A vereadora também lembrou que a atual unidade funciona em um imóvel alugado, com alto custo mensal, mas sem oferecer condições adequadas. “É uma unidade alugada, que tem um valor alto pago mensalmente e, infelizmente, a infraestrutura não atende. Por isso, a solução definitiva é agilizar esse processo para transferir o CEIC José Nicolau Pinto para o prédio da antiga escola estadual”, concluiu.

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Cuiabá

Comerciantes impulsionam economia no Festival da Pamonha na Comunidade Rio dos Peixes

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Com foco nos comerciantes da região, o 7º Festival da Pamonha da Comunidade Rio dos Peixes segue movimentando a economia local e fortalecendo a agricultura familiar. Realizado às margens da MT-251, o evento reúne produtores e trabalhadores que encontram na tradição do milho uma importante fonte de renda e visibilidade.

Presidente da Associação dos Pamonheiros e à frente da organização desde a primeira edição, Katia Maraiki Schroeder destaca o crescimento contínuo do festival e o impacto direto para quem vive da produção. “Esse evento é muito importante para nós. A cada ano o sucesso é maior. Aumentou a quantidade de milho e de produtores. Começamos com nove e hoje já são 14, e só cresce”, informou.

A diversidade de produtos também chama atenção e amplia as oportunidades de venda ao longo dos dias de evento.

“Hoje tem uma variedade muito grande: licor de milho, bolinho frito, picolé de pamonha, cural, milho cozido e bolo. A cada ano aumenta mais. E os preços são acessíveis, entre R$ 10 e R$ 15, para todo mundo poder consumir”, disse Katia.

Além das tradicionais pamonhas doces, salgadas e recheadas, o público encontra variedade de produtos derivados do milho ao longo do festival. Entre eles estão cural, milho cozido, bolos, doces e até licor de milho, reforçando a diversidade gastronômica e a identidade cultural da região.

A expectativa de público também reforça o potencial econômico para os comerciantes. “A gente calcula entre 4 mil e 5 mil pessoas por dia, porque aqui é rota de passagem. Muita gente para, consome e segue viagem. Isso movimenta bastante.”

Na ponta da venda, quem também sente esse impacto é o comerciante Léo Rodriguez, que trabalha em uma das pamonharias participantes e destaca os produtos mais procurados.

“A nossa especialidade é o caldo de quenga, que é um prato típico, mas também temos pamonha doce e salgada, cural, bolo de milho e sopa paraguaia. O que mais sai é a pamonha e o caldo”, contou.

Com opções variadas, os preços seguem uma média acessível, o que ajuda a atrair consumidores. Para além das vendas, Léo reforça o papel social do festival na geração de renda para trabalhadores da comunidade.

“Ajuda muito, principalmente quem trabalha de forma informal. É uma renda extra, um complemento. Além disso, o pessoal divulga o próprio trabalho, que já é tradição. Isso aqui alimenta muitas famílias”, comentou.

Com apoio institucional da Prefeitura de Cuiabá e presença do prefeito Abilio Brunini na abertura, o festival segue até o dia 21 de abril, consolidando-se como um dos principais eventos gastronômicos e culturais da região.

Segundo o secretário municipal de Agricultura e Trabalho, Vicente Falcão, o festival vai além da valorização cultural e tem impacto direto na economia, ao envolver centenas de trabalhadores e movimentar toda a cadeia produtiva do milho, da produção à comercialização.

“Isso impacta diretamente na economia. São cerca de 300 pessoas trabalhando no evento, desde a produção até as barracas. É um ciclo completo, da terra ao balcão, que gera renda, fortalece a agricultura familiar, garante alimento de qualidade e ainda fecha com sustentabilidade, reaproveitando os resíduos na própria produção”, pontuou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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