Cuiabá
Feira de adoção no Parque Tia Nair incentiva cuidado, afeto e responsabilidade com os animais
Cuiabá
A tarde deste sábado (20) foi marcada por encontros, carinho e conscientização no Parque Tia Nair, em Cuiabá, durante a Feira de Adoção de Cães promovida pela Diretoria de Bem-Estar Animal (BEA), vinculada à Secretaria Municipal de Governo. A ação reuniu cerca de 15 cães do Canil Municipal, entre filhotes e adultos, todos vermifugados, vacinados e aptos para adoção responsável.
A iniciativa integra as atividades do Dezembro Verde, campanha criada por lei em 2019 para combater os maus-tratos e o abandono de animais e que, neste ano, ganha efetividade com ações práticas de sensibilização da população. Além da adoção, o público teve acesso a materiais informativos sobre guarda responsável, cuidados básicos e as penalidades previstas em lei para crimes contra os animais.
Segundo a diretora da Bem-Estar Animal, Morgana Thereza Ens, as feiras cumprem um papel que vai além dos números. Ela destaca que, em edições anteriores, mais de 35 animais foram adotados diretamente nesses eventos, enquanto as adoções orgânicas, principalmente via internet, já ultrapassaram 100 ao longo do ano. “A feira tem um impacto social muito forte, pois aproxima as pessoas da causa animal, promove diálogo e planta a consciência de que o animal não é descartável, mas parte da família”, ressaltou.
O processo de adoção segue critérios rigorosos. Os interessados passam por entrevista social, assinam um termo de responsabilidade e recebem acompanhamento periódico para garantir o bem-estar do animal. A prefeitura também oferece suporte veterinário, com consultas, vacinação e castração, inclusive assegurada para filhotes quando atingem a idade adequada.
Autor da lei que instituiu o Dezembro Verde, o vereador Dilemário Alencar acompanhou a ação e reforçou a importância de políticas públicas permanentes voltadas à causa animal. Ele lembrou que o fim de ano é um período crítico para o aumento dos abandonos e defendeu a conscientização como principal ferramenta de enfrentamento. O parlamentar também destacou o apoio por meio de emendas impositivas, destinadas à compra de ração e ao fortalecimento das ações do Canil Municipal e de organizações parceiras.
Entre os visitantes, o clima foi de apoio e empatia. O casal Newton Fonseca e Bianca destacou a importância da iniciativa para dar visibilidade aos animais resgatados e incentivar atitudes responsáveis. Para eles, ações como essa ajudam a lembrar que muitos animais esperam por um lar e que o contato com pets também contribui para a educação das crianças e o fortalecimento de valores como cuidado e respeito.
As equipes técnicas do Bem-Estar Animal também aproveitaram a feira para orientar a população. As médicas veterinárias ressaltaram que o abandono e os maus-tratos ainda são grandes desafios no município, mas observaram avanços na postura das pessoas, que hoje buscam mais informação antes de adotar. Elas reforçaram que a adoção responsável, aliada à castração e à educação, é fundamental para reduzir o número de animais abandonados.
Ao unir adoção, informação e sensibilização, a Feira de Adoção no Parque Tia Nair reafirmou o compromisso do poder público com a proteção animal e mostrou que pequenas escolhas, como abrir a porta de casa para um novo amigo, podem transformar vidas, tanto de quem adota quanto de quem é acolhido.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
Cuiabá
Comerciantes impulsionam economia no Festival da Pamonha na Comunidade Rio dos Peixes
Com foco nos comerciantes da região, o 7º Festival da Pamonha da Comunidade Rio dos Peixes segue movimentando a economia local e fortalecendo a agricultura familiar. Realizado às margens da MT-251, o evento reúne produtores e trabalhadores que encontram na tradição do milho uma importante fonte de renda e visibilidade.
Presidente da Associação dos Pamonheiros e à frente da organização desde a primeira edição, Katia Maraiki Schroeder destaca o crescimento contínuo do festival e o impacto direto para quem vive da produção. “Esse evento é muito importante para nós. A cada ano o sucesso é maior. Aumentou a quantidade de milho e de produtores. Começamos com nove e hoje já são 14, e só cresce”, informou.
A diversidade de produtos também chama atenção e amplia as oportunidades de venda ao longo dos dias de evento.
“Hoje tem uma variedade muito grande: licor de milho, bolinho frito, picolé de pamonha, cural, milho cozido e bolo. A cada ano aumenta mais. E os preços são acessíveis, entre R$ 10 e R$ 15, para todo mundo poder consumir”, disse Katia.
Além das tradicionais pamonhas doces, salgadas e recheadas, o público encontra variedade de produtos derivados do milho ao longo do festival. Entre eles estão cural, milho cozido, bolos, doces e até licor de milho, reforçando a diversidade gastronômica e a identidade cultural da região.
A expectativa de público também reforça o potencial econômico para os comerciantes. “A gente calcula entre 4 mil e 5 mil pessoas por dia, porque aqui é rota de passagem. Muita gente para, consome e segue viagem. Isso movimenta bastante.”
Na ponta da venda, quem também sente esse impacto é o comerciante Léo Rodriguez, que trabalha em uma das pamonharias participantes e destaca os produtos mais procurados.
“A nossa especialidade é o caldo de quenga, que é um prato típico, mas também temos pamonha doce e salgada, cural, bolo de milho e sopa paraguaia. O que mais sai é a pamonha e o caldo”, contou.
Com opções variadas, os preços seguem uma média acessível, o que ajuda a atrair consumidores. Para além das vendas, Léo reforça o papel social do festival na geração de renda para trabalhadores da comunidade.
“Ajuda muito, principalmente quem trabalha de forma informal. É uma renda extra, um complemento. Além disso, o pessoal divulga o próprio trabalho, que já é tradição. Isso aqui alimenta muitas famílias”, comentou.
Com apoio institucional da Prefeitura de Cuiabá e presença do prefeito Abilio Brunini na abertura, o festival segue até o dia 21 de abril, consolidando-se como um dos principais eventos gastronômicos e culturais da região.
Segundo o secretário municipal de Agricultura e Trabalho, Vicente Falcão, o festival vai além da valorização cultural e tem impacto direto na economia, ao envolver centenas de trabalhadores e movimentar toda a cadeia produtiva do milho, da produção à comercialização.
“Isso impacta diretamente na economia. São cerca de 300 pessoas trabalhando no evento, desde a produção até as barracas. É um ciclo completo, da terra ao balcão, que gera renda, fortalece a agricultura familiar, garante alimento de qualidade e ainda fecha com sustentabilidade, reaproveitando os resíduos na própria produção”, pontuou.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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