Cuiabá
Centro Amar vira referência e pode ser espandido para outras cidades
Cuiabá
A primeira-dama e vereadora por Cuiabá, Samantha Iris, apresentou o Centro Amar ao deputado federal Rodrigo da Zaeli, que visitou a unidade nesta segunda-feira (23) para conhecer a estrutura e o formato de atendimento oferecido na unidade.
Convidado pelo prefeito Abilio Brunini, o parlamentar manifestou interesse em viabilizar a expansão do modelo para outros municípios por meio de emendas parlamentares. A expectativa é contemplar Rondonópolis e mais 14 cidades.
Vinculado à Secretaria Municipal de Educação, o Centro Amar é voltado ao atendimento especializado de alunos com transtorno do espectro autista (TEA) e outras neurodivergências. A unidade conta com equipe multidisciplinar formada por psicopedagoga, psicomotricista, psicóloga e fonoaudióloga, além de sala neurossensorial e área externa com parquinho.
Durante a visita, Rodrigo destacou a importância da iniciativa. “Viemos conhecer todo esse projeto para que a gente possa propagar isso para o Estado afora. Vale a pena discutir com outros municípios e replicar esse modelo, porque realmente faz a diferença na vida das famílias que precisam desse atendimento”, afirmou.
Além de abrir caminho para a expansão do modelo a outros municípios e também na capital, Samantha Iris avalia que a visita do deputado reforça Cuiabá como referência no atendimento especializado.
De acordo com a primeira-dama, o Centro Amar é uma inovação na educação municipal. “Aqui é feito acompanhamento e avaliação pedagógica, com equipe técnica especializada, para orientar as escolas sobre a melhor forma de intervir e garantir que essa criança tenha melhor aproveitamento escolar e qualidade de vida”, destacou.
O projeto começou em caráter experimental em outubro do ano passado, atendendo cerca de 80 alunos. A ampliação ocorrerá de forma gradual, preservando o atendimento individualizado, com média de 12 a 13 estudantes por turno, conforme critérios técnicos e pedagógicos.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
Cuiabá
Comerciantes impulsionam economia no Festival da Pamonha na Comunidade Rio dos Peixes
Com foco nos comerciantes da região, o 7º Festival da Pamonha da Comunidade Rio dos Peixes segue movimentando a economia local e fortalecendo a agricultura familiar. Realizado às margens da MT-251, o evento reúne produtores e trabalhadores que encontram na tradição do milho uma importante fonte de renda e visibilidade.
Presidente da Associação dos Pamonheiros e à frente da organização desde a primeira edição, Katia Maraiki Schroeder destaca o crescimento contínuo do festival e o impacto direto para quem vive da produção. “Esse evento é muito importante para nós. A cada ano o sucesso é maior. Aumentou a quantidade de milho e de produtores. Começamos com nove e hoje já são 14, e só cresce”, informou.
A diversidade de produtos também chama atenção e amplia as oportunidades de venda ao longo dos dias de evento.
“Hoje tem uma variedade muito grande: licor de milho, bolinho frito, picolé de pamonha, cural, milho cozido e bolo. A cada ano aumenta mais. E os preços são acessíveis, entre R$ 10 e R$ 15, para todo mundo poder consumir”, disse Katia.
Além das tradicionais pamonhas doces, salgadas e recheadas, o público encontra variedade de produtos derivados do milho ao longo do festival. Entre eles estão cural, milho cozido, bolos, doces e até licor de milho, reforçando a diversidade gastronômica e a identidade cultural da região.
A expectativa de público também reforça o potencial econômico para os comerciantes. “A gente calcula entre 4 mil e 5 mil pessoas por dia, porque aqui é rota de passagem. Muita gente para, consome e segue viagem. Isso movimenta bastante.”
Na ponta da venda, quem também sente esse impacto é o comerciante Léo Rodriguez, que trabalha em uma das pamonharias participantes e destaca os produtos mais procurados.
“A nossa especialidade é o caldo de quenga, que é um prato típico, mas também temos pamonha doce e salgada, cural, bolo de milho e sopa paraguaia. O que mais sai é a pamonha e o caldo”, contou.
Com opções variadas, os preços seguem uma média acessível, o que ajuda a atrair consumidores. Para além das vendas, Léo reforça o papel social do festival na geração de renda para trabalhadores da comunidade.
“Ajuda muito, principalmente quem trabalha de forma informal. É uma renda extra, um complemento. Além disso, o pessoal divulga o próprio trabalho, que já é tradição. Isso aqui alimenta muitas famílias”, comentou.
Com apoio institucional da Prefeitura de Cuiabá e presença do prefeito Abilio Brunini na abertura, o festival segue até o dia 21 de abril, consolidando-se como um dos principais eventos gastronômicos e culturais da região.
Segundo o secretário municipal de Agricultura e Trabalho, Vicente Falcão, o festival vai além da valorização cultural e tem impacto direto na economia, ao envolver centenas de trabalhadores e movimentar toda a cadeia produtiva do milho, da produção à comercialização.
“Isso impacta diretamente na economia. São cerca de 300 pessoas trabalhando no evento, desde a produção até as barracas. É um ciclo completo, da terra ao balcão, que gera renda, fortalece a agricultura familiar, garante alimento de qualidade e ainda fecha com sustentabilidade, reaproveitando os resíduos na própria produção”, pontuou.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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