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Rumo à Assembleia – Ricardo Castela pretende recorrer a políticos da “velha guarda” para fortalecer projeto de eleição

Publicado em

Cáceres

Sinézio Alcântara – Expressão Notícias

Além do eleitorado tradicional, o pré-candidato a deputado estadual, empresário Ricardo Castela, o Ricardinho do Empório (PL), pretende recorrer a políticos mais experientes, a chamada “Velha Guarda” para garantir o projeto político de sua eleição a Assembleia Legislativa.

“Queremos o engajamento da população e de mais vereadores. Conversar com políticos mais experientes, a “velha guarda”, como o ex-prefeito Aloísio de Barros, o ex-vereador José Brandão, o presidente da Câmara, Flávio Negação, o ex-vereador Marcinho Lacerda, o ex-vereador Da Silva, a advogada Ana Rosa Job, o radialista Faquini entre outros”.

Apontado como o pré-candidato com maiores chances de eleição, ele explica que “se eu não tiver o apoio de vereadores e dos meus pares, o nosso projeto político corre o risco de fracassar”. A avaliação foi feita por Castela em um podcast do apresentador Thomas Canellas.

Durante a entrevista o pré-candidato também “cravou” a eleição de senador Flávio Bolsonaro à presidente da República, do senador Wellington Fagundes, a governador do Estado, em substituição ao governador Mauro Mendes e a reeleição do Zé Madeiros ao Senado da República.

“Eu acredito na eleição dessas três pessoas e as pesquisas estão mostrando isso” justificou, Castela. Indagado se a favor ou contra a anistia dos presos condenados pelos atos do 8 de janeiro, ele disse que “eles não poderiam nem estar presos. Estão porque foram apenas manifestar”.

Revelou que já manteve contatos com o senador Wellington Fagundes, pré-candidato a governo do Estado e que o parlamentar firmou o compromisso para, se eleito, executar projetos estruturais para a retomada de desenvolvimento regional, entre eles, nominou o setor de segurança.

 

 

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Crime Ambiental – Sema embarga área por saneamento clandestino despejado em córrego de Mirassol D´Oeste

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Clênia Goreth | Sema – MT

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) embargou uma área do município de Mirassol D´Oeste, por operação de sistema de saneamento clandestino, até que seja promovida a regularização ambiental. Durante a autuação, ocorrida na sexta-feira (17.4), os fiscais identificaram o local da escavação que permitiu a entrada de resíduos sólidos e líquidos brutos no sistema de drenagem pluvial, que deságua no Córrego André.

Nesta quarta-feira (22), equipes da Sema voltam ao local para fazer a coleta em vários pontos no córrego para análise em laboratório. Foi verificado também o descarte de resíduos oriundos do serviço de limpa fossa. A ação imediata, requerida pela Promotoria de Justiça da Comarca do município, contou com o auxílio da Polícia Militar Ambiental, por meio da 1ª Companhia Independente de Proteção Ambiental, e Polícia Militar de Mirassol D´Oeste.

De acordo com a Sema, a área já havia sido interditada. “A continuidade das atividades em uma área formalmente interditada configura crime de desobediência à ordem administrativa ambiental e reincidência específica, agravando a responsabilidade penal dos envolvidos”, destacou o diretor da Unidade da Sema em Cáceres, Luiz Sergio Garcia.

Segundo ele, o documento e as provas colhidas serão encaminhados ao Ministério Público do Estado de Mato Grosso e à Delegacia Especializada do Meio Ambiente para apuração no âmbito cível e criminal.

Além da coleta  em vários pontos no córrego, será requerido ao município a elaboração do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD), exigido pelo Sema e pelo Ministério Público para reparar danos ambientais, focando na reabilitação do meio físico e biótico (solo, fauna, flora), na qual envolve diagnóstico, ações de revegetação e monitoramento, visando a estabilidade ambiental da área.

A introdução de carga orgânica in natura em sistema clandestino provoca a degradação sistêmica do corpo hídrico, com reflexos diretos no Rio Jauru e na bacia do Rio Paraguai, comprometendo a biodiversidade e a saúde pública regional.

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