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Vice-prefeito de Cáceres, Landim, prestigia a posse de Dr. Jhonny López em San Matias/BO, marcando uma nova era na fronteira com MT

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A manhã de segunda-feira, 04 de maio de 2026, entrou para os anais da história da Província de Angel Sandoval. Em uma atmosfera de renovação e civismo, o médico Dr. Jhonny Agustin López Barrientos assumiu oficialmente o cargo de Prefeito (Alcaide) do Governo Autônomo Municipal de San Matias para o mandato 2026-2031. O evento, marcado pela forte presença de autoridades brasileiras de Cáceres, simbolizou não apenas uma troca de comando, mas o fortalecimento dos laços fraternos e comerciais entre Brasil e Bolívia.

A jornada democrática teve início às 10 horas, na Casa de Justiça de San Matias. Sob o olhar atento de seus pais, Eusebio López e Plácida Barrientos, Dr. Jhonny López prestou o juramento de estilo perante o Dr. Miguel Borjas, Juiz de Direito Público, acompanhado de seu corpo auxiliar. O magistrado certificou que o prefeito eleito cumpriu todas as formalidades legais, declarando-o apto para a magistratura municipal. Em um ato conjunto e harmonioso, os vereadores eleitos e seus respectivos suplentes também prestaram juramento, consolidando a nova composição do Legislativo e Executivo da cidade boliviana.

A solenidade foi prestigiada por uma robusta comitiva de Cáceres, enviada pela prefeita Eliene Liberato. O vice-prefeito de Cáceres, Luiz Landim, portando a mensagem da prefeita, destacou a interdependência das cidades gêmeas. “Cáceres precisa muito de San Matias. Temos clientes bolivianos que movimentam nosso comércio e precisamos fortalecer essa união para melhorar a qualidade de vida das pessoas. O progresso virá com o asfalto e com a realidade da ZPE e das Cidades Gêmeas entre Cáceres e San Matias”, pontuou Landim, que ainda ofereceu apoio técnico e hospitalar, reforçando os pilares de Fé, Foco e Força.

O novo prefeito Dr. Jhonny López deu um passo corajoso ao abordar o “esquecimento” da região pelo governo central boliviano, comprometendo-se, junto ao governador Juan Pablo Velasco, a lutar incansavelmente pelo asfaltamento do trecho entre San Matias e San Inácio de Velasco — um projeto vital para o escoamento de produção e turismo.

A prefeitura de Cáceres esteve representada, além do vice-prefeito Luiz Landim, pelos secretários Wilson Kishi (Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico), Vilson Sato (Agricultura) e pelo coordenador Jeremias Pereira Leite. A estrutura econômica da região também se fez presente com a Gestora Executiva da AZPEC, Sílvia Rodrigues, e o assistente administrativo Edmundo Lustig Neto.

A posse de Dr. Jhonny López Barrientos encerrou-se com a promessa de uma gestão técnica, humana e, acima de tudo, integrada aos seus vizinhos brasileiros, selando um compromisso de cinco anos que promete transformar o rosto de San Matias e os destinos da fronteira oeste.

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Por Maria Bahia/Diário do Estado

Tremor inesperado. Em Curvelândia (MT) — Um tremor de terra de magnitude 2,8 abalou o município de Curvelândia, situado a 281 km de Cuiabá, nessa terça-feira (30), confirmaram sismólogos do Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP).

De acordo com especialistas, o epicentro do tremor foi localizado nas coordenadas de longitude -57,74 e latitude -15,69. Esta localização confirma que o fenômeno ocorreu dentro do território do município de Curvelândia, provocando surpresa e preocupação entre os moradores locais.

Tremores como este, de magnitude 2,8, são classificados como de pequeno porte pela Rede Sismográfica Brasileira (RSBR). Embora comuns, a energia liberada por este tipo de abalo é considerada insuficiente para causar danos estruturais significativos, mas ainda assim pode ser percebida por pessoas nas proximidades do epicentro.

O que causa os tremores em Curvelândia?

A movimentação de placas tectônicas é a principal responsável pelos tremores registrados na região. Em Curvelândia, estes eventos sísmicos são esporádicos, mas não inéditos. O estado de Mato Grosso apresenta um histórico de atividade sísmica moderada. Como em todo evento sísmico, o temor entre os moradores está mais associado à surpresa do fenômeno do que aos danos.

A população local foi instruída a manter a calma e seguir as orientações das autoridades de defesa civil, que prontamente se mobilizaram para monitorar e avaliar os possíveis riscos de novos abalos. Não há relatos de feridos ou de qualquer dano às infraestruturas locais, o que traz um certo alívio às comunidades afetadas.

Entretanto, a equipe de jornalismo do Diário do Estado apurou que, embora eventos dessa natureza não sejam regulares na cidade, a população ainda não tem uma cultura de preparação para reagir diante de tremores de terra, algo que pode ser uma vantagem em outras regiões com maior frequência de abalos.

 

Como o poder público de Mato Grosso age nestas situações?

Segundo informações do Sistema de Defesa Civil de Mato Grosso, o órgão já havia implementado anteriormente um protocolo de reação rápida para emergências sísmicas, devido a eventos como esse. Estas medidas de precaução incluem treinamento para moradores, evacuação de áreas de risco e mobilização de unidades de saúde para atender potenciais vítimas.

A cidade de Curvelândia está, portanto, parcialmente preparada para enfrentar tais situações, embora as autoridades locais enfatizem a importância de campanhas educacionais que possam aumentar a conscientização e a resiliência da comunidade para casos futuros. A cidade nunca havia sido epicentro de um tremor desse porte, mesmo que considerado moderado.

Para a Redação do Diário do Estado, o caso destaca a vulnerabilidade das pequenas cidades frente a fenômenos naturais frequentemente ignorados em regiões mais urbanizadas. Desde o maior terremoto já registrado no Brasil, também em Mato Grosso, há uma crescente preocupação em melhorar as infraestruturas e a resposta a desastres naturais no estado.

O que os especialistas dizem sobre os tremores em Mato Grosso?

Especialistas em sismologia indicam que a maioria dos tremores no Mato Grosso, incluindo locais como Curvelândia, tem relação com a acomodação de terrenos e falhas geológicas menos conhecidas da região. Conforme o especialista em segurança pública consultado pela nossa redação, a maior parte desses abalos tende a ser moderada a leve.

Os sismólogos sugerem a instalação de mais estações de monitoramento para melhor compreender a atividade sísmica no estado. De acordo com dados do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília, existem registros frequentes de pequenos tremores na região Oeste do Brasil, mas ainda há muito o que estudar sobre as especificidades locais.

Parece improvável que um tremor dessa magnitude cause alterações significativas no cotidiano, mas a atenção continua voltada para eventuais repetição de eventos. A reação do poder público também será fundamental para moldar a resposta da população não apenas em Curvelândia, mas em todas as cidades vulneráveis do Mato Grosso.

A equipe do Diário do Estado segue acompanhando de perto os acontecimentos em Curvelândia, buscando novas informações junto aos sismólogos e às autoridades locais para garantir que a população esteja bem informada e preparada. Qualquer atualização relevante será prontamente comunicada ao público.

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